Ora se pensava que este ano, a "revolta" sindical iria aquecer a Corrida 1º Maio deste ano, enganei-me por completo. Quer dizer, por completo não, a corrida até foi bastante aquecida, pelo 1º sol de mês de Maio.
Coisas boas desta corrida? – O excelente ponto de partida e chegada da prova (Complexo 1º Maio da Inatel, estrutura inimaginável, para quem passa pelo bairro de Alvalade), a pouca confusão e claro uma volta pelas principais ruas de Lisboa.
Formei novamente equipa com o Eduardo (uma espécie de dupla de volei de praia, mas em vez de areia, o chão é de asfalto). Já a poucos minutos da partida encontrámos a Sofia.
Encontramo-la e perdemo-la, tal a sua velocidade de partida!
Mas vindo de uma constipação e com um mini trail dali a 2 dias, optámos por aquela ideia "utópica" do "vamos a rolar e a ver as vistas"!
Sem darmos conta fizemos uma média de 5 minutos / Km, e ainda deu para ver a vivacidade do turismo estrangeiro na baixa de Lisboa e a má disposição dos condutores apanhados desprevenidos nas zonas cortadas ao transito.
Nós também não nos deixámos enganar pela subida lenta da Almirante Reis – Areeiro. O segredo está no chegar até ao fim da subida. É só quase no fim que se percebe que é mesmo o fim da subida. Tudo o resto é visão e falsa expectativa!
O final da corrida em formato tartan, sabe sempre bem e este ano o descanso na relva, com um sol caloroso foi perfeito.
Só faltava um churrasco no próprio final da prova. Ah isso é que era ………………
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terça-feira, 6 de maio de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Uma tarde na Montanha Russa – BES RUN CHALLENGER 2014
Olhei para o lado, bonsais e mais bonsais decoravam o átrio da loja que os comercializava, situada à entrada de Sintra. É mesmo aqui que estaciono!
O céu apresentava-se nublado mas a temperatura apetecível para uma corrida. E se essa corrida é em Sintra então vai ter subidas e descidas……….e muitas!
Não participei no "pacote completo" do Run Challenger do BES, mas, tal como no ano passado, decidi aproveitar a oportunidade de fazer um treino em modo "montanha russa" na vila de Sintra.
Portanto, já sabia ao que vinha. Já sabia que no largo de São Pedro (zona de partida/chegada da prova) estaria um mar de gente (atletas e familiares), que o estacionamento estaria caótico (por isso ter decidido estacionar um pouco mais longe), que haveria zonas de partida, para os vários "tipos" de atletas e que a confusão para entrar nessas zonas seria grande (não tanto como no ano passado).
Este ano fiz a corrida sozinho e por coincidência (ou talvez não) "abordei" a mesma com bastante tranquilidade.
As comparações entre esta corrida e a da Fim da Europa surgem com naturalidade e aposto que metade do pelotão que partia desta corrida era presença assídua na corrida do Fim da Europa (e mais não é, devido a limitação de inscrições nesta ultima).
Mais uma certeza: o inicio seria a subir e a seguir a descer até ao Palácio da Vila e depois do centro de turismo nova subida para depois chegado lá em cima……….descer…..
Já sabia, também, que ao chegarmos ao quinto quilometro, o espaço de ultrapassagem seria mínimo devido à pouca largura da estrada.
A moda deste ano é a utilização dos telemóveis como sistema sonoro, indo assim, o pelotão ao ritmo das play lists dos vários equipamentos telefónicos.
A volta foi dada ao 6º Km . A partida apartir daqui tornou-se mais rápida.
O prémio romantismo deste ano vai para o casal que fez a corrida inteira de mão dada. O amor é lindo ou então era mesmo "falta de pernas" (ou as duas coisas).
Mais uma vez, esqueci-me da subida ao quilometro oitavo (antes da passagem pelo Palácio da Pena) e para chegar até à descida rumo à meta foi o "cabo dos trabalhos". Que subida lixada aquela!
E depois? Depois foi a descer até à chegada. Normalmente não sou um grande apreciador de descidas e esta torna-se particularmente perigosa! Porque é acentuada, porque o piso é traiçoeiro e porque normalmente é utilizado por turistas. E se chove, é "esbardalhanço" na certa!
A chegada em velocidade cuidadosa foi com o mesmo tempo do ano passado. Só faltou a caixa com as queijadas (não houve ou já teriam acabado?). Foi mesmo a única novidade deste ano.
Olha que dois...
Olha para o ritmo dos meninos, Pedro T. e Eduardo,
a serem ultrapassados com uma facilidade incrível na clássica Cascais - Lisboa.
