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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Longa caminhada do Urban Trail - O antes, o durante e o depois


Há uns meses atrás fui convidado a participar na caminhada do Urban Trail de Lisboa. Seria um passeio entre amigos, pareceu-me boa ideia e inscrevi-me J. Iria aliar o passeio por ruas históricas de Lisboa a convívio entre amigosJ.

Estava com ideia que seria uma simples caminhada de 6 kms. Apesar do desnível das colinas de Lisboa fazia-se bem.

Acontece que na 4ªfeira anterior coloquei mal o pé esquerdo no passeio e fiz uma ligeira entorse. Na altura não me ficou a doer, apenas uma moinha e não liguei muito. No sábado de manhã fui à natação e fiz a aula normalmente. Sábado à tarde o pé doía-me e já incomodava. Aqui percebi que estava fora de questão correr no dia a seguir como tinha previsto fazer (estava inscrito na corrida da Linha/Destak). Coisas que acontecem, tranquilo.

De qualquer modo não quis abdicar de participar na caminhada, afinal eram “apenas” 6 kms a passear. Fui de boleia até Lisboa e estacionámos numa rua paralela à Avenida da Liberdade. Fomos a pé até ao Terreiro do Paço e aqui não estava nada bem do meu pé. Uma simples caminhada da Avenida da Liberdade até ao Terreiro do Paço estava a ser incomodativa. Pensei: epá isto de caminhar uns quanto kms assim não vai ser fácil, mas já que estava aqui vamos lá fazer isto.

Encontrámos mais amigos junto ao Martinho da Arcada no Terreiro do Paço. O ambiente no Terreiro do Paço era festivo, ao som de música para animar a malta.

Tivemos a oportunidade de participar no evento “Maior Sorriso do Mundo”, em que os caminhantes e voluntários com as suas lanternas construíram uma imagem de um sorriso luminoso. Na minha opinião, foi o mais belo momento da noite. É sempre bom sorrir e fazer parte de uma imagem de um sorriso luminoso gigante foi giro J
 

Depois lá se iniciou a difícil caminhada, que teria sido muito mais agradável estando em boas condições físicas. Partimos do Terreiro do Paço, passámos pela Rua da Madalena, entrámos na Mouraria caminhando em ruas estreitas e ingremes em direção ao Castelo de São Jorge. Chegados ao Castelo deu para apreciar as belas vistas da cidade J. Depois fizemos o caminho de regresso, continuámos por zonas históricas de Lisboa e passámos junto à Igreja de São Vicente de Fora, Panteão Nacional, Sé, Museu do Fado, entre outros.

Confesso que quando ia a andar estava mais focado em não colocar mal o pé no passeio do que em apreciar as vistas. De qualquer modo, foi giro percorrer as ruas de Lisboa e aproveitar para conversar com os amigos.

Passadas umas horas, e nisto o tempo pouco importava, lá chegámos ao Terreiro do Paço.

Mas a caminhada verdadeiramente ainda não tinha acabado, afinal faltava voltar ao carro para nos levar até casa.

Posso vos dizer que literalmente quando cheguei a casa fui colocar durante alguns minutos os pés de molho!

O convívio foi bom J!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Corrida do Tejo 2013 – O regresso às provas e algumas lições para tirar


Esta corrida do Tejo significou o regresso às provas depois da corrida do 1º de Maio. Fiz alguns treinos pelo meio mas com pouca regularidade.
A corrida do Tejo era uma prova para a qual já tinha tentado inscrever-me em anos anteriores mas por deixar a decisão para perto da data da prova não tinha conseguido a inscrição. Este ano inscrevi-me com bastante antecedência e lá fui correr com o belo cenário do Tejo. Talvez seja uma das mais belas provas de estrada que existem no calendário.
Vamos directamente às lições (confirmações) da corrida de hoje:
1. Nos últimos meses fiz apenas alguns treinos ocasionais e para se conseguir resultados e maior conforto nas provas isso não chega. As corridas não são uma prioridade para mim, é apenas algo que gosto de fazer e em que gosto de participar. De qualquer modo, algo em já pensava antes confirmou-se com a experiência da participação nesta prova. Para melhorar um pouco será necessário treinar uma hora, uma vez por semana, todas as semanas. Pode não ser muito mas para os objectivos que tenho para a corrida é suficiente. O objectivo principal é manter uma boa forma física e para tal contribuirá a prática de exercício físico com periodicidade regular.
2. Outra questão importante que irei dar mais atenção na preparação das provas é a alimentação. Nesta prova a alimentação do dia anterior e do pequeno-almoço não foi a melhor e senti isso durante a prova. Amigo Rui, vamos ter de conversar sobre este assunto J
Falando da prova propriamente dita, estava um “mar de gente” a correr! A “imagem” de tanta gente a correr "com o Tejo ao lado" foi bonito de se ver!
No início, cheio de vontade de correr em ritmo acelerado, fiz uma incursão de 1 km pelo passeio para passar corredores mais vagarosos. Muita gente numa partida é natural que haja alguma "confusão". Passei o km 2 com 10m30s o que mostrava 2 kms em bom ritmo. A seguir vinha a maior subida (Cruz Quebrada) que foi bem ultrapassada. Apesar de ligeira diminuição do ritmo nos quilómetros seguintes passei os 5 kms em 27m30s, um tempo razoável. O facto de ir relativamente perto do “atleta marcador” dos sub55 dava para ter uma referência do ritmo.
Antes do km 6 cruzei-me com um senhor simpático de 69 anos que me dirigiu algumas palavras de incentivo. Retribuí com um “você tá em forma” e do outro lado foi-me dito “é preciso é não parar”, e acrescentou “é preciso é treinar”. Palavras sábias J! Seria bom chegar àquela idade e participar em provas de 10 kms com tão boa forma física J.
Aos 7 kms ia com pouco mais de 38 minutos mas depois veio a fase mais difícil para mim. Antes de chegar a Santo Amaro de Oeiras dei uma espécie de” estoiro”. Não parei nem caminhei, continuei a correr mas em ritmo bastante lento. Sentia-me cansado e além disso sentia o estomago algo pesado. Continuei a correr “step by step” devagarinho, percebendo que a meta ia se aproximando.
Cheguei à meta com 59m23s. Tempo bastante fraquinho! De qualquer modo há muitos aspectos positivos: participar na prova, as lições/aprendizagens, a 1ª participação nesta prova, o cenário envolvente, ter corrido sem parar apesar das dificuldades sentidas em determinado momento. Tudo é experiência J!

