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sexta-feira, 20 de março de 2015

Venham mais... 5000 kms!!!

Uau... cinco mil quilómetros. Cinco mil. Há cinco anos se me dissessem que faria esta distância a correr, a pedalar ou a nadar, diriam que tal era impossível. Mas a verdade é que não foi. Cinco mil quilómentros...


Quem me conhece já sabe que gosto desta parte, das estatísticas, de analisar números, avaliar o que fiz mais ou menos, melhor ou pior. Daí que elaborei esta tabela bem bonitinha, que permite ver o que tenho feito - e onde tenho feito - ao longo destes 5000 quilómetros.

A marca dos cinco mil quilómetros foi atingida a 15 de Março, durante um treino de bicicleta de 58 quilómetros, um treino feito a pensar no Lisboa Triathlon, a minha próxima aventura. Foi a primeira parte de um treino duplo, pois depois de deixar a bicicleta ainda calcei os ténis para dar uma corrida.

Ao longo destes 5000 kms, a bicicleta ainda é a maior "consumidora", com 2555, mas a corrida está bem perto, com 2336. Esse equilíbrio vê-se também nesta última fatia, de 994 kms com estas duas modalidades a fazerem quase a totalidade da distância.


Em termos de tempo, esta é a segunda pior prestação, tendo aqui o "JE" demorado 279 dias a chegar aos 5000 quilómetros. No entanto, é preciso notar que estive praticamente 60 dias parado, a recuperar da lesão da Maratona de Lisboa. Com treinos normais durante esses 60 dias, seria o 20 melhor registo.
 
 0-1000 kms: 444 dias // 1000-2000 kms: 275 dias // 2000-3000 kms: 255 dias // 3000-4000 kms: 196 dias // 4000-5000 kms 279 dias

Se tudo correr bem, não devo demorar tanto tempo a chegar aos 6000. Os treinos de bicicleta em estrada "comem" muitos kms, já se sabe, mas não só. Com os treinos para os Triatlos, tenho feito treinos praticamente todos os dias e até treinos duplos, o que ajuda à contagem de kms. E já não falta muito para a maior contagem de uma só vez até agora, 113 quilómetros de uma só vez, no Triatlo Longo de Lisboa.

Outros Kms Reports!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

2014. O Balanço de um ano agridoce

Mais 365 dias que se passaram e cá estamos nós de novo a fazer balanços e a renovar projectos. O ano de 2014 foi muito bom, mas também teve elementos negativos. Mas foi uma boa forma de preparar um 2015 em grande.
Então este ano foi assim...
Foram 159 treinos, uma média de três treinos por semana, embora isso, na realidade, tenha estado muito longe de acontecer. Houve semanas excelentes, com cinco dias de treino, e houve outras – muito mais que o desejável, sem qualquer treino.
Em termos de quantidade, a corrida voltou a ficar à frente, destacada, logo seguida da natação (!!). Depois vêm os treinos “indoor”, que este ano ganharam destaque graças às aulas de spinning que comecei a ter. Só depois surge a bicicleta.


Em termos de qualidade, há que dividir o ano em dois... semestres. Até ao final de junho tudo estava bem. Foi um ritmo de treino fantástico. Aliás, se tivesse mantido o nível de treino no segundo semestre, teria chegado perto dos 190 treinos... De Janeiro a Junho tudo correu bem. Treinos intensos, longos ou curtos, na estrada, na piscina, no ginásio, em cima da bicicleta ou fora dela. Fazia dois treinos por dia e tudo corria bem. Estava em grande forma quando cheguei ao primeiro triatlo, e ao segundo... e ao terceiro.
Porém, depois deste terceiro triatlo, em Oeiras, rebentei. O corpo pediu descanso e eu dei-lhe, ainda para mais porque estava em altura de férias. Acontece que esse descanso durou praticamente sete semanas. Sim, continuei a treinar, mas não eram treinos de qualidade nem intensos. Era mais para dizer que ia...
A meio de julho, quando quis regressar, não correu bem. Estava com excesso de peso, tinha perdido o ritmo e a resistência. Estava já a treinar para a Maratona de Lisboa, em outubro, e fui intensificando os treinos. A velocidade aos poucos ia aparecendo a resistência estava quase no ponto. No final de Agosto, porém, veio a dor. Num treino – muito bom, por sinal – de 34 quilómetros, apareceu-me uma dor lateral no joelho esquerdo. Repousei uns dias, mas nos treinos seguintes ela voltou. E não mais me largou. Umas vezes mais forte, noutros dias mais ligeira, o que é certo é que ela por cá ficou até à Maratona e aí foi o descalabro. Sim, cheguei ao fim, mas praticamente coxo. Resultado... uma inflamação no ligamento lateral externo, o que me obrigou a uma paragem total de 1 mês e mais um mês de treinos ligeiros de recuperação. Só em dezembro voltei a correr e só este último mês, com o Natal pelo meio, foi decente ao nível de treinos. Daí que o segundo semestre não tenha sido, na realidade, muito positivo. Mas os maiores objectivos, os triatlos, já tinham ficado lá para trás, na primeira metade do ano.