(emitido no Desporto 2, da RTP2, de sábado, 19 de Abril)
terça-feira, 15 de abril de 2014
Pipocas, Bananas e Chocapic – Corrida Classica Cascais – Lisboa 2014
É sempre complicado, quando uma prova não tem como local comum o inicio e seu termino.
São as deslocações, é o tempo gasto, é o local para deixar a mochila com a "muda de roupa" e é a organização disto tudo junto.
Mas vale a pena sobretudo para esta corrida. É de facto um itinerário espectacular. E deu para recordar alguns (muitos) quilómetros percorridos na Maratona de Lisboa do ano passado.
Com tudo planificado, fiz-me à estrada. Este ano com a companhia do Eduardo. O resto da malta do JRR estava no Trail de Montejunto ou em casa a descansar.
Primeira Paragem: Belém
Deixámos um dos carros e todo material para o "pós corrida", junto ao planetário. Ainda era cedo e o estacionamento abundava na zona. Uma ligeira bruma teimosa pairava no ar.
Segunda Paragem: Estoril
Decidimos arriscar a marginal como via para a partida. A manhã estava calma e o nevoeiro teimava em não se dissipar. A organização preparava os locais de abastecimento e/ou de passagem de testemunho das estafetas.
Como esta corrida é pouco publicitada e tem um numero limitado de inscrições, é possível montar uma logística sem grandes confusões nem "engarrafamentos". Nada de partidas criticas e chegadas apertadas à meta. E um longo corredor de corrida com espaço para sprints, trotes e passeios. E no entanto é a corrida mais antiga de Portugal. Para mim, é um privilegio fazer esta corrida todos os anos.
Terceira Paragem: Belém
Dado o tiro de partida lá fomos marginal a fora, martelando a borracha dos ténis no asfalto bem tratado da estrada.
O Amigo Eduardo começou-me a falar da véspera. Jogo de futebol e cinema até à uma da manhã. E um balde pipocas. Até aos cinco primeiros quilómetros foi um martírio. Porque doía-lhe as canelas por causa do futebol (são uns heróis, acabam o jogo e não fazem o relaxamento sempre necessário) e porque estava enfartado depois de ter mandado abaixo um balde pipocas salgadas (tipo trituradora molinex).
Eu sabia que quando mais tarde lhe desse a chaves do carro que tinha ficado no Estoril, mais ele tinha que voltar para trás.
E no entanto uma vista maravilhosa assaltava-nos os sentidos. O tempo não estando frio, continuava nublado. Como se quer para uma boa corrida!
A coisa acalmou quando comecei a dar-lhe um "raspanete pedagógico". Estas distancias não são para turismo impulsivo. Pelo menos ………..façam um descanso de véspera!
Passagem nos postos de abastecimento. Sentia-se a excitação de quem estava para iniciar o seu percurso na estafeta.
Ultimo abastecimento, 15 kms e surpresa…………….bananas, maçãs e sumo! Ora ora, isto é uma novidade! Meias Maratonas organizadas pela Xistarca com estes mimos!! Só pode ser por causa da aproximação da época pascal!
Aproveitámos a oferta e ainda tive que ouvir a "resmunguice" do meu colega de corrida por causa do reduzido tamanho da sua banana (por favor, não descontextualizem esta frase, ela é parte integrante deste texto!). Parecia um "calimero da corrida".
A prova estava na sua recta final. Alargámos a passada, mas em ritmo cómodo.
A Torre de Belém já lá se via ao fundo.
O tempo de corrida não era nada de espectacular, mas o objectivo era a distancia e o treino de "passada confortável".
Mesmo antes da meta (uns 50 metros antes) vislumbramos um jovem de joelhos. Terá deixado cair alguma coisa? Ao passarmos por ele notámos uma poça castanha no chão. Alguém junto dele terá dito a palavra Chocapic! Ah carambas………………….uma pratada de chocapics antes de fazer 20 km´s e o vomito ao pé da meta. Isto é Monty Python com Stephen King. Surreal ……….no mínimo!
Próxima Paragem: Estoril
O chato disto tudo é que um dos carros ficou no local de partida. O banho ainda tinha que esperar mais um pouco. Mas valeu a pena………pelo passeio…….e tudo o resto!
BOA PASCOA PARA TODOS!
São as deslocações, é o tempo gasto, é o local para deixar a mochila com a "muda de roupa" e é a organização disto tudo junto.
Mas vale a pena sobretudo para esta corrida. É de facto um itinerário espectacular. E deu para recordar alguns (muitos) quilómetros percorridos na Maratona de Lisboa do ano passado.
