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segunda-feira, 7 de maio de 2012

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Um ano de Sports Tracker

 É uma pequena mariquice, eu sei - vá, chamem-me de cromo -, mas fruto da minha profissão, gosto destas coisas, de analisar pormenores, coisas que à primeira vista parecem não ter importância, mas para mim funcionam como factor motivacional.
Apercebi-me então que estou a usar o Sports Tracker há cerca de um ano. Comecei a usá-lo regularmente em Abril de 2011 e desde então tenho controlado o meu exercício físico através desta ferramenta.

E isso permite-me concluir várias coisas:
  1. Os últimos 365 dias foram terríveis ao nível do pedal. Menos de 800 quilómetros percorridos é uma vergonha, ainda para mais porque registei apenas 24 saídas de casa... É verdade que houve motivos de força maior - e isso é que importa -, mas também não deixa de ser verdade que rentabilizei mal essas saídas. Com 50 kms por saída teria chegado aos 1200 kms, um número mais aceitável para mim. Assim fico-me em cerca de 30 kms a cada vez que saio de casa. Um número a melhorar até ao final de 2012, assim espero;
  2. A corrida é algo que me surpreende. Saí 18 vezes para correr no último ano. 18! Isto para quem não gosta de correr é muito. Está quase ao nível do meu desporto preferido, o BTT. De qualquer forma, também é um número com natural tendência para subir, graças às corridas semanais à hora de almoço que vão ser mais frequentes com o chegar do bom tempo;
  3. A parte indoor... Quase dois dias inteirinhos sem ver a cor do céu. A parte do squash ainda vá, gosto, dá-me prazer, tudo ok. Mas a maior fatia deste tempo foi passado no ginásio, a pedalar sem sair do lugar, a correr sem avançar, a empurrar, levantar e puxar pesos. E disso é que não gosto. Sinceramente, não me importo nada que este número baixe - ou se mantenha - até ao final do ano. Desde que os outros subam...
  4. No geral não me posso queixar, claro. Quase 100 mil calorias abatidas em mais 100 horas a praticar desporto. 115 registos de exercício, o que dá mais de dois por semana. Bem bom para quem ainda há dois anos pesava 92 kgs e jogava futebol de 15 em 15 dias e andava de bicicleta em ciclovias, devagarinho e com 10 paragens...

Conclusão: Estou mais perto do meu objectivo principal: baixar dos 80 kgs até ao final do ano (chegar aos 75 kgs seria de sonho, mas quero sonhar tão alto por agora...)
Para já estou com 82.5 kgs, mas ainda vamos em Abril...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Run & Bike Odivelas

Ora é assim...Os dois meninos dedicados à corrida que se entendam, mas eu quero ir a esta prova...

Estafeta Run & Bike
 
27/05/2012 09:00 – 14:00

Em pleno coração verde do concelho, Pinhal da Paiã, vamos organizar uma prova diferente, aliando dois desportos individuais, corrida e ciclismo num jogo de equipa. As equipas são compostas por 2 elementos, onde um efectua o segmento de corrida e o outro depois de receber o testemunho efectua o segmento de bicicleta.

Serão divulgados mais detalhes sobre o evento em data mais próxima à sua realização.


Claro está que quem vai pedalar sou eu, né??

quarta-feira, 14 de março de 2012

Duatlo - O próximo desafio

No final de 2011 disse que um dos meus objectivos para este ano seria atingir uma boa forma física para entrar num Duatlo no início de 2013. Porém o ser humano é curioso e impaciente por natureza e não sei se me vou aguentar até lá! E por várias razões.
A primeira é porque me sinto em boa forma física. Tenho andado a correr mais e as voltas de BTT correm cada vez melhor, chegando ao final em boas condições. Depois porque percebi que há várias distâncias de Duatlo. Quando comecei a investigar só vi provas de distância Standard, em que as distâncias assustam. 10 kms a correr já são violentos para mim, mas se a isso se seguirem 40 kms de bicicleta então essa violência torna-se maior.
Mas agora que tenho a tratar de perceber o assunto de uma forma mais profunda, tomei conhecimento que há provas acessíveis para quem está a começar, as Sprint, ou SuperSprint. A título de exemplo está o Duatlo do Jamor (2 + 8 + 1 kms), Lezírias (2 + 8.7 + 1 kms) ou Ourém (2.3 + 9.5 + 1.1 kms), só para referir alguns.
É claro que antes de sequer pensar em avançar para este desafio tenho de treinar as transições corrida-ciclismo que, ao que parece, são duras. Não sei. Ou corro ou pedalo. Tirando algumas experiências no ginásio nunca tive nada a sério neste âmbito.
Agora é estar atento a provas futuras e ver o que se consegue fazer. O objectivo para já é começar, fazer estes SuperSprints e depois, quem sabe, chegar a uma prova Standard.