Falando em objectivos, recapitulemos os que tracei para o ano que agora termina...

  • Acabar um triatloFeito. Foi o meu principal foco para o início da época. Direccionei os meus treinos para esse objectivo e consegui atingi-lo. Estive em Alpiarça, Estoril e Oeiras.
  • Correr 10 kms em menos de 45 minutosNão conseguido. Não vou dizer que foi um falhanço, porque não entrei em qualquer prova de 10 quilómetros. Em treinos não atingi essa marca, mas verdade seja dita que nunca tentei... Fica para outra ocasião.
  • Meia-Maratona em menos de 1h40 – Não conseguido. Só fiz uma Meia este ano, a da Ponte 25 de Abril, que não é a ideal para estes feitos. Muita confusão, pouco espaço para correr, etc. Tinha ideia de tentar esse objectivo na Meia-Maratona dos Descobrimentos, mas o meu joelho não o permitiu.
  • Maratona em menos de 4h – Falhanço. Até me dá vontade de rir ao ler isto... Terminar já foi bom – e doloroso – e nunca estive perto, nem em treinos, de chegar às 4 horas. Mas é um objectivo... para o futuro.
  • Baixar dos 75 kgs – Falhanço. O maior de todos. Pelo segundo ano consecutivo não consigo baixar desta barreira na balança. Durante metade do ano tive o peso bem controlado, com 76 / 77 quilos, mas depois, com as férias e o verão, foi o descalabro. Ainda assim consegui terminar o ano com 79 quilos. Podia ter sido bem pior...
  • 1000 kms de bicicleta – Não conseguido. Fiz muito mais quilómetros que em 2013 - 668 vs 420 – muito graças à bicicleta de estrada que permite optimizar melhor as saídas de bicicleta, mas fiquei ainda longe do objectivo dos 1000. Mais uma vez, graças à lesão no joelho que me manteve fora da bicicleta por quase dois meses. Teria sido o suficiente.
E assim foi 2014. Apesar de tudo, o balanço é bom. Aconteceram percalços, é verdade, mas aconteceu também muita coisa boa e que não vou esquecer tão depressa. Quanto aos objectivos para 2015, esses são simples...
  • Fazer melhor.
Melhorar em tudo. Na resistência, na velocidade, na quilometragem, na balança... etc. Divertir-me, acima de tudo. É só o que quero.

Venha de lá esse 2015 que estou ansioso com tudo o que está para vir.

Bom 2015 malta!

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Em Dezembro foi assim...

É certo que ainda falta um dia para este ês acabar, mas desportivamente, na parte que me toca, dezembro - e 2014, já agora - está feito. Foi um mês positivo, em que consegui retomar a quantidade de treinos que tinha vindo a fazer na primeira metade do ano. Foram 15, distribuídos por bicicleta, ginásio, natação e... corrida.
Já consegui voltar a calçar os ténis e sem dores... mas também sem ritmo. Aos poucos isto vai lá e espero em pouco tempo estar de novo com os mesmos níveis de intensidade e resistência.

E 2015 está aí à porta... Venha ele.


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Eu e as greves!

