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sábado, 12 de setembro de 2015

E já cá cantam 6000 km

Ora cá está o homem da contabilidade de novo com a conversa dos kms. Eu... um gajo de letras, a fazer contas, tabelas em Excel, estatísticas e tal... ganda maluco, é o que é.
Pois que já cheguei aos 6000 kms feitos nisto do desporto, isto desde o dia 27 de Março de 2011, altura em que comecei a contabilizar a coisa com aplicação no telemóvel. Quilómetros distribuídos assim



Apesar dos meses de Junho e Julho não terem sido famosos a nível de treinos, a verdade é que estes 1000 kms foram feitos no período mais curto de sempre. Apenas 179 dias, com 89 treinos feitos. Para isso muito ajudou os treinos de bicicleta feitos nos últimos seis meses, com mais 600 kms


0000-1000 kms: 444 dias
1000-2000 kms: 275 dias
2000-3000 kms: 255 dias
3000-4000 kms: 196 dias
4000-5000 kms: 279 dias
5000-6000 kms: 179 dias

Com o aumentar da quilometragem na bicicleta, esta "ganhou" terreno face à corrida. Se até aos 5000 kms a diferença era curta (menos de 200 kms ) agora alargou-se. 2688 kms a correr e 3166 a pedalar

Pelo meio fiz o meu primeiro triatlo de distância Half-Ironman e está para breve uma nova experiência nessas andanças, em Cascais. É já no dia 27...

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Lisboa Triathlon - Um sonho cumprido em três actos

Eram 4h45m quando o despertador tocou. Tinha dormido pouco mais de quatro horas, mas tinham parecido apenas quatro minutos. Tinha chegado o dia do Lisboa Triathlon, algo que estava no meu horizonte há bastante tempo. Há tempo demais. Mas há objectivos que não podem ser apressados e este era um deles. Tinha de chegar na altura certa. 2 de Maio de 2015 era o dia.
Na véspera tinha ficado já tudo pronto. A bicicleta já estava no carro, o saco já estava fechado e o que havia a fazer nessa manhã estava já organizado. Ainda não eram 6h e já estava no carro a caminho do Parque das Nações. Mal podia esperar por lá chegar e entrar num ambiente único.



A chegada ao Pavilhão de Portugal foi fantástica. Aquela pala de Siza Vieira albergava mais de um milhar de bicicletas e o espaço parecia ter sido desenhado à medida para servir de parque de transição para um triatlo. Sem pressas, a olhar para tudo, a absorver tudo e a apreciar o momento, encaminhei-me para o meu espaço. Pela primeira vez tinha um espaço reservado para mim, com o meu nome em grande, bem em destaque. Eram 6h40, tinha todo o tempo do mundo. Preparei tudo ao pormenor, sapatos aqui, ténis ali, capacete virado para cima, óculos lá dentro, etc, etc. Ao mesmo tempo ia olhando em meu redor. Espanhóis - muitos -, ingleses, alemães, irlandeses... Portugueses eram poucos, mas ali a nacionalidade era o menos importante. Íamos todos ao mesmo. Com tempo de sobra quase me custou sair daquele ambiente do parque de transição, mas tinha de ser. Deixei o saco no bengaleiro e encaminhei-me para a zona da partida da natação. Eram cerca de 7h20m e já havia gente na água para o aquecimento. Nervoso. Muito nervoso, mesmo. Mal podia esperar pela minha vez. Por essa altura já era quase impossível reconhecer quem quer que fosse. Todos de fato vestido, de touca na cabeça e óculos de natação. Os rostos eram de concentração, por um lado, mas de euforia por outro. 7h50m. Estava na hora.

A melhor natação de sempre

(Com este cenário, alguém duvida?)

O aproximar da água foi o ponto mais alto do meu nervosismo. Sem dúvida. Estava prestes a entrar da Doca dos Olivais, a "casa" do Oceanário. Lá longe já iam os Elites e eu olhava para o que tinha de fazer. Duas voltas. A montanha-russa de sentimentos da última semana mantinha-se. "Vai correr bem. Vai correr bem o tanas..." Não sei porquê, mas este turbilhão desfez-se assim que pus os pés dentro de água. À medida de caminhava pela rampa do Clube Náutico ia ficando mais calmo. A água não estava fria e consegui caminhar quase até ao ponto de partida. Isso ajudou-me. Estranho... mas ajudou. 8h00m. Soa a buzina.Vamos a isso.

Já uns nadavam e ainda eu tinha os pés no chão. "Deixa-os ir..."

Os primeiros metros são uma história já contada. Cá fico eu para trás, deixo-os ir à vontade enquanto tento encontrar o meu ritmo. Demoro um pouco, mas lá me apercebo que aquilo era uma piscina em ponto gigante, sem ondulação, sem corrente... e de água salgada. E começo a apreciar. Do lado direito, à medida que respiro, vejo o Parque das Nações a passar, a ficar para trás. E como isso ajudou. A existência de pontos de referência deu-me noção de movimento; as torres do Vasco da Gama, o Pavilhão de Portugal e, por fim, o Oceanário. Se, em 1998, aquando da Expo, me dissessem que um dia iria nadar em seu redor, nem a sonhar acreditaria. Mas ali estava eu a contorná-lo. E a coisa fluía bem. Estava a ser a minha melhor natação de sempre, calma, tranquila, sem sobressaltos. E nem as pancadas que ia levando de vez em quando me atrapalhavam. A primeira volta já estava, faltava a segunda, e de novo as mesmas sensações. Desta vez um pouco mais de pancada, por ter sido apanhado pelos que tinham partido cinco minutos depois, mas com calma tudo se fez. 45m34s depois do tiro de partida estava de saída da água, feliz da vida. A primeira etapa estava feita.
Nervoso... Menos Nervoso... Fantástico. Espectacular. Onde está a bicicleta?