Alguém me acompanha?
Eheheh...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Com a moral em alta

 Enquanto uns dormiam e outros se preocupavam com coisas insignificantes, como trazer crianças ao mundo, às 6h30 da matina levantei o rabinho da cama já preparado para sofrer. A vaga de frio polar estava lá fora, mas não era isso que me ia impedir de passar uma manhã de BTT em Monsanto, o "quintal" mais famoso da zona de Lisboa.
Devidamente protegido contra o frio, sai às 7h15 de casa prontinho para enfrentar os 2º lá fora. Com 2 pares de luvas de Inverno, não esperava ter frio na zona mais sensível para os ciclistas, que são as mãos, mas ao fim 5 kms estava prontinho para voltar para casa. Já não sentia os dedos e começava a doer. O vizinho C., que ia comigo, estava na mesma situação, mas assim que apanhámos a subida da Pontinha, e o coração começou a bombear mais forte, o sangue chegou às extremidades e os dedos voltavam aos poucos a ficar funcionais.
No Monsanto, à nossa espera, estavam cerca de 30 Metralhas. Partimos em pelotão em busca dos melhores trilhos da zona e foi muito bom. Pessoalmente foi a melhor manhã de BTT no Monsanto desde que me iniciei nesta prática. Senti-me muito bem, muito confiante, e dominei todos os trilhos nos quais normalmente me "borro", optando por desmontar e fazer a pé. Hoje não. Foram descidas, foram trilhos técnicos e até uma escadinha de 2 degraus venci.




A manhã teria sido perfeita não fosse um azar grande no final da volta. Num trilho perigoso e arriscado, um companheiro deu uma queda forte. Como se não bastasse a queda, ainda chocou de frente contra uma árvore e não mais se levantou. Pela primeira vez nestes anos todos alguém deixou o grupo deitado numa maca do INEM. E a coisa parece ser feia. O primeiro diagnóstico aponta para luxação no ombro e um enfisema pulmunar. Mas pode não ser tudo. Enfim... Incrivel como uma brincadeira se torna numa chatice para meses... É por estas e por outras que à mínima dúvida, vou a pé.


domingo, 22 de janeiro de 2012

Monsanto. Habitat Natural...

Sem que nada o fizesse prever, eis que hoje fui dar uma voltinhas de BTT pelo Monsanto, na companhia do vizinho C. Foi um percurso curto, é verdade, a rondar os 30 kms, mas com uma agenda apertada foi o melhor que se pôde arranjar. E foi bem bom.
Monsanto é sempre bom. Dá para pedalar só pelo prazer de andar pela Natureza, dá para suar as estopinhas em subidas mais puxadas - bem ao meu gosto - e dá, claro, para aprimorar a técnica. Hoje, sem a confusão do grupo d'Os Metralhas, deu para passar por locais em que, até agora, me amedontrava. Seguindo a rota do C. foi só fazer as coisas devagarinho e já está. Já se sabe que quando a confiança não é muita, o que custa é a primeira vez e agora que já consegui passar em certos locais é só experimentar outra vez, sem receios.
A volta serviu também para testar a condição física. Ainda que pedalar seja diferente de correr, foi bom ver que acabei os 30 kms fresquinho e pronto para mais. E atenção que no final aventurámo-nos numa subida valente e exigente, aqui mesmo ao pé de casa. Quem diria que estava aqui, às portas da Urbanização, um trilho tão potente?? Mas foi bom ver que não estou tão mal quanto pensava. É que de hoje a uma semana há os 10 kms do Lumiar, a correr. Ai como vai doer... ai vai, vai!!

domingo, 31 de julho de 2011

A despedida à Scott...

