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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Dia Internacional Nélson Mandela




Hoje, 18 de Julho, assinala-se o Dia Internacional Nélson Mandela.
Parece-me que uma boa forma de honrarmos o seu legado é lembrarmo-nos e colocarmos em prática pelo menos algumas das suas ideias.
“A nossa maior glória não está em nunca cair, mas em levantarmo-nos sempre que caímos.”
“O que realmente conta na vida não é apenas o facto de termos vivido. É a diferença que fizemos nas vidas dos outros que determina a importância da nossa própria vida.
“Ser livre não é apenas tirar as correntes de alguém, mas viver de forma a respeitar e ampliar a liberdade dos outros.
“A educação é a arma mais poderosa que temos para mudar o mundo.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Experiência no golf


No passado fim-de-semana, eu, o Rui e o Ricardo, acompanhados pelas respectivas esposas fomos dar uma voltinha por Setúbal e arredores e ficámos hospedados no Montado Hotel & Golf Resort em Palmela.
Pessoal casado e com filhos (e os sem filhos também): lembrem-se de de vez em quando irem dar uma voltinha com a vossa cara-metade, para manterem a “chama da relação acesa” J. Pode não ser fácil arranjar oportunidade mas vale a pena fazê-lo de vez em quando. Vamos lá malta, o mundo precisa de casais duradouros e felizes J!
Aproveitámos uma bela promoção de um site e lá marcámos. Não foi à 1ªtentativa pois no dia marcado (há uns meses atrás) o Ricardo "resolveu arranjar" uma pancreatite e assim ir hospedar-se para outro lado. Cá para mim foi o nervoso miudinho de mostrar à malta as suas habilidades no golf, pois ele já é experimentado na coisa (jogou 3 ou 4 vezes antes J).
Já divaguei um pouco, agora vamos lá à prática desportiva.
Lá fomos nós à recepção do hotel requisitar o material. Posso dizer que foi mais barato do que pensava. Por 3 € tínhamos 40 bolas à disposição e empréstimo de 1 taco.
Dirigimo-nos à maquineta onde se tirava as bolas e artilhados cada um com 40 bolas lá fomos para a zona de arremesso J (driving range em linguagem técnica, segundo a wikipédia).
Na minha cabeça estava a ideia que íamos lavrar um bocado a relva onde íamos bater as bolas.
E agora como é? O Ricardo deu-nos umas dicas quanto ao posicionamento do corpo e à forma como deveríamos bater na bola.
1ª tacada/ 1ª bola. Foi “épica”, foi um fartote de riso. O Ricardo não assistiu pois tinha um taco de canhoto e foi entretanto trocá-lo. O Rui estava entretido a ver se acertava na bola. Quem viu “certamente” ficou impressionado com “tanto talento” para a prática do golf.
Vamos lá descrever a cena: No relvado existiam duas cordas paralelas no chão (com distância entre elas mais ou menos de pouco mais de 1 metro) que marcavam a “zona de arremesso” das bolas. Coloco a bola em cima do tee (“pinchavelho” que serve de base à bola), mas bastante perto da corda da frente. Resultado: quando dou a tacada para além de acertar nas “orelhas” da bola, enrolei o taco na corda, a corda foi uns metros ao ar e um mini placard de publicidade que estava agarrado à corda foi deitado ao chão. Foi um momento engraçado J. Pode não parecer mas até foi relativamente discreto J. Endireitei a corda, levantei o mini placard e tudo estava bem J. Pronto para a 2ªbola e para as seguintes J.
Claro que depois afastei as bolas das cordas para não voltar a enrolar o taco nas cordas J. Umas tacadas melhores, outras menos boas, mas foi uma bela experiênciaJ. Parece-me que ganhei o prémio para a “tacada mais caricata” e o Rui ganhou o prémio do “maior “lavranço”, pois arrancou o maior pedaço de relva com uma só tacada. De qualquer modo, o Rui em 2 ou 3 ocasiões atirou a bola para distâncias bem consideráveis. O Ricardo despachou bolas com fartura e também deu umas tacadas valentes.
Nas primeiras 10 bolas andei a tentar acertar a posição e fui tendo noção de que dava a tacada como estivesse a rematar à baliza com um stick de hóquei. Pratiquei hóquei em patins durante 15 anosJ.
Apesar de ter corrigido o posicionamento e o movimento da tacada percebo que ajudaria ter tido umas lições de golf para fazer o movimento como deve de ser.
Das 70 bolas que “atirei”, talvez 5 ou 6 possa classificar como boas (a bola saiu do chão, fez um arco razoável e ainda foi a alguma distância), umas 10 como razoáveis e o resto menos boas, para um nível de principiante.
Concentração! Olhar para a bola! Digam lá se não parece que vou rematar à baliza?
Concentração. Olhar para o campo! Porque será que a corda da frente não está muito direita :)?