Apostar tudo no pedal


A bicicleta - sabia-o há muito - seria o meu ponto forte. Podia estar aqui a diferença entre fazer uma boa prova e uma grande prova. A minha táctica era dar o máximo aqui para ganhar uma folga confortável a usar na corrida. O percurso é fantástico, muito bom, perfeito para este género de competição. Uma zona no centro da prova, onde está toda a gente, a apoiar, a tirar fotografias. Uma segunda zona ainda urbana, mas já mais calma, e por fim a solidão da estrada. Aqui só se via alcatrão e gente a andar de bicicleta. Era altura de acelerar. E foi fantástico assumir esse objectivo, pedalar sem restrições, dar sempre o máximo. A primeira parte plana foi excelente, quase a 40 km/h. A subida, inevitavelmente, fez-me abrandar, mas na descida seguinte vinguei-me. Pelo meio deu para apreciar os primeiros das Elites, Bruno Pais, José Estrangeiro e companhia. As bicicletas deles... uau... Até o barulho é diferente. Vruum.... Não se ouve a corrente a girar, nem os pedais, só o barulho do carbono a cortar o vento. A primeira volta estava quase feita e, de regresso ao ambiente de festa, abasteci-me dos bidons de água e lá vai disto. A segunda volta foi igual, assim como a terceira. Só à quarta a coisa foi diferente. Principalmente no retorno... Quem apareceu, quem foi? O vento! E logo agora que as pernas estavam moídas. Não dava para manter a média que vinha a fazer e estes últimos 10 kms foram feitos bem mais devagar. Sem crise, que o objectivo estava alcançado, terminar o segmento de ciclismo em menos de 3h. (1ª volta - 41m53s; 2ª volta - 42m23s; 3ª volta - 43m22s; 4ª volta - 46m37s) Total de 2h56m.
Início, meio e fim!


A incógnita da corrida

O objectivo final...

E eis que estava de volta ao Parque. A transição agora foi mais rápida. À entrada para o ciclismo tinha gasto 3m10s; agora 1m38s chegaram, e isto enquanto ouvia os berros do Ricardo a ecoarem pela pala do Pavilhão de Portugal. O Pedro também por lá andava, ambos de máquinas em punho, a tentar registar a coisa para posteridade. Agora era altura de correr. E se no ciclismo podia estar a minha salvação, aqui podia estar a minha perdição. Nas últimas semanas tinha-se desenhado um objectivo na minha mente que ia além de terminar a prova. Naqueles momentos bons perguntava-me se não conseguiria despachar este Half-Ironman em menos de 6 horas. Isso ia saber-se agora. Quando comecei a correr olhei para o relógio e ele marcava 3h48. Tinha 2h12 para fazer a meia-maratona. Sabia que era possível, mas não podia relaxar.
Começar a correr é sempre estranho. Corre-se a um ritmo bom, mas os pés estão muito pesados. E essa factura paguei-a bem cara muito cedo. Assim que saí do passadiço de madeira, apanhei o piso empedrado e fugiu-me o pé para uma ameaça de entorse. "Uff" pensei..., mas pensei demais. Enquanto suspirava por ter escapado a uma lesão a 18 kms da meta, eis que não levantei o pé direito o suficiente e ele embateu numa qualquer pedra levantada. Vi o chão aproximar-se rápido demais e só tive tempo de colocar as mãos à frente. Estava furioso. Mais que magoado, estava furioso. À minha volta via gente sem saber o que fazer. Queriam ajudar-me, mas por outro lado não me queriam tocar. Eu não queria que me tocassem. Queria levantar-me sozinho. Depressa caí, depressa me levantei. E vai de voltar a correr. "Força! Fuerza! Vamos!", ouvia por ali enquanto avaliava os danos. Mãos e punhos arranhados e joelho a doer. Olhei para baixo e vi as marcas do encontro com a calçada. Ao primeiro abastecimento lavei as mãos o melhor que consegui e tentei não pensar mais no assunto. Tinha quilómetros para fazer. O resto da primeira volta foi tranquila, mas aos 3,5 kms acabei por ter de andar um pouco. As pernas estavam a ficar cansadas. Tinha encontrado o "muro". Mas tinha de o enfrentar. Reforcei o organismo com gel e água e recomecei a correr, mas a segunda volta não foi melhor que a primeira. O Joel que o diga, que me apanhou naquela que foi, talvez a minha pior fase, em que estava bem cansado. Mas feitas as duas primeiras voltas as forças voltaram. Voltei a olhar para o relógio e só tinha passado 1h. Tinha ainda 1h12m para as duas voltas que faltavam. Ser sub 6h era um objectivo cada vez mais alcançável. Aumentei então um pouco o ritmo. Defini os meus pontos de paragem, junto aos abastecimentos, para recuperar forças e hidratar, mas quando corria, o ritmo era mais alto. E quando iniciei a última volta... uau... que sensações. Faltavam cinco quilómetros. Cinco quilómetros apenas. E como me diverti nesta última volta. Absorvi cada momento, em especial aquele em que me cruzei com um espanhol que tinha encontrado no chão - ironia das ironias - um boneco do IronMan, o herói da Marvel. Ele ia em êxtase. E eu estava lá perto. Estava a chegar à meta. 5h54m34s - é este o tempo oficial - depois de ter dado as primeiras braçadas, com 110 kms feitos, estava a cruzar a meta do Lisboa Triathlon. Sou Half-Ironman. Quem diria...