 Foi em Belas - zona excelente para a prática de BTT -  que me despedi da minha Scott Aspect 45. Comprei-a em Novembro de 2009 e até hoje passei 120 horas em cima dela, a percorrer 1795 kms... Foi uma máquina muito boa, a minha primeira bicicleta a sério, a primeira que não foi de supermercado.
Não estava a pensar vendê-la por esta altura. Tinha planeado fazer negócio lá mais para o final do ano, ou mesmo no início de 2012, mas à ida à oficina para reparar os estragos da queda do último passeio, o mecânico meu amigo perguntou-me se não estaria interessado em vendê-la, pois havia um amigo dele que estava à procura de uma bicicleta em segunda-mão. Não era algo em mente, mas não disse que não. Estabeleci um preço mínimo e dei-lhe carta branca. E o negócio fez-se. Quase sem dar por isso, e sem querer, fiquei sem bicicleta e por um preço muito satisfatório.
Antes da entrega ainda tive tempo de uma última incursão pelo mato. Curioso que a última vez da minha Scott foi a primeira do meu novo jersey, d'Os Metralhas BTT, o grupo com quem tenho andado nos últimos meses. O destino era Belas e o objectivo era regressar cedo, devido a obrigações familiares. Foram 30 kms de despedida que, ainda assim, cumpri a medo. Tinha receio que algo acontecesse que estragasse o negócio. Assim tive ainda mais cuidado que o habitual, para que nada acontecesse. E não aconteceu.
No regresso a casa dei-lhe banho pela última vez para a entregar ao novo dono. E lá foi...
Venha a próxima!

domingo, 10 de julho de 2011

A primeira peça partida

Como tem acontecido nos últimos domingos, levantei-me cedinho para uma volta de bicicleta. O objectivo é chegar cedo a casa - 9h30 no máximo - o que faz com que não possa aventurar-me a fazer voltas superiores a 30 kms.
Desta feita arranquei às 7h45, na companhia de um vizinho, e fomos em direcção ao parque do Monsanto. O objectivo era fazer os 8/9 kms até lá, fazer mais uns tantos por trilhos simples, e voltar. No total seriam cerca de 25 kms, mais que suficiente para estar em casa à hora prevista. O plano era bom, era uma boa pedalada, cumpria-se o requisito horário e ainda se fazia uns trilhos de BTT.
O pior veio já no final. À saída de um trilho, numa curva em descida, não consegui escapar a um cepo no meio do caminho. A roda da frente bateu em cheio e dei uma queda forte. A "regra" diz que se deve colocar o corpo entre a bicicleta e o chão - a pele volta a crescer, mas a tinta não -, mas o instinto resolveu ignorar a regra. A bicicleta caiu descontrolada e decidi usar as mãos para me proteger. E ainda bem. Não me magoei num local que apresentava muitas pedras e arbustos. O pior veio quando levantei a bicicleta do chão. Desviador da frente partido, corrente partida e prato da pedaleira empenado. Valeu-me o meu companheiro de viagem, bem mais desenrascado que eu nas questões de mecânica. Levou, ainda assim, quase 45 minutos a colocar a bicicleta a rodar de novo. Sem mudanças à frente, e com a corrente esticada ao máximo, decidimos regressar a casa de imediato.
Agora há que colocar a máquina a arranjar e já sei que vou ter de largar alguns euros. Não é bom, é verdade, mas é bom lembrar que em quase quatro anos de BTT foi a primeira vez que parti algo na bicicleta. O saldo não é mau...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Metralhada - Sintra (Volta do Abano)

Com o Sol a brilhar durante toda a semana, afigurava-se uma bela manhã de BTT. E assim foi.
Às 8h uma pequena multidão do pessoal d'Os Metralhas já se juntava na Barragem da Mula, em Sintra, para a subida à Serra e depois descer praticamente até ao Guincho. Como sempre a boa disposição imperou e aos poucos o grupo fez-se aos trilhos.
Em Sintra, já se sabe, há que subir. E muito. Nos primeiros 9 kms devemos ter feito uns oito a subir. E por estar alturas é aqui que me sinto bem. Os cinco meses de ginásio intensivo, e os seis quilos a menos, dão frutos nestas alturas. Sempre gostei de subir, mas agora faço-o bem, com força e cadência. Antes quando via uma subida começava logo a pensar nsa dificuldades, agora abraço-as e até as subidas mais técnicas, com pedras e pequenas valas, consigo fazer. Já há três semanas que me sinto assim o que me deixa satisfeito com a minha forma.
Já a descer não é bem assim. Desde o alto do Peninha até às praias foi sempre a descer, em trilhos com pedras e é aqui que revelo a minha maior fragilidade a pedalar: o medo. Tenho medo de cair. Não há nada a fazer. A aliar a esse receio está a minha falta de técnica. O que para uns é um caminho técnico e apenas algo complicado, para mim é uma dor de cabeça.
Mas desta vez até me saí bem. É verdade que os trilhos não eram muito difíceis, mais fi-los praticamente a todos em cima da bicicleta e sem quedas, o que é o mais importante.
Para a semana Os Metralhas prepararam uma volta especial na Tapada Militar de Mafra. Lá estarei.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Metralhada - Loures -» Fanhões