Boas corridas J!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Os atletas Rui e Ricardo!


Os Amigos Rui e Ricardo estão uns verdadeiros atletas! Lembro-me destes dois rapazes há uns anitos atrás com uns quilitos a mais (digamos, com um pouco mais de 80kgs) e que um dia me desafiaram para correr a légua de Odivelas e falamos de contarmos as histórias das corridas num blog.
Lembro-me das corridas que fizemos em 2011 e que na altura não era nada fácil para estes ilustres atletas de agora correrem 10 kms sem parar!
Rui e Ricardo: fico muito contente e é motivo de grande satisfação vê-los agora a treinarem para a Maratona e correrem mais de 30 kms de forma relativamente confortável. Claro que há cansaço, mas o trabalho desenvolvido está a dar frutos.
Mais importante do que os resultados é a melhoria clara na condição física e a saúde e bem-estar que ganharam.
Parabéns! Continuação de boas corridas!
Abraço

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Incentivo de veterano a jovem colega de equipa


 
Esta história aconteceu em Agosto de 2010 mas fiquei a conhecê-la apenas há uns dias. Gostei da história e da extraordinária atitude de Rufete pelo que resolvi partilhá-la.
O futebolista Rufete deu um grande apoio a um jovem colega de equipa (Kiko Femenía) quando as coisas não lhe estavam a correr nada bem. Rufete impediu que o treinador o substituísse e incentivou-o até recuperar o ritmo.
O episódio aconteceu na 1ªjornada do campeonato espanhol da época 2010/2011, no jogo Hércules-Atlético de Bilbao.
Kiko Femenía, um médio de 19 anos (em 2010) formado nos escalões jovens do Hércules de Alicante foi lançado em jogo, aos 57 minutos, com a responsabilidade de ajudar a equipa a recuperar um golo de desvantagem.
Nos primeiros lances em que interveio as coisas não lhe correram bem e depois os erros foram acontecendo. A ansiedade e os nervos “apoderaram-se” dele.
O treinador do Hércules, Esteban Vigo, desdobrou-se em indicações e ia questionando: "O que é que se passa?” " O que é que estás a fazer?"
Desesperado, Vigo assumiu que só poderia remediar as coisas fazendo sair o jogador e preparava-se para isso quando o veterano Rufete, que antes fez carreira no Valência, Málaga, Barcelona e Espanhol, se levantou do banco gritando-lhe: "Deixa-o em paz, não o substituas."
Enquanto o treinador hesitava, Rufete começou a gritar para dentro do campo, onde o desinspirado Kiko Femenía se arrastava. "Kiko, Kiko, recupera", incentivava, enquanto o jovem falhava mais um lance.
Rufete, a quem se juntaram todos os elementos do banco, acompanhando a situação, continuou a dar indicações para dentro do campo e, pouco a pouco, Kiko foi dando nexo ao seu jogo, com Rufete a recomendar-lhe: "Respira bem, respira tranquilo."
Uma bola ganha pareceu devolver-lhe alguma confiança e começou a envolver-se mais no jogo na tentativa de dar a volta ao marcador. A verdade é que terminou o desafio transfigurado, como se os iniciais minutos dramáticos, após ter entrado em campo, não tivessem existido. Uma jogada em velocidade, pela direita, poderia mesmo ter dado o empate ao Hércules, que perdeu o jogo, mas pelos vistos recuperou um jogador.
Apesar do clube ter descido de divisão, o jovem jogador realizou uma boa época e transferiu-se no final da época para o Barcelona (nas últimas duas épocas jogou no Barcelona B).
Uma palavra de apoio e de incentivo, no momento certo, pode fazer toda a diferença!
 