domingo, 12 de abril de 2015

Teste de Forma #3

Faltam três semanas para o primeiro grande objectivo da época. Direi mesmo que é o meu grande objectivo do ano. O Lisboa Triathlon, na distância Half-Ironman, com 1900m de natação, 90 kms de ciclismo e 21,1 kms de corrida, é já a 2 de maio e fiz hoje o meu derradeiro treino longo, bem puxadinho para testar a forma, saber como estou ao fim de quase cinco meses de treino para esta prova. E o que fiz foi isto.
O percurso foi um que já tinha feito há algumas semanas, numa recta grande entre o Tojal e Vialonga. Não é totalmente plana, mas as subidas são ligeiras e, acima de tudo, é sempre a direito, só com algumas rotundas pelo meio. Não há muito trânsito a esta hora da manhã pelo que é um local muito bom para andar para trás e para a frente. Uma volta são 12 kms (+-) e hoje fiz três voltas, num total de 75 kms, incluindo o caminho de ida e volta. Hoje foi o dia do teste final. A bicicleta está afinada e pronta - não mexe mais - testei o fato de triatlo dos SS CGD que vou usar na prova e até teste o sistema de prender o gel energético ao quadro, de forma a estar ali à mão e poder comê-lo em andamento. Basicamente consiste em prender a ponta da frente (a abertura) ao quadro com fita cola. Depois quando se puxa, a "tampa" fica lá agarrada e o gel já está aberto e é só ingerir, algo que se faz com uma mão, que eu não sou cá daqueles artistas que se mete ali a andar sem mãos, "à Pro"...
Mas o teste principal era, claro, às pernas. E reagiram bem e em crescendo. A melhor das três voltas foi mesmo a última que fiz, numa altura em que estava mesmo bem, cheio de força, com um ritmo fantástico. No total fiz uma média de 27.1 km/h e se nos 90kms do Lisboa Triathlon fizer algo deste género quando chegar à transição vou ser um tipo bastante feliz.
Depois veio a corrida. Agora corria-se em Odivelas, junto de casa e o objectivo era fazer entre 7 e 10 quilómetros. E senti-me muito bem. Cheguei a correr a 4.45 min/km num percurso - quem conhece Odivelas sabe - que não é fácil, cheio de subidas e descidas. Pelo caminho acabei por ir dar à Ecopista de Odivelas, o que acabou por ser simbólico, uma vez que foi aí que, algures em 2008, comecei a dar umas voltinhas de bicicleta. Antes eram apenas 11 kms e chegavam para ficar exausto. Acabei por dar meia volta aí e regressar a casa, com 7,43 kms feitos, com um ritmo bastante aceitável. Mais uma vez, se terminar a meia-maratona final com uma média de 5.15 ficarei feliz e contente.


Resumindo... não sei como vou estar daqui a 3 semanas, mas hoje estive muito bem. Já dava para terminar o Triatlo Longo e sem grandes sofrimentos. E isso para mim já seria uma grande vitória.

Tic, tac... Tic, tac...

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Em Março foi assim...


21 treinos. 21! Nunca tinha treinado tanto num só mês. Março foi um mês fantástico, não só em quantidade, como em qualidade. Senti-me bem, treinei bem e podia ainda ter sido melhor, ou não tivesse decidido gozar uma semana de férias também nos treinos.
As pernas estão bem, a moral está em alta e o objectivo maior deste ano está cada vez mais perto. Falta um mês para o Triatlo Longo de Lisboa e estou na fase final da minha preparação. Mais duas semanas de treino de alta intensidade e depois outras duas apenas de manutenção, de forma a estar no ponto ideial nesse sábado de 2 de maio. É só o que falta.
Isso e que não surjam imprevistos. Lesões e tal...

sexta-feira, 20 de março de 2015

Venham mais... 5000 kms!!!

Uau... cinco mil quilómetros. Cinco mil. Há cinco anos se me dissessem que faria esta distância a correr, a pedalar ou a nadar, diriam que tal era impossível. Mas a verdade é que não foi. Cinco mil quilómentros...


Quem me conhece já sabe que gosto desta parte, das estatísticas, de analisar números, avaliar o que fiz mais ou menos, melhor ou pior. Daí que elaborei esta tabela bem bonitinha, que permite ver o que tenho feito - e onde tenho feito - ao longo destes 5000 quilómetros.