Lama, muita lama. Foi esta a assinatura de volta de hoje, novamente com a malda d'Os Metralhas. Tudo apontava para um trajecto interessante, duro e divertido, mas a noite de sábado para domingo, com alguma chuva, deixou os trilhos impraticáveis.
Os primeiros quilómetros foram tranquilos, feitos por estrada para evitar as lezírias de Loures que se previam estar encharcadas, só ao fim de 15 kms entrámos em terra e bastaram cerca de 200 metros para a lama mostrar toda a sua força. As rodas "agarraram" a terra que foi depois ficando presa na suspensão e na transmissão. Começavam as operações de limpeza que na altura já se mostravam ingratas, com a consciência que bastariam algumas centenas de metros para ficar tudo igual. E assim foi. Valeram-nos os estradões, que nos deram uns quilómetros de tranquilidade para subir e descer até aos "pneus" onde começou a segunda subida do percurso.
Esta revelou-se bem dura, num caminho que não conhecia. O piso estava mole, mas a lama deu um pouco de tréguas, mas já no final da subida voltou a afectar-se, e agora de uma forma ainda mais forte. Foi de tal forma que decidimos colocar um ponto final à volta e fomos em busca do alcatrão que nos levasse de volta a Loures em busca, depois, de uma lavagem automática.
Foi já com a bicicleta livre de lama que rumei a solo até Odivelas. Para a semana é a vez de Sintra. Lá estarei, se puder.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Metralhada - Loures -» Negrais

Depois de vários adiamentos, chegou finalmente o dia da minha estreia com o grupo d'Os Metralhas BTT. São um grupo grande e com a base no Lumiar - com sede e tudo - e já tinha ouvido falar muito deles, quer por intermédio de alguns companheiros de pedalada que costumam andar com eles, quer também através do seu tópico de discussão no Fórum BTT, um dos mais concorridos.
O ponto de encontro aconteceu na Igreja de Loures, bem cedinho, às 7h45 da manhã. Optei por ir a pedalar desde Odivelas para fazer companhia ao Peter que também foi. A saída de casa custou bastante, ainda antes do Sol nascer. O frio apertava e o vento gelava as mãos. Mas a vontade de pedalar era grande e lá rumámos a Loures.
O pessoal da metralhada revelou-se impecável. Sentimo-nos de imediato abraçados pelo seu espírito brincalhão e de camaradagem e não precisámos de mais nada para nos sentirmos bem no meio de todos eles. Depois foi só começar a rolar.
Os primeiros quilómetros foram bem duros, com a subida do Correio-Mor que tão bem conheço. Por já vir com quase 10 kms nas pernas, e por estar bem fisicamente, não me custou muito fazê-la, mas imagino o que terão sofrido alguns que arrancaram a frio naquele momento e "levaram" logo com aqueles kms de subidas. O percurso foi depois para caminhos que não conhecia, em direcção a Dona Maria, Almargem do Bispo e Negrais. De sublinhar a preparação da equipa para o percurso que já vinha delineado de casa, evitando-se assim perdas de tempo à procura do melhor caminho.
Só o frio parecia dificultar-nos a vida. A mim, em particular, afectava-me muito as mãos. No tronco nem por isso, pois estava protegido por uma camisola térmica - já agora, foi a estreia do meu jersey da LiveStrong -, mas as mãos gelavam a cada descida, relembramo-me da importância de comprar umas luvas de Inverno decentes. O regresso a Loures foi já feito com o grupo partido, pois alguns quiseram regressar mais cedo, entre eles estava o Peter, e não o ia deixar sozinho. Os restantes ainda foram às éolicas.
A chegada a casa deu-se bem cedo, às 12h, uma hora perfeita para um almoço em família.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Maratona de Canha 2009