Aqui vai disto! Bela tacada :)

O objetivo principal desta aventura no golf foi mesmo experimentar o golf e divertirmo-nos juntos. Isso foi claramente alcançado J.
Divirtam-se!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Os nossos vencedores da Gloriosa Corrida do Benfica



Estamos cheios de orgulho deles!! O amor à camisola é uma coisa linda…


Esta última foto não é nada mais do que a essência do dia de hoje: o da treta! ;)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Auto-Retrato do Escritor Enquanto Corredor de Fundo, de Haruki Murakami

(reparem: não parece o Joel?)

Acabei de ler o livro "Auto Retrato do escritor enquanto corredor de fundo", de Haruki Murakami.  O livro conta-nos como o autor, depois de ter abandonado um projecto de gestão de um bar de Jazz em Tóquio para se dedicar profissionalmente à escrita, inicia-se na corrida de longo curso. Inicialmente apenas para se manter em forma, é um ano depois que percorre a correr os 42.195 metros que separa Atenas de Maratona.

Do ponto de partida da corrida, o autor conta-nos como o seu hobby, se entranha em si, molda o seu ser e como influencia a sua própria escrita.

Passo após passo, palavra após palavra, Haruki descreve-nos da reacção do corpo quando corremos em diferentes estados meteorológicos, ao longo dos quilómetros que se acumulam nas pernas, ao longo dos dias consecutivos a correr, das diferentes provas, de maratonas de Boston e de Nova York, ultramaratonas e triatlos.

"Vendo bem, em que penso eu, exactamente, enquanto corro? Para dizer a verdade, não tenho a mínima ideia... Corro, só isso. Corro no vazio."

A experiencia, as sensações e emoções que o autor nos transmite, à medida que vai correndo - todos os dias cerca de uma hora - é a do corredor introvertido, que pratica um prazer solitário e que aproveita o tempo e exercício para meditar, ou melhor, para esvaziar a cabeça. Aqui a minha experiencia é diversa da do autor, pois pese embora adore correr sozinho e confesse que de vez em quando sinto mesmo uma necessidade de o fazer, gosto muito de correr acompanhado com amigos, ainda assim não invalida a riqueza da experiência e da leitura.

Mas, como se fosse um diário, também nos vai abrindo as portas da sua vida, todos os seus altos e baixos, ao longo das provas, ao longo dos romances. De como correr longas distâncias se equipara à luta diária para escrever um romance e no fim de contas como correr uma maratona é a própria vida e como a enfrentamos.

Como que, mais do que um exercício físico, centrado nos músculos, a corrida de fundo é um exercício cerebral de persistência, de não desistir, da força de vontade.

Através de um caminho autobiográfico, o escritor leva-nos a conhecer o mais íntimo de si, conduzindo-nos num labirinto de trilhos feitos de palavras, à medida que nos vai contando as suas memórias e abrindo a sua alma.

Excelente leitura para quem partilha do amor do autor pela corrida, mas também um livro sobre a vida... Recomendo vivamente.

P.S. E já é o meu segundo escritor preferido que pratica atletismo :)



segunda-feira, 17 de março de 2014

Só para dizer...

... que hoje foi dia de mais um teste.


Consegui correr durante 20 minutos na passadeira cá em casa. Foi a 8 min./Km, ou seja a passo de caracol, mas foi a correr sem dores. 

Depois de um primeiro teste falhado durante a semana passada... Life's good! 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Sinto-me a...

...R!!