A marca dos cinco mil quilómetros foi atingida a 15 de Março, durante um treino de bicicleta de 58 quilómetros, um treino feito a pensar no Lisboa Triathlon, a minha próxima aventura. Foi a primeira parte de um treino duplo, pois depois de deixar a bicicleta ainda calcei os ténis para dar uma corrida.

Ao longo destes 5000 kms, a bicicleta ainda é a maior "consumidora", com 2555, mas a corrida está bem perto, com 2336. Esse equilíbrio vê-se também nesta última fatia, de 994 kms com estas duas modalidades a fazerem quase a totalidade da distância.


Em termos de tempo, esta é a segunda pior prestação, tendo aqui o "JE" demorado 279 dias a chegar aos 5000 quilómetros. No entanto, é preciso notar que estive praticamente 60 dias parado, a recuperar da lesão da Maratona de Lisboa. Com treinos normais durante esses 60 dias, seria o 20 melhor registo.
 
 0-1000 kms: 444 dias // 1000-2000 kms: 275 dias // 2000-3000 kms: 255 dias // 3000-4000 kms: 196 dias // 4000-5000 kms 279 dias

Se tudo correr bem, não devo demorar tanto tempo a chegar aos 6000. Os treinos de bicicleta em estrada "comem" muitos kms, já se sabe, mas não só. Com os treinos para os Triatlos, tenho feito treinos praticamente todos os dias e até treinos duplos, o que ajuda à contagem de kms. E já não falta muito para a maior contagem de uma só vez até agora, 113 quilómetros de uma só vez, no Triatlo Longo de Lisboa.

Outros Kms Reports!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Quase quase no ponto...

Quem me conhece sabe que gosto sempre de dar o meu máximo. Não entro em competição com os outros, mas comigo a história é outra. Não gosto de fazer as coisas pela metade, não gosto de dar apenas 50 ou 60%. Basicamente, não gosto de estar em baixo de forma.
E é assim que tenho sentido desde há uns largos meses. Tudo começou em maio de 2014, quando completei boa parte dos objectivos desportivos para 2014. Tinha feito um Triatlo Olímpico, isto depois de meses de treinos, contenção alimentar, etc, etc. E depois de atingir essa meta entrei em modo de descontração. Em junho ainda fiz mais um triatlo, em Oeiras, mas por essa altura o nível de treinos já não era o ideal. O corpo estava a pedir descanso e eu dei-lhe. Em julho, mês de férias, pouco ou nada fiz e quando regressei, no final desse mês, estava claramento em baixo de forma. Tinha 2/3 quilos a mais, as pernas não queriam correr e a vontade era pouca. Mas tinha uma Maratona no horizonte e forcei-me a treinar. Durante o mês de Agosto a coisa já estava melhor. Os treinos longos de corrida e o retomar da rotina desportiva estavam quase a colocar-me no ponto, até que no final desse mês apareceu a lesão no joelho que me acompanharia até ao final de 2014. Setembro já foi um mês cauteloso, para não agravar a lesão que "explodiu" a 4 de Outubro, na Maratona de Lisboa. Dois meses de baixa foi a receita para curar a coisa e só em Dezembro voltei à actividade. Claro que estava completamente fora de forma, pelo que o último mês do ano serviu para a recuperar. E quando estava a chegar lá, adoeci. Em Janeiro estive duas semanas - não seguidas - fora de actividade graças a uma gripe - primeiro - e a uma sinusite maxilar - depois. E parecendo que não, mais uma vez a evolução que vinha a fazer foi-se. Mas em Fevereiro a coisa mudou. Não houve percalços e os treinos correram muito bem.
Daí que tenha sorrido no final do treino de ontem quando olhei para o relógio e vi a média de 4:56 min/km, num percurso de 10,7 kms. Não parece - nem é - nada de especial, mas olhando para os registos de treinos e provas, desde maio de 2014 que não corria 10kms abaixo dos 5min/km e, por essa altura, estava num grande pico de forma.


E a coisa melhora quando três dias antes tinha feito isto.

Fazer 81 kms em 4h12m não parece nada de louvar, mas para os meus padrões foi muito bom. Ainda para mais tendo em conta o percurso que fiz, com subidas a chegar aos 20% de inclinação.

Resumindo, ainda não estou no ponto de forma desejado, nem perto disso, mas sinto-me a caminho. E isso já é muito bom


domingo, 1 de março de 2015

Em Fevereiro foi assim...

E Fevereiro já está. Um mês muito positivo ao nível de treinos. Fiz praticamente todos os treinos que tinha planeado - creio que só falhei um - e as sensações foram melhorando de semana para semana.
Na piscina a coisa está positiva ao nível da resistência, mas nem tanto no que toca à velocidade, embora já me tenha conformado um pouco com isso. Na bicicleta em Fevereiro não houve um treino verdadeiramente longo, mas o que se fez, até em Indoor, confirma evolução. Assim como na corrida.
E já só faltam dois meses para ISTO!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Teste de Forma #2

Passaram apenas duas semanas desde o primeiro, mas este domingo fui de novo ver como estava a forma física. Na verdade, foi mais fruto das circunstâncias. Com pouco tempo de manhã, não queria chegar a casa tarde, pelo que optei por um treino mais curto e praticamente igual ao que tinha feito duas semanas antes. 50 kms de bicicleta, seguidos de 6/7/8 kms a correr, conforme o desempenho físico.
O percurso de bicicleta foi exactamente o mesmo, um trajecto praticamente plano e que é um bom treino para a cadência e com algumas subidas pelo meio, não muito acentuadas, mas suficientes para obrigar a intensidades diferentes ao longo dos 50 kms. E de seguida a corrida. Há duas semanas as sensações não tinham sido as melhores, com muitas dores nos tornozelos a partir dos 3/4 kms, o que me fez encurtar o treino. Desta vez a prestação física foi muito melhor e até deu para correr um pouco (muito pouco) mais.