Pode ver aqui o vídeo:

terça-feira, 23 de julho de 2013

Carlos Sá: uma pessoal normal que corre muito, mesmo muito!


 
Nascido na Freguesia de Vilar do Monte no concelho de Barcelos, Carlos Sá iniciou a sua prática desportiva aos 12 anos, na modalidade de atletismo. Iniciou-se no Núcleo Desportivo da Silva, clube que chegou a ocupar o pódio dos campeonatos Nacionais de atletismo. Correu como federado da região de Braga e participou em diversos campeonatos de pista e corta-mato.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Estive em Navacerrada e encontrei uma prova de Trail


No final de Junho estive uns dias em Espanha e num Sábado à noite fui jantar à localidade de Navacerrada (fica na zona de montanha perto de Madrid). Quando estávamos a chegar à localidade reparámos que estavam muitos carros estacionados, muita gente, algum evento estava a acontecer na localidade.
Depois de estacionar o carro, fomos até ao centro da localidade. Vi que existia uma meta mas não percebi logo de que prova se tratava. Vi que havia 2 placards electrónicos, sendo que um deles marcava 21 horas e tal e o outro treze horas e tal. Na altura pensei um deles diz as horas no momento (sem me lembrar que ainda eram 8 e tal da noite) e o outro o tempo de prova. Depois aproximei-me da envolvente da meta e após algumas questões percebi que se tratava de uma prova de Trail.
Mais tarde percebi que o placard que dizia 13 horas e qualquer coisa dizia respeito à prova de 60 kms e o tal das 21 horas era relativo à prova de “apenas” 110 kms, ou seja, a partida para esta prova tinha acontecido às 23h do dia anterior! Que loucura!
A prova tratava-se do Grand Trail Peñalara, uma das principais provas do género em Espanha.
 
Jantei na praça principal de Navacerrada com vista para a meta e para os últimos metros da prova. Foi um jantar divertido e ao mesmo tempo foi bonito assistir à chegada de atletas à meta, depois de muitos quilómetros percorridos. Claro que notava-se o cansaço dos atletas mas ao mesmo também havia satisfação pelo objectivo alcançado! A chegada dos atletas era também acompanhada por (alguns) merecidos aplausos, sobretudo quando chegavam grupos de atletas!
Na minha perspectiva, é bonito participar em grupo em provas de trail. É o ultrapassar de dificuldades em conjunto, o dar e receber palavras de incentivo, é o partilhar da experiência J!
Apenas participei em uma prova de trail e gostei da experiência. Passamos por locais que não conhecemos e que habitualmente de outra forma não passamos por lá e normalmente o cenário é bastante bonito.
Por acaso, fui pela 1ªvez a Navacerrada no dia em que havia a prova de Trail.
Fiquei com vontade de, um dia, participar no Trial de Peñalara de 60kms. No trail de 60 kms a partida já acontece de dia e depois serão umas quantas horas a caminhar/correr! E gostava de participar com o pessoal do Team (JRR e amigos)!
Quando será pouco importa, apenas importará estar em plenas condições para percorrer 60 kms em montanha. Acredito que é possível… daqui por alguns anos J

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Treino de 16 kms na Quinta das Conchas



Aproveitando o facto do Ricardo andar a treinar para a Maratona, acompanhei-o num treino de longa duração.

Realizo poucos treinos e recentemente os que estou a fazer estão a ser mais longos. Desta forma treina-se a resistência, bastante necessária para participar, de forma confortável, em provas mais longas.

Neste Domingo o cenário foi a Quinta das Conchas, que considero um belo local para correr. Junta-se a prática desportiva a um belo cenário J!

O treino foi de 16 kms numa média aproximada de 6min/km que totalizou aproximadamente 1h36m. Mais relevante do que imprimir grande andamento foi realizar uma maior distância. O objectivo é ficar mais confortável a percorrer distâncias maiores.

Bons treinos e boas corridas!!!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

30000!!!



Caros amigos,

Chegámos às 30000 visualizações!!!
Ao mesmo que o número de visualizações está a aumentar a distância percorrida nas provas e treinos também está a aumentar :) É engraçado ver esta evolução :)
O nosso obrigado pelas vossas visitas e incentivos. Boas provas e divirtam-se :)

Abraço

sexta-feira, 14 de junho de 2013

10 Regras Fundamentais para uma Corrida Saudável


 
Encontrei no portal Médicos de Portugal um artigo interessante sobre aspectos importantes que se deverá levar em conta para realizar corrida de forma segura e saudável. Resolvi partilhá-lo e deixo os meus agradecimentos ao autor do artigo.
 
“Com a aproximação da estação do Verão, o exercício ao ar livre torna-se uma das opções mais procuradas pelos amantes do Desporto e do contacto com a mãe Natureza.