Há sete anos que trabalho no centro de Lisboa. No Marquês de Pombal, mesmo. Mais no centro do que isto era impossível. Depois de quatro anos em Cascais/Sintra, a pegar no carro todos os dias, a fazer 70 quilómetros, muitas vezes em fila, gastar rios de dinheiro em gasolina e portagens, quando vim trabalhar para Lisboa suspirei. Não só iria poupar dinheiro, como a minha paciência. Há poucas coisas melhores do que entrar no Metro à porta de casa e sair do Metro à porta do trabalho.
O pior é que em sete anos muita coisa mudou. O passe aumentou - custava 27€ e agora já vai em 42€ - e o Metro piorou o serviço. São perturbações, são avarias, atrasos, carruagens cheias e depois ainda há as... greves! E são cada vez mais. Antes era uma por mês, agora já fazem uma por semana. Estou farto. Na semana passada passei quase 3 horas dentro do carro, ora a chegar e a sair de Lisboa, ora a estacionar o carro. E ainda paguei quase 10€ em parquímetro. "Para a próxima venho de bicicleta." Dito e feito.
Perguntei no local de trabalho se podia entrar com a bicicleta - "Claro, sem problema", foi a resposta - e nesta segunda-feira fiz-me à estrada. Odivelas - Marquês de manhã; Marquês - Odivelas à noite. Nem tudo foi perfeito, mas foi muito bom
 
O dia estava frio - cerca de 10º -, mas estava Sol. Confesso que não sabia bem que roupa devia levar. Por um lado transpiro muito, mas por outro estava frio. E pedalar com roupa do dia-a-dia é diferente de pedalar com roupa desportiva. Mas também não era um treino, mas sim uma forma de chegar ao trabalho.

A ida para Lisboa foi muito boa. 12 kms com 184m de acumulado, feitos em 51 minutos. Sempre com muita calma, aproveitando as ciclovias e respeitando as regras de trânsito. Quando cheguei notei que talvez tenha levado muito roupa. Estava um pouco quente e a suar, mas tirei a tshirt que levava por baixo da camisola e fiquei bem.
 
 
O regresso a casa foi diferente. Sabia que em casa havia um chuveiro, pelo que podia "esticar-me", mas o percurso também era mais fácil. O inicio é que não. Subir ao alto do Pq. Eduardo VII a frio não foi fácil e quando cheguei lá acima já estava bem quente. Fiz o resto do caminho até à Pontinha sempre por ciclovia, até que comecei a aproveitar totalmente as vantagens da bicicleta. O trânsito entre a Pontinha e Odivelas era tal que devo ter ultrapassado mais de 100 carros. Cheguei a casa em 45 minutos, fruto de um percurso mais fácil, mas também porque acelerei um pouco.
 
 
O balanço é fantástico. Mas é uma experiência a repetir... poucas vezes. Quando se fala em andar de bicicleta em Lisboa, fala-se nas subidas e descidas. Eu prefiro falar do... clima! Com estes 10º, e com uns ajustes na roupa, acredito que conseguisse fazer isto mais vezes, mas - convenhamos - Portugal é um país com temperatura amena em 10 meses do ano. E, no que me toca, com temperaturas acima dos 15º chegaria ao trabalho a suar em fio. E isso não me parece muito viável. Seria um bom treino diário, é verdade - sempre foram 24 kms -, mas talvez não seja a opção mais prática. Ainda para mais feito com uma bicicleta de BTT. É verdade que me permitiu subir passeios à vontade, e até fazer um pouco de BTT para contornar carros em locais em que a berma era em terra, mas para levar para junto da secretária, subir escadas, entrar em elevadores, só uma bicicleta dobrável serviria.
 
Em termos de tempo... A viagem de metro são cerca de 20 minutos. Talvez espere entre 5/10 minutos em média pela chegado do metro, mais o tempo de estacionar o carro junto à estação, o caminho de e para a estação... calculo que tudo isto me custe uns 40 minutos. Se virmos que, com calma, demorei 51 minutos, a diferença não é grande.
 
Talvez repita na próxima greve. Já em Janeiro provavelmente...

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Adeus e obrigado

Bolas... já estamos nisto outra vez? Parece que ainda ontem estava aqui a escrever o balanço de 2012 e eis que já estamos por aqui todos a festejar o final de um ano e criar expectativas para um novo ano.
Se, para muitos, a época se traduz de Setembro a Julho, para mim faz-se de Janeiro a Dezembro, por isso estamos em altura de fazer balanços. Então o meu 2013 foi assim...

sábado, 7 de dezembro de 2013

E vão 3000 kms!