O resultado foi animador, até porque estas suas semanas não foram óptimas no que tocou a treinos, devido a umas dorezitas que para aqui tive, não relacionadas com actividade desportivas, mas que me tiraram toda a vontade de fazer o que fosse.
Assim, no treino de bicicleta não houve grandes diferenças, mas mais uma vez o intuito não era testar os limites nem fazer um contra-relógio. E na corrida a coisa esteve bem melhor. Parei aos 6 kms por uma questão horária e não por necessidade física. Se tivesse mais tempo, teria ido aos 10 kms, sem problemas.

A evoluir, portanto. Como se quer...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Em Janeiro foi assim...

E Janeiro já foi. O primeiro mês do passou-se de forme intermitente. Isto porque as constipações andam por aí e também eu não fui capaz de as evitar. E assim estive quase duas semanas parado à conta disto. Mas as outras duas semanas foram boas, com a resistência a melhorar, quer na corrida, quer na piscina.
Entro agora naquela contagem decrescente de três meses que faltam para o Triatlo Longo de Lisboa, a 2 de Maio, meses fundamentais para que chegue a Maio num pico de forma ideial para a prova em questão. Vai ser um processo evolutivo. Vamos a ele.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Teste de Forma #1

Outubro e Novembro não foram meses bons a nível de treino. Muito longe disso. A lesão no joelho que contraí nos treinos para a Maratona e que agravei depois na prova, não me deixou fazer grande coisa até ao final de novembro. Mas em Dezembro a coisa já se compôs e agora, em Janeiro, já tem funcionado dentro da normalidade. Mas o corpo ainda não está a reagir exactamente conforme o pretendido. É normal. Depois de dois meses praticamente parado...

De qualquer maneira, a época dos triatlos já não está longe e há desafios grandes pela frente. De maneiras que na manhã de ontem decidi fazer um primeiro testa à minha forma física. Planeei um treino de 50 kms de ciclismo, algo com pouca inclinação para não massacrar muito as pernas nas subidas e que não permitisse relaxar nas descidas - os percursos dos triatlos são praticamente planos. Saí cedo de casa e lá fui. Não puxei muito - o objectivo não passava por testar os limites -, mas fiz uma boa média, um pouco abaixo dos 25 km/h. 
De regresso a casa calcei os ténis e fiz-me novamente à estrada, tudo para testar como as pernas se comportariam depois da transição. O objectivo era correr entre os 8-10 kms, mas acabei por nem chegar aos 6 kms. O corpo reagiu de forma dúbia. As pernas e o cardio até se portaram bem, não havia fadiga muscular e tinha energia para mais um pouco, mas os tornozelos estava a dar cabo de mim. Parecia que estava a correr há horas... De maneiras que, para não forçar, encurtei o trajecto e regressei a casa. Se dava para mais? Dava, claro. Mas achei que não havia necessidade de esticar a corda.


Ainda estou bem longe da forma física ideal para enfrentar os desafios que se aproximam, mas ainda há tempo. No ano passado nos 20 kms de Cascais fiz um treino semelhante, mas já com 21 kms de corrida e na altura foi muito bom. É claro que isso foi em março, estava apenas a 2/3 semanas do primeiro triatlo da época e - principalmente - não vinha de uma lesão. Agora estou em crescendo de forma e ainda tenho mais de três meses até ouvir o primeiro tiro de partida do ano. Veremos como as coisas correm nas próximas semanas.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Brrr....

Com o termómetro a marcar 5º, mas a sensação térmica a ser abaixo disso, não foi fácil sair de casa hoje. Mas com roupa adequada e a motivação certa...
Enquanto as subidas não chegaram e o corpo não aquecem a coisa não foi fácil, não senhor. Nas descidas o frio sentia-se a dobrar e entrava pelas camadas de roupa até aos ossos. Ainda assim chegou-se ao Sobral Monte Agraço.
O dia estava espectacular, com Sol, estradas praticamente vazias e muita gente a pedalar. Foi uma volta muito boa e dura. Odivelas-Alverca-Arruda-Sobral-Venda do Pinheiro-Loures-Odivelas. Quase 90 quilómetros muito bons a comprovar que isto está quase a ficar no ponto outra vez.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

2014. O Balanço de um ano agridoce

Mais 365 dias que se passaram e cá estamos nós de novo a fazer balanços e a renovar projectos. O ano de 2014 foi muito bom, mas também teve elementos negativos. Mas foi uma boa forma de preparar um 2015 em grande.
Então este ano foi assim...
Foram 159 treinos, uma média de três treinos por semana, embora isso, na realidade, tenha estado muito longe de acontecer. Houve semanas excelentes, com cinco dias de treino, e houve outras – muito mais que o desejável, sem qualquer treino.
Em termos de quantidade, a corrida voltou a ficar à frente, destacada, logo seguida da natação (!!). Depois vêm os treinos “indoor”, que este ano ganharam destaque graças às aulas de spinning que comecei a ter. Só depois surge a bicicleta.