Nota: Para quem não percebeu, o "artista" da imagem é um boneco da série Dragonball e chama-se Vegeta... :)

domingo, 2 de março de 2014

Time Out

Estou a vegetar em casa. Pois é isso mesmo. Completamente parado e a ressacar da falta de prática desportiva, ao ponto de já saber qual é a parede cá de casa mais suave ao toque da cabeçada...

Isto tudo porque, assim do nada, uma lesão à jogador da bola (ou talvez não) no pâncreas me fez ir de charola para o hotel dos Capuchos, obrigando-me a parar completamente.
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Aparte:

Desde já, e ironias/sarcasmos/piadas à parte, deixo aqui a minha homenagem às enfermeiras e ao médico que me tratou. Aqui o je é agora um fã incondicional daquela gente que dia após dia espeta agulhas, distribui comprimidos, dá banho e muda fraldas aos velhotes, dá-lhes comida à boca, tira-lhes a dor e dá-lhes atenção e carinho, e ainda aparece disponível sempre que se toca no malfadado panic-button que está junto de cada cama da enfermaria. Sei que, tal como noutras profissões, não são todos assim, mas aqueles eram - médicos, estagiários, enfermeiras e auxiliares -, ainda que não dispondo (de longe) das melhores infraestruturas. Um bem haja para eles todos e OBRIGADO!
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Pancreatite. Foi esse o diagnóstico. Inflamação no pâncreas causada por bílis espessa e poeiras na vesícula. Assim do nada, desapareceu o ginásio, os ténis, o equipamento, as corridas... Adeus Lezírias e 1/2 Maratona. Obviamente que o importante é a saúde, mas isto de ser apanhado com as calças na mão não é fácil. Um dia corre-se a maratona, no outro está-se numa cama de um hospital... Posso agora dizer que estes sustos dão mesmo para alterar a perspectiva de certas coisas na vida...

Estive 6 dias internado e a receita agora é descanso, dieta e medicação. Mas nem tudo é mau. 3 kgs foram à viola em 6 dias (dos quais 4 foram sem comer...). Enfim...

Agora, se não se importam, tenho que ir ali bater com a cabeça na parede da casa de banho. Até já. :)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A atitude no dia-a-dia


Desde já esclareço que não é meu objectivo valorizar ou desvalorizar qualquer clube ou qualquer grupo de pessoas, mas sobretudo abordar a questão da atitude.
Vi apenas alguns minutos deste jogo mas deu para compreender aquilo que li hoje num artigo do Sapo intitulado “O futebol-paixão esteve nas bancadas do Dragão”. De um lado o FC Porto, favorito na eliminatória, do outro lado o Eintracht Frankfurt, uma equipa alemã (com história) que está classificada no 15º lugar do campeonato alemão mas a fazer uma boa campanha na Europa.
Logo à partida, cerca de oito mil adeptos do Eintracht Frankfurt compareceram no estádio do Dragão para apoiar a equipa alemã. O total de espetadores no estádio foi de “apenas” 25000. 8 mil adeptos de uma equipa que no seu campeonato está a lutar para não descer de divisão num jogo fora de casa no estrangeiro e a meio da semana? Incrível! E não só compareceram como apoiaram a equipa de início ao fim!
No jogo em si estiveram a perder por 2-0 e ainda conseguiram empatar.
Li o seguinte: “os adeptos do Eintracht não estiveram no Dragão só a marcar presença. Eles cantaram, vibraram e até cantaram ao desafio entre eles, sempre em clima de festa, por pura paixão ao desporto”.
 “Do outro lado, o público portista limitava-se a apupar os jogadores, do FC Porto, e a gritar sempre que estavam em desacordo com a equipa da arbitragem”. Tradicionalmente em Portugal, seja qual for o clube, é isto que acontece quando os jogos correm menos bem à sua equipa.
Será que algo semelhante só acontece em Portugal nos estádios de futebol ou também acontece em empresas, estradas, ruas, supermercados ou até em algumas casas? O que acontece quando as coisas correm menos bem? Todos reclamam? Procuram-se “culpados”? Há críticas e julgamentos? Há respeito? Há tolerância? As pessoas apoiam-se e são solidárias umas com as outras? Procuram-se soluções?
Parece-me que seria desejável que em Portugal se passasse a criticar menos e se julgar menos. Isto não significa que não devemos ser exigentes e responsáveis (sobretudo com quem governa a sociedade), antes pelo contrário. Uma cultura de exigência e responsabilidade colocada em prática provavelmente contribuiria com que o foco da sociedade fossem as soluções.
Porque não, ser exigente e ao mesmo tempo ser tolerante. Não confundir tolerância com fraqueza, pois são coisas completamente diferentes.
Em 1º lugar sermos tolerantes com nós próprios. Podem existir momentos menos bons, mas podemos nos lembrar que há sempre aprendizagens a tirar e que temos capacidades (dentro de nós) para lidar com as situações em vez de “lutarmos contra elas”. No meio da situação claro que por vezes não é fácil ter o discernimento necessário (e acontece por vezes a todos) mas vale a pena nos lembrarmos que cada ser humano tem muito valor e lembrando isso a atitude pode ser muito melhor e ficamos a nos sentir muito melhor J.