Eis que um gajo se distraí um bocadinho e quando vai ver já passou os 3000 kms! E, como se sabe, eu sou o gajo das estatísticas, por isso gosto de assinalar estes momentos marcantes. Nunca é demais recordar que a minha contabilidade começou a 27 de Março de 2011, há menos de três anos portanto.

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013
24 de Novembro de 2013
É interessante verificar que o espaçamento entre cada 1000 kms anda a diminuir cada vez mais. Se dos 0 aos 1000 demorei 444 dias, dos 1000 aos 2000 levei apenas 275 dias. Já dos 2000 aos 3000 passaram-se apenas 255. A marca dos 3000 kms foi atingida a 24 de Novembro de 2013, num fantástico treino de BTT em Monsanto.
A contagem de treinos também mostra uma evolução interessante. Fiz 116 nestes últimos 1000 kms, mas apenas 92 contam para a quilometragem, sendo os restantes em actividades indoor, com uma média de 10,9 kms por treino.
Vamos então à evolução por modalidade

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013
24 de Novembro de 2013

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013
24 de Novembro de 2013

 O ciclismo de estrada esteve praticamente posto de lado nestes seis meses que se passaram. Os treinos longos e a preferência pelo BTT assim o ditaram. Ainda assim são apenas 311 kms feitos nestes últimos 1000 kms, ao contrário dos 800 (0-1000 kms) e 430 (1000-2000 kms ).
Situação que terá de mudar daqui para a frente.

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013
24 de Novembro de 2013
A corrida, como seria de esperar, é ocupa a grande fatia, com 659 kms dentro destes 1000 kms. A evolução é notória. 186 kms (0-1000 kms) e 567 kms (1000-2000 kms). Os treinos longos para a Maratona e a Maratona em si ajudaram, e muito, a chegar a esta marca.


24 de Novembro de 2013
A natação é uma nova introdução a esta contagem. Os treinos para o triatlo exigem que me faça à piscina e tenho vindo a evoluir de uma forma satisfatória. Os quilómetros não são muitos, é verdade, mas contam na mesma.

Sendo assim, estes últimos 1000 kms dividem-se da seguinte forma
659 kms - Corrida
311 kms - Bicicleta (Ciclismo/BTT)
34 kms - Natação

A contagem a caminho dos 4000 kms já começou - já vou em 3041 - e com a preparação para os triatlos do próximo ano estimo que vá chegar a essa marca depressa. Será que vou demorar menos de 255 dias? A ver vamos!

domingo, 24 de novembro de 2013

Monsanto power!

Eram 6h30m quando o despertador tocou. Lá fora ainda estava escuro e o "termómetro" do computador indicava que estavam 5º lá fora. "Já apanhei pior", pensei e comecei a preparar-me para mais uma manhã de BTT. O destino seria Monsanto.

domingo, 3 de novembro de 2013

BTT time...

Foi com desconfiança que saí de casa para mais um domingo de BTT. O céu cinzento não deixava adivinhar uma manhã positiva, mas como não chovia ainda por aquela altura, fiz-me à estrada em direção a Caneças para o ponto de encontro com o pessoal dos Metralhas BTT. O intuito era dar mais uma volta pela Mata de Belas, um dos melhores locais nas redondezas para BTT. E foi espetacular. Muitas subidas duras, descidas fantásticas e tudo isto no meio da natureza.
 
 
 
Estas voltas de BTT, mais curtas, são essencialmente boas para treinar a força. Posso não ser o maior tecnicista do mundo a descer, mas gosto de trepar, por isso faço bem uso da força nas pernas para passar por cima de tudo e mais alguma coisa, pedras, raízes, etc. A quilometragem - apenas 42 kms  - pode parecer curta, mas vale bem pela carga que impõe.
 

 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Em Maio foi assim


Maio voltou a ser um mês de grande actividade desportiva, com um treino a cada dois dias, tal como já tinha acontecido em Abril. Joguei muito squash, em virtude de querer acabar em breve o campeonato em que estou inscrito. Só andei uma vez de bicicleta e corri quase 60 kms, com um ritmo médio de 5'01''/km... Nada mau
Agora vem Junho e para começar bem tenho já uma prova neste domingo, a Corrida do Oriente.
Mas sobre isso falarei mais tarde.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Eu e as subidas...