Com tudo planificado, fiz-me à estrada. Este ano com a companhia do Eduardo. O resto da malta do JRR estava no Trail de Montejunto ou em casa a descansar.
Primeira Paragem: Belém
Deixámos um dos carros e todo material para o "pós corrida", junto ao planetário. Ainda era cedo e o estacionamento abundava na zona. Uma ligeira bruma teimosa pairava no ar.
Segunda Paragem: Estoril
Decidimos arriscar a marginal como via para a partida. A manhã estava calma e o nevoeiro teimava em não se dissipar. A organização preparava os locais de abastecimento e/ou de passagem de testemunho das estafetas.
Como esta corrida é pouco publicitada e tem um numero limitado de inscrições, é possível montar uma logística sem grandes confusões nem "engarrafamentos". Nada de partidas criticas e chegadas apertadas à meta. E um longo corredor de corrida com espaço para sprints, trotes e passeios. E no entanto é a corrida mais antiga de Portugal. Para mim, é um privilegio fazer esta corrida todos os anos.
Terceira Paragem: Belém
Dado o tiro de partida lá fomos marginal a fora, martelando a borracha dos ténis no asfalto bem tratado da estrada.
O Amigo Eduardo começou-me a falar da véspera. Jogo de futebol e cinema até à uma da manhã. E um balde pipocas. Até aos cinco primeiros quilómetros foi um martírio. Porque doía-lhe as canelas por causa do futebol (são uns heróis, acabam o jogo e não fazem o relaxamento sempre necessário) e porque estava enfartado depois de ter mandado abaixo um balde pipocas salgadas (tipo trituradora molinex).
Eu sabia que quando mais tarde lhe desse a chaves do carro que tinha ficado no Estoril, mais ele tinha que voltar para trás.
E no entanto uma vista maravilhosa assaltava-nos os sentidos. O tempo não estando frio, continuava nublado. Como se quer para uma boa corrida!
A coisa acalmou quando comecei a dar-lhe um "raspanete pedagógico". Estas distancias não são para turismo impulsivo. Pelo menos ………..façam um descanso de véspera!
Passagem nos postos de abastecimento. Sentia-se a excitação de quem estava para iniciar o seu percurso na estafeta.
Ultimo abastecimento, 15 kms e surpresa…………….bananas, maçãs e sumo! Ora ora, isto é uma novidade! Meias Maratonas organizadas pela Xistarca com estes mimos!! Só pode ser por causa da aproximação da época pascal!
Aproveitámos a oferta e ainda tive que ouvir a "resmunguice" do meu colega de corrida por causa do reduzido tamanho da sua banana (por favor, não descontextualizem esta frase, ela é parte integrante deste texto!). Parecia um "calimero da corrida".
A prova estava na sua recta final. Alargámos a passada, mas em ritmo cómodo.
A Torre de Belém já lá se via ao fundo.
O tempo de corrida não era nada de espectacular, mas o objectivo era a distancia e o treino de "passada confortável".
Mesmo antes da meta (uns 50 metros antes) vislumbramos um jovem de joelhos. Terá deixado cair alguma coisa? Ao passarmos por ele notámos uma poça castanha no chão. Alguém junto dele terá dito a palavra Chocapic! Ah carambas………………….uma pratada de chocapics antes de fazer 20 km´s e o vomito ao pé da meta. Isto é Monty Python com Stephen King. Surreal ……….no mínimo!
Próxima Paragem: Estoril
O chato disto tudo é que um dos carros ficou no local de partida. O banho ainda tinha que esperar mais um pouco. Mas valeu a pena………pelo passeio…….e tudo o resto!
BOA PASCOA PARA TODOS!
terça-feira, 8 de abril de 2014
Corrida dos Sinos 2014
De volta a Mafra, para mais uma Corrida dos Sinos, desta vez sabendo ao que ia, sabendo o que encontraria e sabendo como sentiria.
Nada de novo, nesta edição de 2014. O céu nublado, uma t-shirt técnica sem mangas, um começo de corrida ao som de um sino, um final no estádio municipal de Mafra e uma recordação em vidro de um sino.
Este ano, para além do Eduardo, vieram do grupo JRR, o Zé e a Sofia.
Como a confusão não é muita no pelotão de partida, foi fácil nos encontrar no mesmo.
Estávamos bem dispostos. Um sábado descansado ajuda sempre numa manhã de domingo de corrida.