O exercício ao ar livre e, em concreto, a corrida ou o denominado "jogging" carece de algumas regras fundamentais ao seu bem-estar e úteis no seu correcto desempenho. Seja a nível amador ou profissional, deve sempre ter em atenção os seguintes pontos:

1º) Se está com excesso de peso e quer correr para o perder, cuidado!!! O excesso de peso traduz-se na maioria das vezes numa sobrecarga das articulações (nomeadamente joelho e tornozelos). A corrida tem bastante impacto e isso sobrecarrega ainda mais as articulações que já se encontram fragilizadas. Opte por começar só com marcha.

2º) Calçado - Deve ter um bom sistema de amortecimento de impacto, ser leve e arejado. No mercado existem várias opções para todo o tipo de bolsa e em qualquer loja de desporto só tem de olhar para a zona Running. Não se esqueça - quem vai para o mar avia-se em terra!

3º) Vestuário - Se fosse um vegetal o corredor era uma cebola - utilize roupa prática de modo a que a consiga ir tirando facilmente (tipo casca de cebola) à medida que a sua temperatura corporal aumenta. Opte por roupa justa uma vez que lhe permite movimentar sem atrapalhações.

4º) Opte por zonas planas de início e deixe as subidas para quando tiver mais endurance. As descidas podem ser traiçoeiras uma vez que o esforço de tentar "travar" a velocidade pode implicar a sobrecarga da articulação do joelho.

5º) Trabalhe o sistema muscular de modo a melhorar a performance. Os exercícios devem-se focar nos glúteos e músculos posteriores da coxa - necessitam de ser fortes para uma melhor performance na corrida.

6º) Um dos aspectos essenciais é o reforço do Core para a corrida - providencia uma base para as pernas e ajuda a reduzir o impacto. A força a nível de Core diminui o impacto na coluna vertebral devido ao desenvolvimento dos músculos estabilizadores da coluna.

7º) Não esqueça o equilíbrio e a coordenação. O treino do equilíbrio é útil na ajuda de cada passo que se dá quando se anda, se pratica jogging ou se corre (Quando se corre encontramo-nos numa só perna. Treinos com exercícios numa só perna aumentam a eficácia do equilíbrio).

8º) Hidrate-se!!! Muito!!! 60 a 70% do nosso peso corporal é água. Basta perder 20% da água corporal para pormos em causa a manutenção das nossas funções vitais. Não espere para ter sede: beba-a antes, durante e depois da corrida. O ter sede é um sinal do corpo de que está em carência. O não beber água para ajudar a perder peso é um mito antigo e perigoso que só conduz a estados de desidratação.

9º) Seleccione a hora a que vai correr. Horas de muito calor são mais propensas a desidratação precoce. O ideal é pela fresca da manhã ou então ao final da tarde. Aproveite para ver o nascer ou pôr do sol e já agora- escolha locais arejados! O correr em zonas verdes é de longe mais benéfico do que ao longo da estrada - se está a inspirar mais ar a cada minuto, porquê fazê-lo perto dos escapes dos carros?

10º) Treine com dias de intervalos - dia sim, dia não. Roma e Pavia não se fizeram num só dia. O descanso é tão importante como o treino. Dê tempo ao corpo para descansar e repor todas as energias necessárias para um novo treino. O sistema cardiovascular demora o seu tempo a adaptar-se e correr todos os dias (numa fase inicial) pode levar a situações de Overtraining.

Dê ouvidos ao seu corpo! Se os joelhos, os tornozelos ou as costas lhe começam a doer durante a corrida, se começa com dificuldades em respirar ou dizer o seu nome em voz alta ou se não consegue coordenar os seus movimentos, isso é o seu corpo a avisá-lo que se calhar é melhor encerrar a loja nesse dia e deixar o treino por aí. Depois de amanhã há mais.”

 
Miguel de Lucena
Junho de 2010

Fonte: Médicos de Portugal

terça-feira, 11 de junho de 2013

O meu primeiro treino de 15kms


 
Ontem foi dia de treino de 15 kms. Foi a primeira vez que em treino fiz mais de 10 kms (acima dos 10 kms apenas tinha feito em prova). Outra novidade foi sair de casa tão cedo para fazer um treino. Posso dizer que ainda estava meio a dormir quando cheguei ao pé do pessoal (em modo de piloto automático).

Os colegas do Team JRR Rui e Pedro fizeram um treino de 30 kms na sua preparação para a Maratona e tivemos mais três amigos a acompanhar a malta. O Rui e o Pedro delinearam um percurso à maneira (junto à Avenida Marginal), com um cenário bem agradável. O percurso foi bem pensado e o ponto de partida coincidia com o de chegada quer para quem fazia 15 kms quer para quem fazia os 30 kms. O ponto de referência foi o Forte de São Julião da Barra junto ao Passeio Marítimo de Oeiras.

O tempo estava um espetáculo para correr. Por volta das 7:30 lá partimos para o treino.