Ultimamente tenho vindo a notar nos meus passeios/treinos de bicicleta, seja em estrada ou nos trilhos, que só fico plenamente satisfeito em voltas que tenham... subidas! Quando saio de casa a preocupação do caminho que vou levar é quais as subidas que vou encontrar.
Quando vou com a malta do BTT vejo os outros a sofrerem nas subidas e a divertirem-se a sério nas descidas; eu divirto-me a sério nas subidas e aproveito as descidas para descansar. Não sou de arriscar a descer, nem ao ponto de ganhar velocidade, na estrada, nem no sentido de atacar descidas íngremes ou muito técnicas nos trilhos. Já nas subidas é ao contrário. Quando mais duras e técnicas melhor. Gosto de trepar por cima de pedras soltas, calhaus, raízes de árvores, ultrapassar os regos que a água cava no chão e não há subidas impossíveis para mim, pelo menos antes de tentar. Posso não conseguir fazê-las, mas ao menos vou tentar!
Como faço pouca estrada não tenho tantas sensações desse género. Mas quando, de carro, passo por uma subida "a sério" começo logo a pensar como será fazê-la a pedalar. Já tenho algumas assinaladas nas redondezas e quando tiver uma bicicleta de estrada vou atacá-las, sem dúvida. Há poucos meses fui à Serra da Estrela e fiz as estradas principais todas, de Seia, da Covilhã, de Manteigas, a subir, a descer e só dava por mim a pensar no sofrimento/gozo que daria subir à Torre de bicicleta um dia. É mais uma ambição desportiva da minha parte a realizar.



terça-feira, 30 de abril de 2013

Em Abril foi assim...

Mês sem provas e que marcou o regresso ao BTT!!!
Ritmo muito bom com 15 treinos em 30 dias...

 

 Venha de lá Maio!


Siga-nos! 
 

terça-feira, 9 de abril de 2013

Eu, BTTista, confesso os meus pecados

Algures em Sintra, o paraíso do BTT!

Hoje quando estava a actualizar os últimos treinos no Sports Tracker dei conta da falta de pontos verdes no calendário, que significam BTT. Há muitos vermelhos, que ligam à corrida, e outros azuis, de ciclismo em estrada, mas nada de verdes. Lá encontrei uns associados à corrida, sinal dos Duatlos, mas nada de pontos verdes isolados. Tive de recuar até Setembro (!!) para encontrar a minha última saída de BTT!


Percebi então como sinto a falta dos trilhos, do mato, das subidas e das descidas, da sensação de liberdade que a bicicleta dá por nos fazer chegar a locais inacessíveis de carro e difíceis de atingir a pé.

E de quem é a culpa de tamanha ausência? De ninguém, para dizer a verdade. Tenho tido algumas provas de corrida ao domingo - e não se pode estar em dois sítios ao mesmo tempo - e também o Inverno rigoroso fez com que, ou tivesse de fazer estrada, ou nem sequer saísse de casa perante os dilúvios que têm caído. É por essas e por outras que tenho vindo a limitar as minhas provas de corrida ao fim-de-semana. Este ano só tenho previstas quatro participações e uma já está feita.

Os domingos TÊM de ser para a bicicleta sempre que houver disponibilidade. Sob pena de, qualquer dia, me esquecer da única coisa que, uma vez aprendida, já não se esquece.

quinta-feira, 14 de março de 2013

2000 kms nas pernas...

Hoje, 14 de Março de 2013, dia de aniversário da minha velhota - parabéns, mãe -, e durante um treino muito bom, superei a marca dos 2000 kms nas pernas.
De notar que esta contabilidade só começou a ser feita no Sports Tracker a 27 de Março de 2011, quando já há muito que andava de bicicleta e também já tinha começado a dar alguns passos na corrida. Mas o que interessa é o que está nos registos, portanto é disso que falarei.