O itinerário não teve alterações, ou seja, fomos até ao mosteiro, contornámos o monumento e descemos para a saída de Mafra (via Ericeira). Nessa altura passaram 5 km´s e deixei de ver o Zé e o Eduardo. A Sofia já lá ia à frente. O habitual!
Ao km 8, foi feito ao som do José Malhoa e o Rei do Kuduro. Classe!
A velocidade era satisfatória, mas o retorno e uma lebre loira demasiado viva deixou-me "nas lonas" lá para o 10º km. Muitos dos que passei, passaram por mim e foi em modo "mudança desengatada" que cheguei à meta em formato "jogos olímpicos". É das melhores metas que tenho "usufruído" na época atlética!
O resto foi recuperação e conversação com quem já lá estava e com quem ia chegando.
É sempre bom voltar a estas paragens. E para o mês seguinte será na Tapada.
Até lá!
Nada de novo, nesta edição de 2014. O céu nublado, uma t-shirt técnica sem mangas, um começo de corrida ao som de um sino, um final no estádio municipal de Mafra e uma recordação em vidro de um sino.
Este ano, para além do Eduardo, vieram do grupo JRR, o Zé e a Sofia.
Como a confusão não é muita no pelotão de partida, foi fácil nos encontrar no mesmo.
Estávamos bem dispostos. Um sábado descansado ajuda sempre numa manhã de domingo de corrida.
O itinerário não teve alterações, ou seja, fomos até ao mosteiro, contornámos o monumento e descemos para a saída de Mafra (via Ericeira). Nessa altura passaram 5 km´s e deixei de ver o Zé e o Eduardo. A Sofia já lá ia à frente. O habitual!
Ao km 8, foi feito ao som do José Malhoa e o Rei do Kuduro. Classe!
A velocidade era satisfatória, mas o retorno e uma lebre loira demasiado viva deixou-me "nas lonas" lá para o 10º km. Muitos dos que passei, passaram por mim e foi em modo "mudança desengatada" que cheguei à meta em formato "jogos olímpicos". É das melhores metas que tenho "usufruído" na época atlética!
O resto foi recuperação e conversação com quem já lá estava e com quem ia chegando.
É sempre bom voltar a estas paragens. E para o mês seguinte será na Tapada.
Até lá!
sexta-feira, 4 de abril de 2014
O amor à corrida é tal...
... que até há quem corra mesmo quando não trouxe os ténis indicados.
Não foi Pedro???
Não foi Pedro???
Mas afinal, não começámos todos por correr desta forma?
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Corrida SLB – Rumo ao…………..Diluvio
Juntámo-nos ao mar vermelho, junto ao Centro Comercial Colombo, para mais uma corrida do SL Benfica. E a "maré ainda continuava a subir".
Às 11 horas (atendendo à mudança para a hora de verão), a organização ofereceu 1 hora à normal hora das partidas matinais deste tipo de corridas.
Eu e o Zé, acompanhados pelo Eduardo procurámos o meio do pelotão vermelho e 2 minutos depois do tiro de "revolver" estávamos a passar a partida.
O itinerário alterou um pouco este ano, menos subidas e menos confusão.
O 4º quilometro continua a ser o clímax da prova, a entrada no estádio. O pisar da relva atrás das balizas, os aplausos dos familiares na bancada central, são momentos para a recordação.
A saída do estádio trouxe a chuva até ao final da prova. Não estava frio mas a chuva já "ensopava" a roupa. O final que se queria de felicitação e relaxamento fez-se de fugida e em ritmo elevado por causa do diluvio.
Carambas………..sempre que venho a esta prova levo sempre com um "chuveiro" em cima!
Entretanto a situação piorava, pois o vento apareceu e a situação ficou insustentável. A organização (o que é que se passa com as corridas ultimamente ??) decidiu afunilar a saída dos atletas após a chegada à meta e a confusão piorou a situação.
Decidimos correr até ao carro e foram 2 quilómetros de " Walk (Running) on the Water"!
Tão mau como este final da prova só mesmo a forma como classificação provisória foi disponibilizada (até à altura em que escrevo este texto). Para quê complicar? Basta………olhar para a baliza e pontapé forte! O resto é bola na rede! (………e um duche quente!).
Às 11 horas (atendendo à mudança para a hora de verão), a organização ofereceu 1 hora à normal hora das partidas matinais deste tipo de corridas.
Eu e o Zé, acompanhados pelo Eduardo procurámos o meio do pelotão vermelho e 2 minutos depois do tiro de "revolver" estávamos a passar a partida.
O itinerário alterou um pouco este ano, menos subidas e menos confusão.