O treino decorreu em ritmo moderado e em que o pessoal foi “trocando uns dedos de conversa”. Apesar de fazer “apenas” 15 kms em vez dos “longos” 30 kms o ritmo foi bastante bom para mim pois o pessoal que se aventurou nos 30 kms tem mais andamento (é quase semi-profissional , com treinos regulares durante a semana J). O facto de correr menos distância equilibrou o ritmo do treino J.

Depois de passar os 12 kms e como ainda me sentia “relativamente fresco” resolvi acelerar um bocado até ao final do treino. Confesso que exagerei um pouco na aceleração pois passado 1 km tive de abrandar apesar de ir mais depressa do que no início do treino. Nesta fase, a malta dos 30 kms seguiu no seu ritmo mais moderado (é natural pois ainda tinham mais de 17 kms pela frente).

Depois de 15 kms e mais qualquer coisa dei por concluído o treino e aproveitei para caminhar e descomprimir até ao carro. Foi um bom treino de 15kms (e mais qualquer coisa) em 1h30m.

Entretanto o pessoal dos 30 kms lá seguiu caminho no seu treino longo. O Pedro e o Rui estão uns verdadeiros atletas!

O meu obrigado ao pessoal pela excelente companhia e convívio salutar J.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Natação: um belo desporto!



A natação está a ser o desporto que estou a praticar com regularidade. Faço corrida de vez em quando mas a natação faço todas as semanas (ou quase todas). É um momento de bela descontracção e ao mesmo tempo de saudável prática desportiva.
Sinto evidente evolução na natação. Já bebo menos água da piscina J e já vou de um lado ao outro da piscina sem parar pelo meio J. Mais do que isso já procuro melhorar a técnica pois a respiração e os movimentos estão mais coordenados.
Demorei muitos anos a descobrir a natação! Agora que o descobri e gostei, pretendo dar continuidade à prática e evoluir. Belo desporto!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

A importância do aquecimento na actividade física

Na última prova em que participei (Corrida do 1ºMaio) senti os efeitos de um bom aquecimento. A marca alcançada foi boa, mas mais importante do que isso senti-me bem durante e no final da prova, apesar de ter corrido 15 kms (distância superior ao que normalmente corro).

Habitualmente vou para as provas em “modo Turista”, pois faço pouquíssimos treinos e vou mais pela experiência e pelo convívio. De qualquer modo e independentemente dos objectivos de cada um, ao participarmos em corridas de 5, 10, 15 ou mais kms estamos a sujeitar o corpo a um exercício mais intenso do que está sujeito no dia-a-dia. Assim sendo, um bom aquecimento é importante para que o corpo esteja devidamente preparado para a prova e também para que as horas e dias a seguir à prova sejam mais confortáveis J

Devemos ver o aquecimento físico como a primeira parte da actividade física e que serve para preparar bem o individuo para essa actividade. Ajuda também a prevenir lesões e a criar alterações no organismo para suportar um treino ou uma competição, onde é importante a temperatura corporal.

O aumento da temperatura corporal resulta nos seguintes benefícios:

  • Aumenta a taxa metabólica;
  • Aumenta o fluxo sanguíneo local;
  • Melhoria da difusão do oxigénio disponível dos músculos;
  • Aumento da quantidade de oxigénio nos músculos;
  • Aumento da velocidade de transmissão do impulso nervoso;
  • Diminuição do tempo de relaxamento muscular após a contracção;
  • Aumento da velocidade e da força de contracção muscular;
  • Melhoria na coordenação; 
  • Aumento da capacidade das articulações a suportar cargas.

Há pouco tempo vi o episódio dos “Músculos” da série “Era uma vez o Corpo Humano” e foi interessante e esclarecedor. Recomendo J

Se nos treinos e provas tiverem espaços verdes por perto experimentem fazer nesse local o aquecimento ou alongamentos. Pedro: obrigado pela dica!

Boas provas, bons treinos… e bons aquecimentos J !!!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Corrida do 1º de Maio