Divirtam-se J!

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A fome, senhores, a fome...

Não sei como é que os outros lidam com o objectivo de perder peso, mas no que me diz respeito já sei que se quero perder o que quer que seja vou ter de passar fome. E é isso que tenho neste momento. Muita fome! Detesto, não gosto, tenho vontade de comer tudo e mais alguma coisa, mas não posso. Por muito treino que faça, se não me resguardar na parte alimentar - entenda-se, passar fome - não perco peso. Posso não ganhar, o que já não é mau, mas também não consigo perder. E como um dos objectivos do ano é baixar mesmo dos 75 kgs - estou com 77,5 kgs - só tenho um remédio: passar fome.

São 17h da tarde, o almoço já lá vai e foi para preencher o "buraco" provocado pelo belo treino de final de manhã. Estou cheio de fome e a única coisa que tenho pela frente para comer é esta bela maçã... E ao jantar uma sopinha... Lá terá de ser...

domingo, 5 de janeiro de 2014

Eterno...

Hoje desapareceu a maior referência desportiva de Portugal. Como não podia deixar de ser, aqui fica a minha pequena homenagem.


Como benfiquista, mas sobretudo como português: Obrigado Eusébio!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A todos os que nos acompanham, ...

... a menina e os meninos daqui do blogue desejam:


E não se esqueçam de enfardarem o maior número de doces e bolos e fritos, etc!!!
 

Mas depois não se queixem... :)


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

50000

 
O blog chegou às 50000 visualizações!

Uma brincadeira de Amigos e assim começou um blog onde abordamos as nossas aventuras desportivas e aquilo que nos apetece "falar", tendo como ponto de partida o desporto.

Tenho muito gosto em partilhar a edição deste blog com os meus Colegas/Amigos J.

É engraçado constatar o facto das decisões relacionadas diretamente com o blog normalmente serem tomadas em menos de 5 minutos e quase sempre por unanimidade. Demoramos bem mais a acertar datas e locais para almoçarmos juntos do que a definir qualquer coisa no blog J.

O blog começou por se chamar JRR-Desporto, simplesmente pelo facto de serem as iniciais dos nomes dos “sócios fundadores” e ter ficado combinado contarmos no blog as "peripécias" das nossas provas. 3 Homens estão a decidir um nome para um blog e em menos de 1 minuto fica decidido o nome mais simples. Dito e feito!

Depois o “espírito” do blog “ganhou asas” e naturalmente se alterou o nome para JRR e Amigos - Desporto. Decisão rápida e que fez todo o sentido para todos nós J.

E é isso mesmo o blog, um espaço onde Amigos partilham perspetivas e experiências, tendo por base o desporto.

O meu obrigado aos Colegas/Amigos do Team e o meu obrigado aos leitores do blog.

Abraços

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Obrigado Russia! - Blagodarya Rossiya !

Com a bonita soma total de 50.000 visualizações, gostaria especialmente de agradecer aos nossos seguidores da Rússia, o especial apoio que nos proporcionaram até agora!

Com um distanciamento tão grande entre as nossas grandes pátrias, é difícil acreditar que os russos sejam a 2ª maior nacionalidade a acompanhar os nossos textos!