 Hoje estreei-me nas lides das Maratonas. Já tinha ouvido falar, mas nunca tinha visto de perto, nunca tinha sentido o ambiente da coisa. A inscrição foi feita em cima do joelho, muito graças ao JS, um colega de trabalho, que me conseguiu uma vaga de última hora. Fui com ele, adepto de estrada, que se ia aventurar, por uma manhã apenas, no BTT.
Para mim foi tudo novidade. A bicicleta, que era nova, a estrear, e o acontecimento. O facto de ter um dorsar na bicicleta, de haver tempos e classificações, uma partida e uma meta. Ao ver-me no meio de toda aquela multidão - eram cerca de 900 participantes - senti-me muito pequeno. Ali estava eu, todo entusiasmado com a minha nova Scott, mas para onde quer que olhava só via máquinas superiores, e muito, à minha. Aí percebi que o meu mundo de BTT era ainda muito pequeno.
Falando da Maratona propriamente dita posso dizer que correu-me muito bem. Fiz os primeiros kms com o JS, mas assim que o percurso alargou ele convidou-me a acelerar.
Mais habituado ao ritmo de estrada, queria aproveitar os trilhos mais rolantes para ganhar tempo e posições. Já para mim aquele ritmo a que seguíamos estava bom, pelo que fiquei-me por ali e combinámos encontro para a meta. A partir do km5, mais ou menos, fiz a corrida a solo. Estabeleci o meu ritmo e fiquei contente quando no primeiro abastecimento, aos 20 kms, levava um hora de percurso. Nada mau para mim, essa média. Mas eu também sabia que a primeira metade de Canha era rolante e que o pior aconteceria entre os km 25 e 35. E assim foi. Surgiram um conjunto de subidas e trilhos que, ainda que não fossem dificeís de ultrapassar, para mim foram suficientes para o esgotamento físico. Os últimos cinco kms já foram feitos a um ritmo muito baixo em direcção a Canha onde cheguei com 2h39m, na posição 492º, entre 630 partipantes dos 40 km. Para o ano há mais.

segunda-feira, 9 de março de 2009

A Nova Máquina

Dois dias depois de a ter ido levantar à SportZone do Colombo, eis que chegou o momento de colocar a minha Berg Torah 3.0 Disc à prova. O percurso talvez não tenha sido o melhor para perceber as suas reais capacidades, mas eu próprio não estou com as minhas capacidades pedaleiras a 100%, por isso até foi o caminho ideal. Algumas subidas para ver como se comportava, e lama para ver se escorregava ou não. Para desgosto de muitos, recusei-me a estreá-la num rio lamacento que se atravessou no meu caminho. Preferi passar ao lado... afinal a bike é nova, que raios... Mas sempre a sujei, e bem. Quanto ao comportamento, até agora tudo ok. Os pneus parece excelentes, comportam-se às 1000 maravilhas em lama. Escorregam pouco e ajudam a atravessar percursos mais pesados, como aquele junto a Unhos. Quanto à suspensão, não houve um teste à sua altura que permitisse avaliá-la como deve ser, mas ainda assim já deu para ver que os meus braços vão deixar de doer ao fim de cada etapa.
Nota em suspenso apenas para o seu comportamente em estrada. Quando o caminho o permitia, e metia a 7ª e a 8ª velocidade havia um ruído que incomodava um pouco. Os mais experientes dizem que é de ser nova, assim nada melhor que voltar a experimentá-la, já para a semana.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Nova Máquina

É já no sábado que vou levantar a minha nova máquina. Domingo arrumo a velha Vilar de 1999, adquirida num qualquer supermercado, e dedico-me a esta Berg Torah 3.0 Disc. Espero apenas que se porte tão bem como a anterior, que nunca me deu problemas. Em 10 anos necessitei apenas de substituir uma corrente e os travões, ambos estragados pelo desgaste.
Mas a Torah tem uma nova missão. Com ela espero retomar a forma física do início do século. É com ela que espero em breve acompanhar o ritmo do resto do pessoal da Colinas Bike Tour, muito mais experiente e apto que eu para altas andanças no BTT. Como diz um companheiro, um tal de Atabão, tanto faz uma bicicleta de 200 como uma de 2000 euros, pois as pernas é que pedalam. É caso para dizer que, antes da nova máquina, só espero que as minhas pernas não me deixem ficar mal.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Isto sim, é uma descida

Bem meus caros amigos
Tinha de começar por algum lado, e como não tenho fotos nem vídeos dos nossos passeios deixo aqui um filme de uns tipos a descerem os Alpes. São 8 minutos em alta velocidade, e sempre com o precipício bem ali ao lado.
Espero que gostem.