Após a aventura do Trail voltei a participar numa corrida de estrada. Seria a estreia na corrida do 1º de Maio e apenas a 2ªprova de 15kms.
Para esta prova tinha como objectivo melhorar a marca realizada em provas de 15kms. Olhando para as marcas obtidas nos últimos meses nas provas de estrada defini como objectivo fazer menos de 1h24m, ou seja, uma média de menos de 28 minutos por cada 5 kms.
Encontrei-me com o Pedro no Estádio 1º de Maio e antes da prova deu para “trocar uns dedos de conversa” e aquecer convenientemente. Acho que foi o melhor aquecimento que já fiz antes das provas. Efectivamente, é um aspecto importante e que deve ser tido em conta.
A partida ocorreu em plena pista do estádio 1º de Maio o que permitia que o pessoal estivesse mais à vontade mesmo estando bastantes participantes. Apenas houve necessidade de abrandar na saída da pista pois havia curvas e o trajecto estreitava um pouco. Depois seguíamos pelo percurso de estrada.
Nos primeiros 1,5kms corri lado a lado com o Pedro mas depois combinámos o ponto de encontro à chegada e ele seguiu no seu andamento mais veloz.
Nos primeiros 5 kms senti-me bem e passei o km5 com pouco mais de 27m. Nesta fase estávamos em plena Av. Fontes Pereira de Melo e íamos a descer em direcção à Praça do Comércio. De qualquer modo não convinha acelerar demasiado pois ainda havia muitos quilómetros para fazer e havia sobretudo a longa subida do Martim Moniz até ao Areeiro.
Vi a placa dos 8 kms onde ia com mais ou menos 43 minutos mas até ao km 13 não vi mais nenhuma placa a marcar os quilómetros. Se calhar até lá estavam mas não as encontrei.
Gostaria de realçar que nesta corrida tive oportunidade de apreciar as vistas da cidade de Lisboa noutra perspectiva. Deu para ver melhor alguns locais onde já passei de carro muitas vezes mas que não tinha visto alguma da sua beleza. Claro que estamos a falar de uma cidade mas no meio de tanto betão e alcatrão podemos encontrar belos edifícios e belos “pontos verdes”. Por exemplo, passar no Marquês de Pombal a correr deu para apreciar o seu pequeno mas belo jardim envolvente.
Outro facto que gostaria de realçar é que encontrei participantes com sessenta e tal anos com grande atitude, com uma forma física impressionante e com muito boa disposição. Gostaria de chegar a estas idades assim tão bem e a participar em provas J. Apreciei também os incentivos vindos das pessoas que estavam à beira da estrada, sendo que até houve turistas que incentivaram os atletas.
Voltando à corrida, passei o km 13 com 1h13m e vi que para conseguir fazer menos de 1h24m tinha de acelerar. A subida entre o Martim Moniz e o Areeiro fez com que o ritmo tivesse sido mais baixo, facto que considero natural, mas não tive necessidade de caminhar em vez de correr.

Nos últimos 2 quilómetros acelerei em busca de alcançar o objectivo traçado inicialmente. À entrada da pista vi no meu relógio que já estava perto da 1h23 e ainda tinha mais de 200 metros para fazer e lá dei um sprint para me manter na 1h23m. E assim cheguei à meta com 1h23m19s (tempo oficial). No meu relógio tinha mais uns quantos segundos, daí ter feito o sprint J!
Gostei desta "voltinha" pela cidade J!

 

 

 

domingo, 28 de abril de 2013

20000 visualizações


Hoje o nosso blog atingiu as 20000 visualizações!
Tudo começou por uma brincadeira entre Amigos, quando nos desafiámos a participar em provas e a relatar as aventuras. A experiência tem sido muito interessante!
Vejo este blog como um espaço de partilha de experiências e perspectivas tendo como ponto de partida a salutar actividade desportiva.
Tem sido um grande prazer partilhar este espaço com o Ricardo, com o Rui, com o Pedro, com o Zé e com todos aqueles que visitam este espaço.

Um obrigado a todos!
Abraço



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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Uma aventura em Sesimbra! Trail de Sesimbra 2013!


7 da matina e estava a sair de casa para me encontrar com o pessoal do Team e irmos para o Trail de Sesimbra, para participar na prova de 20 kms. Eu, o Ricardo e o Pedro alinhámos neste desafio. Desta vez o Rui resolveu não participar e aproveitou para ir pedalar por outros caminhos.
Havia muita curiosidade para esta prova. Era o nosso primeiro Trail e pouco sabíamos do que íamos encontrar e sobretudo pouco sabíamos acerca das reais dificuldades. Vi um vídeo da prova do ano anterior que dava para ter uma ideia das dificuldades mas que também reforçou a curiosidade para a prova.
Mas nada como participar para ter a experiência! E agora digo que só fazendo a prova é que se percebe a dureza da mesma. Mas ao mesmo tempo o cenário tem uma beleza extraordinária!
Chegámos a Sesimbra e à nossa espera estava um tempo espectacular. Ainda se sentia um friozinho matinal mas adivinhava-se um dia de céu limpo e sol a brilhar.