Em termos de qualidade, há que dividir o ano em dois... semestres. Até ao final de junho tudo estava bem. Foi um ritmo de treino fantástico. Aliás, se tivesse mantido o nível de treino no segundo semestre, teria chegado perto dos 190 treinos... De Janeiro a Junho tudo correu bem. Treinos intensos, longos ou curtos, na estrada, na piscina, no ginásio, em cima da bicicleta ou fora dela. Fazia dois treinos por dia e tudo corria bem. Estava em grande forma quando cheguei ao primeiro triatlo, e ao segundo... e ao terceiro.
Porém, depois deste terceiro triatlo, em Oeiras, rebentei. O corpo pediu descanso e eu dei-lhe, ainda para mais porque estava em altura de férias. Acontece que esse descanso durou praticamente sete semanas. Sim, continuei a treinar, mas não eram treinos de qualidade nem intensos. Era mais para dizer que ia...
A meio de julho, quando quis regressar, não correu bem. Estava com excesso de peso, tinha perdido o ritmo e a resistência. Estava já a treinar para a Maratona de Lisboa, em outubro, e fui intensificando os treinos. A velocidade aos poucos ia aparecendo a resistência estava quase no ponto. No final de Agosto, porém, veio a dor. Num treino – muito bom, por sinal – de 34 quilómetros, apareceu-me uma dor lateral no joelho esquerdo. Repousei uns dias, mas nos treinos seguintes ela voltou. E não mais me largou. Umas vezes mais forte, noutros dias mais ligeira, o que é certo é que ela por cá ficou até à Maratona e aí foi o descalabro. Sim, cheguei ao fim, mas praticamente coxo. Resultado... uma inflamação no ligamento lateral externo, o que me obrigou a uma paragem total de 1 mês e mais um mês de treinos ligeiros de recuperação. Só em dezembro voltei a correr e só este último mês, com o Natal pelo meio, foi decente ao nível de treinos. Daí que o segundo semestre não tenha sido, na realidade, muito positivo. Mas os maiores objectivos, os triatlos, já tinham ficado lá para trás, na primeira metade do ano.

Falando em objectivos, recapitulemos os que tracei para o ano que agora termina...

  • Acabar um triatloFeito. Foi o meu principal foco para o início da época. Direccionei os meus treinos para esse objectivo e consegui atingi-lo. Estive em Alpiarça, Estoril e Oeiras.
  • Correr 10 kms em menos de 45 minutosNão conseguido. Não vou dizer que foi um falhanço, porque não entrei em qualquer prova de 10 quilómetros. Em treinos não atingi essa marca, mas verdade seja dita que nunca tentei... Fica para outra ocasião.
  • Meia-Maratona em menos de 1h40 – Não conseguido. Só fiz uma Meia este ano, a da Ponte 25 de Abril, que não é a ideal para estes feitos. Muita confusão, pouco espaço para correr, etc. Tinha ideia de tentar esse objectivo na Meia-Maratona dos Descobrimentos, mas o meu joelho não o permitiu.
  • Maratona em menos de 4h – Falhanço. Até me dá vontade de rir ao ler isto... Terminar já foi bom – e doloroso – e nunca estive perto, nem em treinos, de chegar às 4 horas. Mas é um objectivo... para o futuro.
  • Baixar dos 75 kgs – Falhanço. O maior de todos. Pelo segundo ano consecutivo não consigo baixar desta barreira na balança. Durante metade do ano tive o peso bem controlado, com 76 / 77 quilos, mas depois, com as férias e o verão, foi o descalabro. Ainda assim consegui terminar o ano com 79 quilos. Podia ter sido bem pior...
  • 1000 kms de bicicleta – Não conseguido. Fiz muito mais quilómetros que em 2013 - 668 vs 420 – muito graças à bicicleta de estrada que permite optimizar melhor as saídas de bicicleta, mas fiquei ainda longe do objectivo dos 1000. Mais uma vez, graças à lesão no joelho que me manteve fora da bicicleta por quase dois meses. Teria sido o suficiente.
E assim foi 2014. Apesar de tudo, o balanço é bom. Aconteceram percalços, é verdade, mas aconteceu também muita coisa boa e que não vou esquecer tão depressa. Quanto aos objectivos para 2015, esses são simples...
  • Fazer melhor.
Melhorar em tudo. Na resistência, na velocidade, na quilometragem, na balança... etc. Divertir-me, acima de tudo. É só o que quero.

Venha de lá esse 2015 que estou ansioso com tudo o que está para vir.

Bom 2015 malta!

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Em Dezembro foi assim...

É certo que ainda falta um dia para este ês acabar, mas desportivamente, na parte que me toca, dezembro - e 2014, já agora - está feito. Foi um mês positivo, em que consegui retomar a quantidade de treinos que tinha vindo a fazer na primeira metade do ano. Foram 15, distribuídos por bicicleta, ginásio, natação e... corrida.
Já consegui voltar a calçar os ténis e sem dores... mas também sem ritmo. Aos poucos isto vai lá e espero em pouco tempo estar de novo com os mesmos níveis de intensidade e resistência.