Antes de mais é bom recordar o dia em que cheguei aos 1000 kms. Foi a 13 de Junho de 2012, tendo na altura feito um post sobre isso. Hoje, tal como nesse dia, a meta dos 2000 kms foi obtida a correr, num treino de 10 quilómetros no Campo Grande, muito bom por sinal, com um ritmo abaixo dos 5 mins/km.

Vamos lá então à análise destes últimos mil quilómetros, comparando-os também com os primeiros mil...

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013

Passaram-se 275 dias destes a marca dos 1000 kms, nos quais fiz 79 treinos. No total foram 114, mas os restantes foram em ginásio ou jogos de squash. Antes precisei de 444 dias, mas apenas 56 treinos. A diferença está nos treinos longos. Se a média até aos 1001 foi de 18,8 kms/treino, nos outros 1005 foi apenas 12,7 kms/treino. Menos quilometragem... mais treinos. Vamos ver já porquê.

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013

Ora cá está a justificação para a descida da média de quilómetros por treino. Tenho feito muito menos saídas de bicicleta. Nestes 275 dias fiz apenas 11 treinos, divididos em ciclismo (4) e btt (7), com um total de 430 kms, 170 em estrada e outros 268 por trilhos... Nos primeiros 1000 kms a bicicleta tinha ocupado uma fatia superior a 800 kms. Agora nem chegou a metade...

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013
A corrida é, sem dúvida, a grande evolução. 68 dos meus 114 exercícios foram feitos a correr, ou em treino ou em provas. Foram 567 quilómetros nos últimos 275 dias, uma evolução notável. E tem uma justificação simples. Os treinos à hora de almoço. São, em média, 20 kms por semana que faço a correr à hora de almoço, enquanto a bicicleta só pode ter lugar ao fim-de-semana e as condicionantes da vida e, já agora, do São Pedro, nem sempre deixam oportunidade para me fazer à estrada e aos trilhos.

Bem... resumindo estes 1005 kms. Dividiram-se assim. 567 kms a correr; 268 kms de btt; 170 kms ciclismo.


O desafio continua. Creio que vou demorar ainda menos tempo a atingir a marca dos 3000 kms, até porque em Setembro - se tudo correr bem até lá - começarei os meus treinos para ser triatleta. Mas creio que por essa altura os 3000 kms serão coisa do passado e já estarei a caminho dos 4000!

Obrigado a todos os que me têm feito companhia nestes quilómetros. Não vou estar a enumerar todos, vocês sabem quem são. Não minto quando digo que tornam cada quilómetro mais fácil de fazer.

Sem vocês não seria a mesma coisa.
 

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Duatlo das Lezírias 2013


Depois da primeira experiência no Duatlo do Jamor, não tive de esperar muito até voltar a aventurar-me numa prova de corrida e bicicleta. O Duatlo das Lezírias chegou passadas apenas duas semanas e, desta vez, sem lama! Há 15 dias, em Oeiras, tinha sido demais e não me estava nada a apetecer levar com barro nas rodas durante 30 quilómetros de BTT. Assim fiquei contente quando, a uma semana as previsões apontavam para largos dias de Sol antes deste Duatlo. E ainda bem.
Para esta prova vinha com algum cuidado, em termos de expectativas. No Jamor ia a apontar para um determinado tempo e depois, fruto das circunstâncias da prova, a coisa não correu conforme o esperado. Assim, desta vez preferir apontar por alto para as 2h15 como tempo alvo. Como estava enganado.