Para esta prova os meus objectivos eram simplesmente passar pela experiência de participar num trail, disfrutar do cenário e ultrapassar as dificuldades do percurso. Não havia um objectivo definido para o tempo, tendo estimado que deveria fazer a prova em mais ou menos 3 horas.
Na partida o ambiente era bem agradável, descontraído, a música estava presente e havia por lá um instrutor de fitness a orientar um aquecimento e a saltar “feito maluco”!
Às 9h lá partimos nós para a grande aventura! A partida realizou-se junto à praia da califórnia (num dos extremos da vila de Sesimbra). Desta vez não havia “maranhal” de gente, embora ainda houvesse muitos aventureiros dispostos a percorrerem os trilhos, vales e montes que iriam aparecer! É de recordar que duas horas antes tinham partido aqueles que se atreveram a percorrer 50 kms de Trail.
Depois de aproximadamente 2 kms a correr na estrada marginal em plena vila, a seguir ao porto de abrigo, entrámos em piso de terra batida e a acompanhar uma subida para “aquecer os motores”. Foi 1 km a correr com alguma caminhada pelo meio. Nesta fase o Pedro apressou-se, imprimiu outra velocidade e ganhou alguma distância.
Pouco depois chegou o primeiro abastecimento. Um golito de água e seguimos viagem.
A seguir entrámos nos trilhos, quer dizer entrámos literalmente no mato, com arbustos de um lado e outro. Andámos em terreno mais ou mais plano uns metros mas depois é que a coisa se complicou. Além de andarmos em trilhos estreitos o terreno era a descer e com bastantes pedras. Coisa para se fazer devagarinho. Avistámos uma bela praia no vale(até deu vontade de ir até lá e dar um mergulho no mar) e em frente avistámos o que se iria seguir, uma subida do mais ingreme que se possa imaginar, uma autêntica parede e com muitos metros. No final da descida encontrámos um bonito riacho que ia em direcção à praia (belo local) e dirigirmo-nos para o trilho onde se iniciou a subida.
Subimos, subimos, resvalamos, continuamos a subir…subimos mais um bocado…
Ufa…Quando isto termina?!... Vamos lá, já faltou mais…Um passo de cada vez… Respira fundo… Já sinto a pulsação na cabeça… Só quero chegar lá acima…
Estes foram alguns dos pensamentos e sensações que surgiram durante o mais difícil segmento de prova que alguma vez realizei! Superar este obstáculo foi uma vitória! Além da inclinação ser bastante acentuada, o piso não era “pera doce”! Cheguei bem cansado ao topo do monte! De qualquer modo, senti uma bela sensação ao superar o obstáculo J
Depois de ultrapassada a “montanha “ e de ter recuperado algum folego seguimos caminho. Os quilómetros seguintes foram realizados a correr e a caminhar, pois o terreno era naturalmente irregular, em que era importante estarmos com muita atenção. Pelo meio ingeri umas barritas de cereais, para dar alguma energia extra. Além disso, os colegas do Team arranjaram-um um gel maravilha que ingeri por volta do 8ºkm.
Nesta fase queria que aparecesse um reabastecimento que nunca mais chegava (já tinha passado muito tempo desde o último reabastecimento)… até que pouco depois do km 9 lá apareceu o toldo, confesso que até corri para lá chegar J. Lá bebi bebida energética, comi uns amendoins e umas passas e tivemos oportunidade de assistir à passagem do 1ºclassificado do trial dos 50kms (o homem já tinha 39 kms nas pernas e aparentava estar bastante fresco! Como era possível?). Enquanto que o homem deve ter demorado 30 segundos no abastecimento, nós ficamos por lá 2 ou 3 minutos a confraternizar. Só lá faltava uns couratos e umas minis!!!
Nesta altura já estávamos em direcção a Sesimbra embora faltasse um pouco mais de 10 kms, mas havia a sensação que quase metade já estava feito J
Perto do km 12 entrámos numa mega pedreira. A serra naquela parte está toda esventrada, um impacto ambiental brutal!
Passando à frente, depois de sairmos da pedreira chegava outro reabastecimento e mais uns golos de bebida energetica. Estávamos por volta do km 13,5, já não faltava tudo J
Estavamos a caminho do Castelo de Sesimbra. O percurso apresentou-se matreiro pois era irregular e coloquei o pé esquerdo mal em duas ocasiões que me fizeram abrandar um pouco o ritmo e ir mais nas calmas. De qualquer modo, não me magoei e isso foi o mais importante. Pelo meio tivemos o único engano de percurso que foi ligeiro e rapidamente voltámos ao caminho certo.
Depois de uma parte mais a descer tivemos a subida para o castelo. Subida ingreme mas como o piso era em estrada de alcatrão fez-se relativamente bem.
No castelo havia o último reabastecimento e esperava-nos umas belas tostinhas com um doce que era uma maravilha.
Depois foi a descida para Sesimbra, em que era essencial estar com bastante atenção. Percurso em plena mata onde imediatamente antes de chegar à vila passámos por um local estreito em que tivemos de nos agarrar a uma rede de metal para ser mais seguro.
Na minha perspectiva, a atenção é o factor mais importante numa prova de trial.
Chegados à vila de Sesimbra junto ao posto da GNR, faltava aproximadamente 1 km para a meta e tínhamos que percorrer novamente parte da marginal desde o Hotel do Mar até ao ponto de partida junto à praia da Califórnia. Lá seguimos nós, em clima de volta de honra, pela marginal junto ao muro da praia, passando pela fortaleza, com o sentimento de missão cumprida. A meta era já ali e com algumas palavras de incentivo de outros atletas chegámos à meta após 3h10m de prova.
Foi uma grande aventura! Foi bom ter a companhia durante a prova do amigo Ricardo! Foi bom ter participado na prova com o amigo Pedro!
Prova bem organizada, o caminho a seguir estava bem sinalizado (deve ter dado uma grande trabalheira sinalizar o caminho todo com fitas!) e os reabastecimentos estavam bem servidos. A única correcção que faria na logística seria colocar o 2º reabastecimento dos 20 kms um pouco mais cedo (pois demora-se muito tempo a percorrer entre o km3 e o km9). Aproveito para dizer que o pessoal que idealizou a prova são “uns gandas malucos”! O percurso é muito duro! Mas a beleza é extraordinária J
Um dos meus objectivos desportivos para este ano foi alcançado com a participação no Trail.
Fiquei muito satisfeito com a experiência!
Destaque ainda para o facto de a seguir à prova termos realizado um belo convívio familiar entre Amigos. Viva a amizade J!
 