E 2015 está aí à porta... Venha ele.


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Eu e as greves!

Há sete anos que trabalho no centro de Lisboa. No Marquês de Pombal, mesmo. Mais no centro do que isto era impossível. Depois de quatro anos em Cascais/Sintra, a pegar no carro todos os dias, a fazer 70 quilómetros, muitas vezes em fila, gastar rios de dinheiro em gasolina e portagens, quando vim trabalhar para Lisboa suspirei. Não só iria poupar dinheiro, como a minha paciência. Há poucas coisas melhores do que entrar no Metro à porta de casa e sair do Metro à porta do trabalho.
O pior é que em sete anos muita coisa mudou. O passe aumentou - custava 27€ e agora já vai em 42€ - e o Metro piorou o serviço. São perturbações, são avarias, atrasos, carruagens cheias e depois ainda há as... greves! E são cada vez mais. Antes era uma por mês, agora já fazem uma por semana. Estou farto. Na semana passada passei quase 3 horas dentro do carro, ora a chegar e a sair de Lisboa, ora a estacionar o carro. E ainda paguei quase 10€ em parquímetro. "Para a próxima venho de bicicleta." Dito e feito.
Perguntei no local de trabalho se podia entrar com a bicicleta - "Claro, sem problema", foi a resposta - e nesta segunda-feira fiz-me à estrada. Odivelas - Marquês de manhã; Marquês - Odivelas à noite. Nem tudo foi perfeito, mas foi muito bom
 
O dia estava frio - cerca de 10º -, mas estava Sol. Confesso que não sabia bem que roupa devia levar. Por um lado transpiro muito, mas por outro estava frio. E pedalar com roupa do dia-a-dia é diferente de pedalar com roupa desportiva. Mas também não era um treino, mas sim uma forma de chegar ao trabalho.

A ida para Lisboa foi muito boa. 12 kms com 184m de acumulado, feitos em 51 minutos. Sempre com muita calma, aproveitando as ciclovias e respeitando as regras de trânsito. Quando cheguei notei que talvez tenha levado muito roupa. Estava um pouco quente e a suar, mas tirei a tshirt que levava por baixo da camisola e fiquei bem.
 
 
O regresso a casa foi diferente. Sabia que em casa havia um chuveiro, pelo que podia "esticar-me", mas o percurso também era mais fácil. O inicio é que não. Subir ao alto do Pq. Eduardo VII a frio não foi fácil e quando cheguei lá acima já estava bem quente. Fiz o resto do caminho até à Pontinha sempre por ciclovia, até que comecei a aproveitar totalmente as vantagens da bicicleta. O trânsito entre a Pontinha e Odivelas era tal que devo ter ultrapassado mais de 100 carros. Cheguei a casa em 45 minutos, fruto de um percurso mais fácil, mas também porque acelerei um pouco.
 
 
O balanço é fantástico. Mas é uma experiência a repetir... poucas vezes. Quando se fala em andar de bicicleta em Lisboa, fala-se nas subidas e descidas. Eu prefiro falar do... clima! Com estes 10º, e com uns ajustes na roupa, acredito que conseguisse fazer isto mais vezes, mas - convenhamos - Portugal é um país com temperatura amena em 10 meses do ano. E, no que me toca, com temperaturas acima dos 15º chegaria ao trabalho a suar em fio. E isso não me parece muito viável. Seria um bom treino diário, é verdade - sempre foram 24 kms -, mas talvez não seja a opção mais prática. Ainda para mais feito com uma bicicleta de BTT. É verdade que me permitiu subir passeios à vontade, e até fazer um pouco de BTT para contornar carros em locais em que a berma era em terra, mas para levar para junto da secretária, subir escadas, entrar em elevadores, só uma bicicleta dobrável serviria.
 
Em termos de tempo... A viagem de metro são cerca de 20 minutos. Talvez espere entre 5/10 minutos em média pela chegado do metro, mais o tempo de estacionar o carro junto à estação, o caminho de e para a estação... calculo que tudo isto me custe uns 40 minutos. Se virmos que, com calma, demorei 51 minutos, a diferença não é grande.
 
Talvez repita na próxima greve. Já em Janeiro provavelmente...

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Em Agosto e Setembro foi assim...


E mais dois meses que se passaram, dois meses em que a mente esteve sempre a pensar no próximo desafio, a Maratona de Lisboa, já neste domingo. E se a mente pensou, o corpo treinou  para isso. Dentro do possível, pelo menos. Em Agosto houve dois treinos longos, um melhor que o outro. No primeiro, de 29 kms, acabei exausto. Nem mais um quilómetro fazia, quanto mais 13... Já no segundo, de 34 quilómetros, fiquei com pena de a Maratona não ser logo naquele dia. Senti-me muito bem e confortável. Foi o último treino longo que fiz para esta prova, pelo menos a correr.
Em setembro deu-se o regresso às duas rodas, com um treino de 72 quilómetros, só para manter as pernas a mexer, mas os treinos de corrida foram menos e com menor intensidade que o desejado. Tentei conservar as pernas - em especial um joelho - o mais possível, só espero não ter sido em demasiado e agora, no próximo domingo, não sofra de "falta de pernas".
Em setembro deu-se também o regresso à piscina e com sensações muito boas. Quatro treinos de 1500 metros, sempre a melhorar, quer na resistência, quer na velocidade. O objectivo é, ultrapassada esta meta da maratona, que esses treinos passem a ser de 2000 metros.
De resto... o peso não está como queria, mas está melhor que já esteve. Devo chegar à Maratona com 79 quilos, dois acima do desejado, mas foi o possível.