Spasibo !


С довольно общей суммы 50 000 просмотров, особенно хотелось бы поблагодарить наших последователей из России, специальная поддержка, которую они дали нам до сих пор!

С такой большой разрыв между нашими родине, трудно поверить, что русские являются 2 по численности национальность сопровождать наши тексты!

спасибо


(O autor desde texto não percebe nada de russo, portanto qualquer erro gramatical ou de sentido conotativo existente no texto é da responsabilidade do Goggle!)

(Автор этого текста ничего русского не заметил, так что любая грамматическая ошибка или существующих коннотативная значение в тексте является обязанностью Goggle!)


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A melhor parte...

... de todo este esforço, de um gajo andar para aqui a correr, a treinar quatro ou cinco vezes por semana, a correr maratonas, etc e tal, é quando vou às análises e o colesterol total está neste valor:

152

E depois lembro-me que já o tive nos 210...

Afinal de contas tudo isto começou para isso mesmo, melhorar a saúde.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Incentivo de veterano a jovem colega de equipa


 
Esta história aconteceu em Agosto de 2010 mas fiquei a conhecê-la apenas há uns dias. Gostei da história e da extraordinária atitude de Rufete pelo que resolvi partilhá-la.
O futebolista Rufete deu um grande apoio a um jovem colega de equipa (Kiko Femenía) quando as coisas não lhe estavam a correr nada bem. Rufete impediu que o treinador o substituísse e incentivou-o até recuperar o ritmo.
O episódio aconteceu na 1ªjornada do campeonato espanhol da época 2010/2011, no jogo Hércules-Atlético de Bilbao.
Kiko Femenía, um médio de 19 anos (em 2010) formado nos escalões jovens do Hércules de Alicante foi lançado em jogo, aos 57 minutos, com a responsabilidade de ajudar a equipa a recuperar um golo de desvantagem.
Nos primeiros lances em que interveio as coisas não lhe correram bem e depois os erros foram acontecendo. A ansiedade e os nervos “apoderaram-se” dele.
O treinador do Hércules, Esteban Vigo, desdobrou-se em indicações e ia questionando: "O que é que se passa?” " O que é que estás a fazer?"
Desesperado, Vigo assumiu que só poderia remediar as coisas fazendo sair o jogador e preparava-se para isso quando o veterano Rufete, que antes fez carreira no Valência, Málaga, Barcelona e Espanhol, se levantou do banco gritando-lhe: "Deixa-o em paz, não o substituas."
Enquanto o treinador hesitava, Rufete começou a gritar para dentro do campo, onde o desinspirado Kiko Femenía se arrastava. "Kiko, Kiko, recupera", incentivava, enquanto o jovem falhava mais um lance.
Rufete, a quem se juntaram todos os elementos do banco, acompanhando a situação, continuou a dar indicações para dentro do campo e, pouco a pouco, Kiko foi dando nexo ao seu jogo, com Rufete a recomendar-lhe: "Respira bem, respira tranquilo."
Uma bola ganha pareceu devolver-lhe alguma confiança e começou a envolver-se mais no jogo na tentativa de dar a volta ao marcador. A verdade é que terminou o desafio transfigurado, como se os iniciais minutos dramáticos, após ter entrado em campo, não tivessem existido. Uma jogada em velocidade, pela direita, poderia mesmo ter dado o empate ao Hércules, que perdeu o jogo, mas pelos vistos recuperou um jogador.
Apesar do clube ter descido de divisão, o jovem jogador realizou uma boa época e transferiu-se no final da época para o Barcelona (nas últimas duas épocas jogou no Barcelona B).
Uma palavra de apoio e de incentivo, no momento certo, pode fazer toda a diferença!
 
Pode ver aqui o vídeo:

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Frase do ano

“Nós portugueses vivemos num clima quase depressivo. Temos de ter objetivos muito fortes no nosso dia a dia. É esta mensagem que quero deixar aos portugueses, que acreditem, que lutem, porque sem trabalho, sem sacrifício, nunca vamos conseguir mudar este país.”

Carlos Sá
Ultra Maratonista português, depois de vencer a Badwater
a corrida mais dura do mundo