O 4º quilometro continua a ser o clímax da prova, a entrada no estádio. O pisar da relva atrás das balizas, os aplausos dos familiares na bancada central, são momentos para a recordação.
A saída do estádio trouxe a chuva até ao final da prova. Não estava frio mas a chuva já "ensopava" a roupa. O final que se queria de felicitação e relaxamento fez-se de fugida e em ritmo elevado por causa do diluvio.
Carambas………..sempre que venho a esta prova levo sempre com um "chuveiro" em cima!
Entretanto a situação piorava, pois o vento apareceu e a situação ficou insustentável. A organização (o que é que se passa com as corridas ultimamente ??) decidiu afunilar a saída dos atletas após a chegada à meta e a confusão piorou a situação.
Decidimos correr até ao carro e foram 2 quilómetros de " Walk (Running) on the Water"!
Tão mau como este final da prova só mesmo a forma como classificação provisória foi disponibilizada (até à altura em que escrevo este texto). Para quê complicar? Basta………olhar para a baliza e pontapé forte! O resto é bola na rede! (………e um duche quente!).
segunda-feira, 17 de março de 2014
Até um dia destes ……………..Meia Maratona de Lisboa EDP – 2014
20º graus de temperatura, e uma grande expectativa para a Meia Maratona na ponte de 25 de Abril.
Esperava-se uma grande enchente e o facto de só termos conseguido "embarcar" no 3º comboio, na estação de Campolide, antecipava tal adesão.
A saída no Pragal, e uma multidão de pessoas, comprovaram que "correr está na moda"!
Já esperávamos o "mar de gente" e o facto de as inscrições esgotarem antes da data limite de inscrições, só reforçou tal expectativa.
Foi com essa previsão em mente que às 8.30, a malta do JRR Desporto (excepto o Ricardo ainda em período de descanso), se encontrou à porta do Mosteiro do Jerónimos. Fomos bem acompanhados pelo Eduardo, Paulo, Fernando e o Mário. A Sofia, iríamos encontra-la no local de partida.
O Habitual Desta Corrida
À saída da estação do Pragal fomos "brindados" com uma variante dos LMFAO, em formato banda filarmónica. E não é que soava bem!!??
As meninas da Wells forneceram o protector solar e claro os habituais, bonés vermelhos (esta ano patrocinados pela Vodafone).
Na brincadeira prometi uma grade de cerveja ao Paulo se ele passa-se a meta com ele na cabeça. Ao que tudo indica vou ter que "libertar a nota", mas ainda estou à espera das fotos oficiais para confirmar.
Em passe ligeiro passámos pelo "meeting point" do clube, partilhámos abraços e desejos de boa corrida e dirigimo-nos para a entrada da ponte.
O Habitual Desta Organização
A confusão para a entrada na ponte é o cartão de visita da organização da prova. A entrada na ponte faz-se em formato "entalamento" e fica ao critério da sorte se o encosto é num corpo bem torneado ou numa estrutura de carrinho de bebé (verdadeiros heróis, estas famílias que trazem os "bólides" dos filhos para estas barafundas!).
O que é preciso é o lucro do evento. O resto é ……….corrida.
O Que Começa a Ser Habitual Nesta Organização
À hora certa e depois de um aquecimento q.b. dá-se o tiro de partida. Contraem-se os músculos, transmitem-se palavras de incentivo e desejos de boa corrida.
Seis (!!????) minutos depois da partida passo a linha de partida. Confuso, procuro perceber porquê. Olho para o lado e vejo uma maré de gente da Mini Maratona a correr com todo o "espaço do mundo", directos à ponte e "inconscientemente" a barrar a entrada do grupo da Meia Maratona.
Ora o ponto de situação é este: estamos confinados num corredor onde por trás de nós vêm corredores da Mini Maratona, que conseguem nos circundar, passar à nossa frente e bloquear a nossa entrada.
Ora a pergunta que se impõe é: Então porquê a diferenciação de local?
Entretanto enquanto caminhava ao lado da Dª Maria (que este ano trouxe a vizinhas do 3º Esquerdo e o seu neto), debatia-me com outras questões:
Porquê das T-shirts diferenciadas? – Ah se calhar é para ficarmos (os corredores da Meia Maratona) limitados ao tamanho S, enquanto a Mini Maratona tem todos os tamanhos disponíveis!
Porquê as distancias diferenciadas? – Ah se calhar é para vender a imagem de uma prova profissional de média distância, conseguindo assim atrair público de caminhada e corredores em início de "carreira", bem como, atrair corredores já com alguma dinâmica de corrida. O que importa é ………"pingar na conta"!