sábado, 6 de abril de 2013

Regresso de Abidal e Tito Vilanova à competição


Hoje Abidal regressou à competição oficial e Tito Vilanova regressou ao banco do Barcelona.
Como a maioria dos portugueses neste momento sou mais do Real Madrid do que do Barcelona mas não deixo de considerar e elogiar o facto do FC Barcelona enquanto instituição demonstrar extraordinário respeito e consideração pelos seres humanos que fazem parte dos seus quadros.

Face ao quadro clinico e face às exigências da competição desportiva, os dirigentes do FC Barcelona podiam ter escolhido o caminho de dispensar o treinador ou dispensar o jogador, mas não foi isso que fizeram. Apoiaram treinador e jogador na “batalha das suas vidas” e penso que tal facto fez com que o grupo se unisse ainda mais e trabalhasse mais para lhes dedicarem as vitórias desportivas.
Mais do que um jogador do FC Barcelona ou do que o treinador do FC Barcelona falamos de dois seres humanos.

É de salientar que o estado clinico de Abidal e Vilanova motivaram reacções solidárias dos adversários desportivos directos. Assistimos a momentos muito relevantes de mensagens de apoio, por parte de dirigentes, treinadores e jogadores de equipas adversárias. Isto é fair-play!
Por que razão é necessário chegar a situações limite para emergir o melhor que os seres humanos têm?

Obrigado FC Barcelona pelo extraordinário exemplo dado ao mundo J
 

Veja o momento da entrada em campo de Abidal
http://www.youtube.com/watch?v=MTGwCs_SkKM

sexta-feira, 29 de março de 2013

Lawrence Lemieux : um campeão do ideal e espírito olímpico


Em 1988, durante uma prova de Vela nas Olimpíadas de Seul, Lemieux abandonou temporariamente a prova em que competia quando estava em segundo lugar para socorrer dois companheiros de regata de outro barco que haviam caído ao mar. Depois da “operação de resgate”, Lemieux continuou a corrida mas a perda de tempo colocou-o fora da disputa dos primeiros lugares. Ele terminou em 22º lugar numa prova que iniciou-se com 32 participantes.
Embora Lemieux não tenha conquistado uma medalha pela sua classificação na prova, ele foi escolhido para participar na cerimónia de medalhas. Juan Antonio Samaranch, presidente do Comité Olímpico Internacional, entregou a Lemieux a Medalha Pierre de Coubertin, com elogios de desportivismo e coragem, por personificar o ideal e espírito olímpico.
Grande campeão!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Fauja Singh, o corredor de maratonas mais velho do mundo

Recentemente um colega do blog deu-me a conhecer a existência deste atleta que podemos considerar um “herói” pelo facto de correr maratonas com mais de 100 anos e poder inspirar muita gente com o seu exemplo. Investiguei um pouco e partilho aqui alguns factos da sua história.
Fauja Singh, apelidado de "Tornado com turbante", tem 101 anos e começou a correr aos 89 anos, depois de ter passado uma fase difícil da sua vida em que perdeu entes queridos. Desde então, completou nove maratonas.
Há pouco tempo admitiu que está na hora de “parar” de correr em competições. O corredor de maratonas mais velho do mundo, afirmou este ano, dias antes de participar na sua última corrida enquanto atleta, em Hong Kong (10 kms), que se sente triste por ter que se reformar mas que vai continuar a correr por prazer.
Singh, nasceu na Índia, mas tem nacionalidade britânica. Singh, agricultor em seu estado natal de Punjab antes de imigrar para Inglaterra, participou em maratonas prestigiadas como a de Nova Iorque, Toronto e Londres.
Em Abril de 2012, concluiu a Maratona de Londres em 7h49m21s, batendo por 22 minutos o seu anterior máximo (alcançado no ano anterior em Toronto) dum atleta com mais de 100 anos. Simultaneamente, ampliou o seu record de homem mais velho do mundo a finalizar uma Maratona, tendo 101 anos e 21 dias.
Em 2003, em Toronto, ele bateu o recorde mundial dos mais velhos de 90 anos correndo em 5h40m01s.
É sem dúvida extraordinário um homem correr a maratona com esta idade.