A prova correu-me muito bem desde o tiro de partida. Senti as pernas leves e frescas, pelo que consegui impor um ritmo forte logo ao início. Porém, sem relógio nem indicação de kms ao longo do percurso, não conseguia saber bem a que ritmo ia. Sabia que devia andar na casa dos 5 mins/km, o que já seria muito bom. Enganei-me redondamente. Entrei no parque de transição aos 27 minutos de prova, com uma média impressionante - para mim, claro -  de 4:30 mins/km!
Fiz uma transição rápida para a bicicleta e arranquei a todo o gás. Que bem me sentia. Os primeiros 7 kms de BTT eram uma recta muito longa, num piso praticamente liso que permitia um andamento forte. Consegui fazer uma média de 27 km/h nesses primeiros quilómetros e, mesmo depois de baixar um pouco, fechei a primeira volta de 14,5 kms com 36 minutos. A poucos quilómetros do fim dessa primeira volta tive uma situação que podia ter corrido muito mal. Quando seguia a uma velocidade considerável, a rondar os 25/30 kms/h, ouvi um barulho vindo da roda da frente. Achei estranho e tratei de olhar para tudo na tentativa de perceber o que era. Sem perceber de onde vinha, achei que era ruído apenas da trepidação do solo. Mas não... O barulho continuou numa zona mais lisa e voltei a olhar. Foi aí que reparei no aperto rápido da roda dianteira. Estava virado para baixo, quando o deixo sempre para cima. Isso só podia significar uma coisa, tinha a roda solta. Parei e quando toquei na roda gelei... Estava completamente desapertada e só o peso da bicicleta a estava a manter no encaixe. Bastava um solavanco um pouco mais alto e teria sido queda feia... Tive sorte e serviu de lição para a próxima.
Se a primeira volta da BTT tinha sido tranquila, a segunda já nã o foi fácil. Apareceu o vento que estava de frente na tal recta de 7 kms. O que antes inha parecido uma pista, agora parecia uma subida. A muito custo lá se fez, desta vez numa média entre os 22/24 kms/h. Ainda assim consegui aguentar um bom ritmo e terminei o percurso de BTT com 1h21m20s. Coloquei os sapatos de corrida e fiz-me ao último percurso que pensava ser de três quilómetros.
Nos primeiros 500 metros as pernas não responderam muito bem, estavam um pouco pesadas, mas depois com o habituar da passada a coisa correu muito melhor. Melhor ainda quando percebi que o percurso tinha sido encurtado para apenas dois quilómetros. Consegui puxar bem até ao final e terminei esse segmento em 9m17, com um tempo total de 1h57m39s, quase 20 minutos a menos do que tinha previsto!



Foi uma prova muito boa para mim. Senti-me muito bem fisicamente! Fiz as minhas melhores corridas de sempre com uma média de 4'30''/km e 4'38''/km no primeiro e segundo segmento de atletismo. Nunca tinha corrido tão depressa e, já agora, nunca tinha pedalado em BTT tão depressa, com uma média de 21.4km/h. Só por estes dados já é possível perceber que era difícil ter-me corrido melhor.





Esta foto foi tirada especialmente para o Joel.
Aqui também havia bifanas, pá!
Tens de passar a vir comigo às provas. Eu pedalo, tu comes!




terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Duatlo do Jamor 2013... finalmente o report!

Depois de tanto andar a falar do Duatlo do Jamor, eis que chegou finalmente o dia da prova. Era algo em que já pensava há cerca de um ano. Sou um bttista convicto que, por força de um projecto pessoal, acabei por começar a correr também. E a verdade é que a corrida tornou-se também numa pequena paixão. Não tão viciante como o BTT, mas sim, é uma paixão.
 
Foi no final de 2011 que comecei a ter ideias de as juntar numa só prova, os duatlos. O do Jamor foi o primeiro que vi e fiquei de imediato obcecado por esta prova. Mas para 2012 nem pensar. Não tinha preparação para tal, pelo que se tornou no primeiro grande objectivo de 2013.
 
Como em todas estas aventuras, a emoção começa ainda em casa, com os preparativos. Sendo a minha estreia andei um pouco aos papéis. O que devo levar? Armei-me em "gaja" - lá vou eu levar nas orelhas - e decidi levar tudo. E que trabalheira que isso dá! Até tive de fazer uma checklist para ver se não me esquecia de nada. Para piorar o tempo estava incerto, pelo que tinha de levar roupa para chuva e ainda roupa seca para poder vestir caso ficasse encharcado.
 