Porquê é que eu continuo a vir a esta prova? – Felizmente esta pergunta surgiu no meu cérebro, no preciso momento em que proporcionou-se o início real da corrida, a 1 km depois da sinalética de partida. Não sei se foi pela questão em si ou pelo facto da vizinha da Dª Maria começar a indignar-se pela diferença das t-shirts da Mini Maratona vs Meia Maratona, mas o que é certo é que comecei a correr desejoso de acabar a corrida o mais depressa possível.
A Novidade Desta Organização
A prova foi sendo corrida, em modo Slalom+Series.
Muita gente ficou para trás e muita gente estava à minha frente.
O "Troféu Inovação" deste ano, vai para o senhor que a correr a bom ritmo levava um megafone e pedia aos corredores da frente para saírem da frente.
O calor apertava e nos 2 últimos Km´s começavam a aparecer corredores estendidos na calçada a serem ajudados pela população.
E assim se cortou a meta entre cansaço pelo esforço e felicidade pela conclusão.
Esperava mais uns 100 mts e daqui a nada estaria a descansar na relva do Mosteiro dos Jerónimos.
De repente vejo a habitual saída barrada por grades.
Tenho que virar para a direita e sou obrigado a fazer todo o Parque dos Jerónimos.
Dispenso os fotógrafos das "fotografias a 12 euros/cada" e dou-me conta que estou a passar o local dos Pasteis de Belém. Continuo intrigado com este "passeio forçado". Passado cerca de 1 Km, desde a meta, chego a uma clareira com dezenas de participantes parados. Percebo que estamos rodeados por gradeamento e a única saída está a nossa frente onde a massa humana tenta afunilar.
Ora portanto, 21º de temperatura, 21 Km´s de prova, cerca de 35 mil participantes no total, 1 Km de corredor para poder sair do recinto da prova………e por fim ……….uma singela saída………….
Enquanto esperava pela saída a questão que ficou sem resposta voltou a surgir:
Porque é que eu continuo a vir a esta prova?
Mesmo antes de sair, finalmente, do recinto (cerca de 5 minutos de espera), percebi finalmente que não tinha resposta para a pergunta. Mas tinha uma solução para que a mesma não surja para o ano.
……..adeus Dª Maria………….até sempre "Corrida da Ponte"!
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Rolanço em Sintra – Corrida Fim da Europa 2013
Ora o que dizer de uma
manhã em Sintra, em pleno centro histórico?
- Nevoeiro e Romantismo!
Ora ai está um ambiente propício
para …………………CORRER!
Quem é freguês deste
evento atlético, já nem liga ao frio de Janeiro e à humidade que se entranha na
pele. Aliás, já faz parte dos “ingredientes” desta prova.
Este ano, tivemos uma
corrida ainda com mais qualidade: uma t-shirt de manga cumprida como oferta, 2
vagas de partidas (permitindo uma maior fluidez no “transito”), uma sandes de
fiambre, um queque sem açúcar e um copo de chá no final.
Era engraçado a cara de
espanto que os corredores faziam quando se apercebiam que o copo que recebiam
estava ………quente! Caiu bem tal bebida, e assim dispensei a bebida isotónica!
Este ano diminui a
velocidade e aumentei a atenção ao percurso. O percurso contínua verde,
cinzento e misterioso. Continuo a achar curioso como tanta vegetação se
desenvolve com tão poucos raios de sol.
Tal foram as subidas e
descidas que dei por mim a imaginar-nos vestidos com cotas de ferro e espadas
reluzentes à conquista da Montanha de Mordor!
Batalhas à parte, depois
do sofrimento dos 10 km´s e da super descida apartir dos 14 Km´s, alcançámos
Azoia!
Estranha coincidência,
passo por aqui a correr mais vezes de que quando namorava quem lá vivia (e
vive…..acho eu). Ironia do destino.
Agora a pergunta que se
impõe: Havia ou não havia relógio na meta?
Eu juro que não vi.
Se calhar porque:
- Não levei óculos;
- Por causa do nevoeiro;
- ou se calhar porque
…………………ia a rolar!
P.S. – Então o corredor
descalço……..também foi imaginação minha?
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Obrigado Russia! - Blagodarya Rossiya !
Com a bonita soma total
de 50.000 visualizações, gostaria especialmente de agradecer aos nossos
seguidores da Rússia, o especial apoio que nos proporcionaram até agora!
Com um distanciamento tão
grande entre as nossas grandes pátrias, é difícil acreditar que os russos sejam
a 2ª maior nacionalidade a acompanhar os nossos textos!