domingo, 1 de março de 2009

CBT - Colinas -» Eólicas de Fanhões

Mais de quatro meses depois da minha última pedalada, decidi regressar às lides das duas rodas. Se por um lado foi em boa hora, pois há muito que vinha a adiar o regresso, por outro não sei o que raio me deu na cabeça, pois voltei logo em semana de abuso. Lançado o desafio de irmos às Eólicas de Fanhões, alguém achou que era uma boa ideia ser hoje, para mal dos meus pecados. A primeira parte, até ao MARL, fez-se bem, o pior foi quando as subidas se atravessaram no nosso caminho. Grande parte delas tive de as fazer a pé, levando a Vilar pela mão. Aos poucos fomos chegando ao nosso objectivo, chegando depois à descida até ao restaurante dos Pneus. Rumámos a Loures e a Odivelas para a etapa final, percurso que me custou imenso a percorrer, esgotadas que estavam todas e quaisquer energias que tinha para o dia de hoje. À entrada na cidade fomos recebidos pelo São Pedro, que nos brindou com uma valente chuvada. Parece que trouxe energia - isso ou o facto de estar frio - pois ganhei forças para chegar ainda mais depressa a casa.

CBT - Colinas -» Caneças -» Loures

Desta vez sem a presença do Atabão, decidimos enveredar por um caminho já antes feito na companhia dele, mas no qual menos de meia dúzia tinham marcado presença. Partimos então rumo a Caneças, e pela primeira vez a parte inicial do percurso foi muito mais duro que o final. O percurso não foi fácil, mas fez-se com o entusiasmo do costume. Aproveitámos para uma passagem pela Quinta das Águas Férreas, onde o nosso guru trabalhava no duro com um grupo da Odicaminhada. Seguido caminho festejámos o fim das subidas com uma descida digna do BTT. Boa para uns, mau para quem insistia em não ter suspensão na bicicleta... como eu! Com maior ou menos dificuldade, mais ou menos dores nos braços, lá chegámos a Loures, não sem antes passarmos pelo Palácio do Correio Mor, um belo local, ainda que desconhecido da maioria dos habitantes nas redondezas.

CBT - Colinas -» Expo -» Marquês de Pombal

Algumas depois de alguns dos membros da CBT terem participado na "Lisboa Ciclável", surgiu a ideia de seguirmos até ao centro de Lisboa. Rumámos então à Expo, desta vez por Unhos, poupando assim as nossas pernas a uns quilómetros extra, adicionados por um eventual desvio até ao Tojal. Seguimos então pelo Parque das Nações, com passagem pela Torre, pelo Pavilhão Atlântico e pelo Oceanário, até chegarmos à Rua da Cintura do Porto de Lisboa, onde fomos surpreendidos por uma quantidade invulgar de ciclistas, uns mais "profissionais" que outros, ora com os filhos, ora sozinhos ou mesmo em grupo, como nós. Pedalámos até à Praça do Comércio, subimos a Rua Augusta - uma experiência sempre nova, uma vez que é uma rua pedonal, e escalámos a Avenida da Liberdade até nos refugiarmos debaixo do leão do Marquês. Seguimos depois pelo Saldanha e Avenida da República até ao Campo Grande, onde beneficámos do jardim para circular à-vontade, sem a confusão automóvel. Depois foi só descer a Calcada de Carriche para chegarmos de novo a Odivelas.

CBT - Colinas -» Tojal -» Famões

Uma semana depois de tão puxada viagem à Vialonga, proibimos expressamente o Atabão de liderar o grupo. Assim, sem as suas orientações, limitámo-nos a rodar até ao Tojal e voltar. Decidimos até fazer uma passagem pela EcoPista da Paiã, afim de recordarmos os "bons velhos tempos" que, afinal de contas, não eram assim tão velhos. Mas como já atingimos um nível aceitável nas pedaladas, chegámos a Odivelas bastante cedo e com muito mais energia nas pernas do que o habitual. Foi então que alguém se lembrou... "e se fossemos a Famões?" Os outros aceitaram a ideia e lá foi o Atabão para a frente de comitiva outra vez, pois só ele sabia os melhores caminhos para levar toda a gente a bom porto. Mas da Paiã a Famões ainda vão uns quilómetros, mas o pior é que são quase sempre a subir. Felizmente o nosso guru é bom homem e tratou de nos salvaguardar encontrando uns atalhos mais aceitáveis para conseguirmos regressar às Colinas.