A logística no local também seria novidade para mim. O companheirismo da malta da CGD veio ao de cima, mais uma vez, e em poucos dias foi-me apresentado um triatleta que ia participar na prova. Entrámos em contacto um com o outro e predispos-se de imediato a ajudar-me no que foi preciso. Desde já um obrigado ao Carlos Albano por isso. Encontrámo-nos no dia da prova e ele orientou-me no que foi preciso. Dorsais levantam-se ali, mete o chip, o capacete, etc. Notei logo o facto de ser uma prova oficial, da Federação Portuguesa de Triatlo. Não podia haver falhas, estava uma competição em causa. Era tudo verificado ao pormenor. No parque de transição lá instalei a bicicleta, com a preocupação de não me esquecer de onde estava. No meio da prova, com toda a confusão, enganar-me no corredor podia significar alguns segundos ao lixo. Já com tudo instalado no parque de transição, estava pronto para começar-
 
A prova começou com 5 kms de corrida. Deixei os atletas mais rápidos partirem à frente e arranquei logo cá para trás. O Carlos Albano ganhou-me logo alguns metros pois preferi não colocar um ritmo muito alto. O primeiro percurso de corrida não era fácil. Tinha 3 ou 4 subidas, duas delas - a mesma, mas feita duas vezes - eram mesmo muito complicadas. Mas senti-me bem e fiz um tempo bom, com 26 minutos à passagem para a bicicleta.
 
A transição foi fácil, como esperava aliás. As pernas reagiram muito bem à passagem para a bicicleta e nem senti a subida inicial. Arranquei a um bom ritmo, como se tivesse acabado de começar a prova. A lama começou de imediato a marcar presença e em poucos minutos já a tinha por todo o lado. Os primeiros cinco quilómetros foram tranquilos, praticamente de rodagem. Foi mais ou menos nessa marca que apanhei o Albano, parado com um furo. Ele disse-me que estava tudo bem e mandou-me seguir. Acabaria por desistir... Foi pena, mas compreendo-o bem. Reparar um pneu naquelas condições de lama por todo o lado seria uma tortura e tiraria a vontade de continuar a qualquer um. Já para não falar no tempo perdido, claro. A lama, essa, não dava tréguas. Era cada vez mais e tornava-se difícil pedalar. Não sou um grande tecnicista, mas a pouca técnica que tenho deu um jeitaço nos trilhos escorregadios. Não foram poucos os que vi cair à minha frente, enquanto eu me aguentava sempre a pedalar. Mas o pior estava para vir nos últimos três kms. Atravessado o vale do Jamor para o lado dos courts de ténis, encontrei as subidas mais complicadas... Bem, complicadas é ser simpático. Complicadas serão no verão, com tempo seco. Com lama são impossíveis. Ninguém as conseguiu fazer a pedalar. E a pé não eram mais fáceis. Os sapatos escorregavam constantemente. Por cada passo que dava de meio metro, o pé recuava uns 30 cms... E ainda houve umas três subidas assim. A certa altura dei por mim a pensar que daria tudo por voltar ao segmento de corrida...
 
Os trilhos de lama finalmente acabaram e voltei ao parque de transição. 1h10 no percurso de BTT não era um tempo famoso, mas depois de tudo o que tinha passado, já me dava por satisfeito por não ter caído nem me ter magoado. Com lama por todo o lado, arranquei para a estrada, desta vez a correr. O percurso era semelhante ao do primeiro segmento, mas já sem incluir a tal subida. Mas tinha outra, da estrada que liga o estádio às piscinas. Até à pista de canoagem senti-me bem, mas assim que comecei a subir notei o peso do esforço de tanta lama na prova de BTT. Consegui fazer a subida toda a correr, mas a um ritmo muito lento. Havia quem estivesse pior e ainda ultrapassei uns quantos atletas nesse último quilómetro. Quando entrei na pista de atletismo do Jamor senti-me triunfante. Olhei para o relógio e vi 1h50m... Calculei logo que seriam uns 400 metros muito longos... E foram, mas muito saborosos também. Quando acabei a prova sentia-me um verdadeiro campeão, um Duatleta!
 
Fiz 1h52m14s, uns 15/20 minutos a mais do que tinha planeado. Foi a prova de BTT que deu cabo de tudo. Aquela lama não estava nos planos, mas já percebi que é a imagem de marca deste Duatlo do Jamor. Para o ano cá estarei, sem dúvida!
 
Até lá tenho um ano inteiro pela frente, mais de 300 dias que servirão para melhorar ainda mais a forma e ganhar experiência nestas provas de Duatlo. A começar já a 10 de Fevereiro, no Duatlo das Lezírias.
 
 


Antes do banho de lama...
 
Durante o banho de lama...
A bicicleta, depois do banho de lama...

O jersey, depois do banho de lama...