Spasibo !
С довольно общей суммы 50 000 просмотров,
особенно хотелось бы поблагодарить наших
последователей из России,
специальная поддержка, которую они дали
нам до сих пор!
С такой большой разрыв между нашими родине, трудно поверить, что русские являются 2-й по численности национальность
сопровождать наши тексты!
спасибо
(O autor
desde texto não percebe nada de russo, portanto qualquer erro gramatical ou de
sentido conotativo existente no texto é da responsabilidade do Goggle!)
(Автор
этого текста ничего
русского не заметил, так что
любая грамматическая ошибка или существующих
коннотативная значение в тексте является обязанностью Goggle!)
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Meia Maratona dos Descobrimentos – Correr com D. Sebastião
9H15: Uma brisa cortante
marítima abraça os muitos corredores que aceitaram o desafio de num domingo de
Dezembro “despachar” 21 km´s (ou 10 km´s) em “running mode”.
A porta do Museu da
Marinha foi o ponto de encontro/abrigo. O ajuntamento engrossava a olhos
vistos. A Sofia, o Rui, o Ricardo e o Zemi do blog JRR, mais o Filipe, o Pedro
Ribeiro, o Eduardo e o Fernando do Clube de Corrida tinham aceitado o desafio.
O grupo não estava de todo fechado, porque mais companheiros da SSCGD e de
participação individual chegavam aos poucos. Foi de certeza uma das maiores
participações de conhecidos que me lembro de ter visto em corridas neste ano.
O frio esse, também não
dava tréguas. Os óculos escuros eram complementos de utilidade duvidosa. Más
línguas insinuaram que serviam para os flash´s
das cameras fotográficas.
Os aquecimentos faziam-se
ao som das conversas. “Matava-se” assim o frio fisicamente e psicologicamente.
Até aquela altura o D. Sebastião persistia mas não demovia.
(A nova moda do aquecimento nordico: Vestir-se de coelho e fazer o aquecimento deitado)
A melhor ideia foi mesmo
a formação do pelotão de partida. Com tanto corpo humano junto, o calor enfraquecia
os tremores.
Com confusão q.b.
encarámos o início da corrida com um “até que enfim”. Afinal não queríamos
perder o calor que entretanto ganhámos com tal ajuntamento.
Passagem pelos Jardins de
Belém e carburámos subida a cima até ao Estádio dos Belenenses (estádio com o
melhor miradouro de Portugal). Mesmo com um jogo “engonhado” a vista está sempre
garantida.
Que bem calhou a subida.
O seu final lembrou-nos que a parte mais complicada estava feita.
Entretanto a descida até
Algés desmembrou o grupo. Do meu subgrupo consegui reter o Filipe comigo. O Rui
tinha-se escapado no início da descida. O Eduardo mais o Fernando “rodavam” um
pouco mais atrás.
Pensei que com a subida a
todo o gás, o D. Sebastião pudesse surgir, tamanho o esforço e o nevoeiro. Nada
disso.
Entretanto retomámos
novamente ao itinerário principal dos descobrimentos e pela segunda vez
passámos pelo Jardim de Belém.
Um “deja vu”, fez-me
lembrar que naquela manhã percorria uma parte do itinerário da maratona de 6 de
Outubro. Na meia hora seguinte relembrei em “slides mnemónicos” alguns desses
momentos.
Entretanto o Filipe literalmente,
puxava por mim. Temi que pudesse acontecer o mesmo que na maratona, ou seja,
vê-lo encostar às “boxes” devido ao entusiasmo desmesurado. Felizmente não
aconteceu. E se eu temia por um D. Sebastião desaparecido mas não esquecido,
tinha um Super Filipe a “comer asfalto” como se “não houvesse amanhã”.
Não fomos ao Rossio, como
definido no site oficial. Depois do empedrado que antevia o Terreiro do Paço
(uma espécie de quilometro em modo saltos altos), fomos em direcção a Santa
Apolónia e um pouco mais à frente.
“Nunca mais arranjam esta parte da cidade” ….pensei eu!
Fizemos o retorno em alta
rotação, e tal regresso permitiu “puxar” por quem nos antecedia e sermos
“galvanizados” por quem nos perseguia.
O abastecimento ao 15º km
fez-me efectuar “ponto de situação”: o sol tinha suplantado o frio e o algum
vento que soprava fazia ricochete no “colete à prova de frio” que o esforço da
corrida nos tinha emprestado.
Mesmo assim, temi o D.