Nos próximos dias passarei de novo por aqui para falar disso mesmo, da Maratona de Lisboa. Objectivos, medos, esperanças, equipamento, etc e tal.

Bons treinos malta!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Em Junho e Julho foi assim...


Em tempo de férias, também a parte desportiva esteve mais recolhida nestes dois meses. Depois o Triatlo de Oeiras - 8 de Junho - fiz aquilo que tantas vezes tenho necessidade de fazer. Abrandei. O corpo estava a pedir e a cabeça também, pois já estava a chegar a um ponto de saturação da tanta rigidez e disciplina, tanto nos treinos, como fora deles. Esse "abrandar" durou foi um pouco mais do que pensava. Cerca de mês e meio... Para isso ajudou também ter tido três semanas de férias efectivas, sendo que em duas delas não fiz nem um quilómetro para a contabilidade. Ao todo foram apenas 22 treinos em dois meses, quando andava a fazer entre os 15/20 por mês. Um redução significativa.
E com isto eis que a balança acusou logo essa paragem. Cinco quilos a mais (dois já se foram entretanto), o que revela que não me posso descuidar nem um pouquinho com o peso. Incrível como isto acontece. Relaxo nos treinos, estico-me um pouco à mesa e está aí o resultado. Passei dos 77 quilos, antes do Triatlo de Oeiras, para os 82 quilos, quando regressei de férias.
Claro que regressar à batalha dos treinos foi penoso. Peso a mais, calor a mais, pernas sem ritmo... foi uma vergonha. Mas aos poucos isto vai ao sítio. Já lhe dei com um treino longo, de 24 quilómetros, rumo à Maratona, e acabei bem, sinal que podia ter ido ainda mais longe.

Em Agosto há que retornar à forma ideal. As pernas já estão melhor, estou a abater o peso extra, pelo que penso que até ao final do mês estarei no ponto ideal novamente. Até porque a Maratona de Lisboa está a chegar.

Vamos a isso.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

4000 kms!!!

(Vá... confessem lá! Já estavam com saudades de um post destes, não estavam?)

Pois é, atingi os 4000 quilómetros feitos a pedalar, a correr e a nadar, uma distância que se fosse feita em linha já seria suficiente para dar uma volta bem interessante à Europa. Infelizmente não foram feitos dessa forma, mas ainda assim é um número simpático e, como sempre, de observar à lupa em comparação com outros números redondos. Vamos lá então.

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013
24 de Novembro de 2013
8 de Junho de 2014
 A marca dos 4000 quilómetros foi atingida a 8 de Junho, no segmento de ciclismo do Triatlo de Oeiras. Foi precisamente 196 dias depois de ter atingido a marca dos 3000 kms, a 24 de Novembro do último ano.
Mais uma vez verifica-se a tendência de demorar cada vez menos tempo a fazer um milhar de quilómetros.

 0-1000 kms: 444 dias // 1000-2000 kms: 275 dias // 2000-3000 kms: 255 dias // 3000-4000 kms: 196 dias.

A contagem de quilómetros divide-se desta forma:

13 de Junho de 2012
14 de Março de 2013

24 de Novembro de 2013

8 de Junho de 2014
Foi a correr que se cumpriram 456 quilómetros nos últimos 196 dias. Ainda assim uma diminuição face aos mais de 600 kms feitas na etapa anterior (2000-3000 kms).


13 de Junho de 2012

14 de Março de 2013
24 de Novembro de 2013
8 de Junho de 2014
Foi na bicicleta de estrada que percorri a maior parte destes 1000 kms. Foram 510 quilómetros feitos na fininha, alguns em provas de triatlo, mas outros em voltas grandes, já a rondar os 100 kms. Uma boa evolução face aos 311 kms cumpridos a pedalar entre os 2000 e os 3000 kms. Veremos se consigo atingir a meta dos 1000 kms de bicicleta em 2014.



24 de Novembro de 2013

8 de Junho de 2014

 Foi na piscina que fiz os restantes 40,7 quilómetros, também uma evolução face à etapa anterior, em que tinha uma média de 1400 metros por treino, enquanto agora essa média subiu para 1500. O objectivo é chegar aos 2000 metros por treino, em média, até ao final do ano. Mas para isso tenho de nadar melhor e mais depressa.


Se esta etapa, dos 3000-4000 kms até foi rápida, penso que para chegar aos 5000 vou levar mais tempo. Primeiro porque estamos em período de férias e logo aí a quilometragem vai diminuir. E depois começam os treinos para a Maratona e um treino longo de corrida (25-35 kms) não se equipara a um treino longo de bicicleta (100-130 kms). Aguardemos então pelo próximo Km Report!

Outros Kms Reports!