Sebastião, e na preocupação de tal aparição, quase “perdi” o Filipe. Mas
“amarra forte é laço de sorte”, portanto tempo depois, acabei por deixar os
temores para trás, e lá fomos a todo o gás para prometida “ilha dos amores”,
terra prometida identificada com a palavra “META”. Não era terra de ninfas, mas
houve um sortudo que encontrou uma na zona de massagens!
Fomos engrossando o
grupo, no ponto de reencontro. Nesta rota dos descobrimentos todos (uns com
mais esforço que outros) tinha ultrapassado o seu “adamastor”! Eu pela minha
parte tinha ultrapassado o meu. Saquei do papel higiénico escondido no elástico
dos calções. É que até ver a minha desregulada flora intestinal (o D. Sebastião
portanto) estava dominada.
“Quem vai aos
descobrimentos, precavê-se em terra”
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Corrida do Aeroporto 2013 – Corrida com Asas
A passagem para 10 km´s,
na distancia a percorrer, as nuvens negras no céu e a t-shirt “cor de pijama”
não desmotivaram o pelotão que às 10 horas saíram em grande velocidade da
partida.
E é sempre um perigo, ter
logo a 20 metros da partida, uma curva tipo “gancho”. Felizmente o piso não
estava molhado, portanto nada de escorregadelas, apenas uma cotoveladas e
empurrões. Tudo normal portanto!
Mais normal ainda, é
perder a Sofia “Mota” logo nos primeiros km´s.
O Joel, o Eduardo e o
Zemi andavam na galhofada, lá mais atrás.
O que tem de bom esta
corrida?
O tartan novinho no
parque desportivo da Alta de Lisboa, a passagem no parque urbano e por fim o
Jardim das Conchas.
Foi lá, com surpresa,
encontrámos o Ricardo, que tinha ido fazer o seu treino domingueiro.
Fomos “brindados” com uma
gargalhada “sádico-gozona” intermediada com um aviso sobre a subida que lá mais
à frente desacelerava os atletas que por lá passavam.
Um autentico inferno no
luxuoso arvoredo verde.
Ultimo km, o speaker da
corrida anuncia a nossa chegada e ……………….descanso merecido!
48 minutos que passaram
num instante!
Felizmente a organização
ofereceu uma maçã para “enganar” a fome e o cansaço!
No fim, alguém roubou a
MAXIM (mais um mimo da organização) do Zemi. Isto não se faz a um homem.
Sobretudo a um homem que faz 10 km. Alguém ficou com duas Marisa´s Cruz´es em
forma encadernada!
Não fui eu ……
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Benvidos a Monsanto – Corrida da Agua 2013
Ora, cerca de 6 meses
depois da Corrida da Árvore, novamente uma corrida neste espaço verde, espaço
extraordinário para a prática desportiva ou para o (sempre benvindo) passeio de
fim de semana.
O pelotão não era
extenso, mas a boa disposição reinava, numa proporção bem superior.
Talvez fosse o bom tempo,
talvez fosse o grande número de famílias que acompanhavam os atletas, talvez
fosse o facto de ser Domingo de manhã. Talvez fosse tudo junto.
Depois do já costumeiro
“figo de partida”, deixei para trás os colegas de equipa. Todos excepto a
“sofia mota”, que com as pressas do costume, já tinha desaparecido do alcance
logo no 2º Km.
Os primeiros quilómetros
foram uma montanha russa. Subidas e descidas. Afinal estávamos em Monsanto.
Entrámos na ciclovia,
paralela à radial de Benfica, paralela ao monóxido de carbono e com uma vista
pouco estimulante.
Coincidência ou não, foi
a parte mais rápida da corrida.
Seguimos pela Horta do Zé
Pinto.
Estava curioso em relação
à passagem pelo aqueduto. Mas antes ainda teríamos que passar por Campolide e
uma subida nada fácil!
O aqueduto em si, não
correspondeu as minhas expectativas. É mais bonito visto de fora do que dentro.
Um muro demasiado alto não facilita a vista pela cidade. O percurso central do
aqueduto (por onde passa(va) a agua) não está à vista dos transeuntes.
Portanto, não foi com
surpresa que o pelotão aumentasse a velocidade.
A saída do aqueduto foi
ao mesmo tempo a entrada na meta.
Final tranquilo.
Depois uma experiência
nova: esperar pelos resultados para ver se a Sofia ia ao degrau das medalhas.
Foi por pouco!
Acho que a malta do JRR
vai ter que se habituar a esta situação. É que para o ano, com a mudança de
escalão e a persistir os mesmos resultados, vamos ter que começar a levar
maquina fotografia.
Não achei uma corrida
deslumbrante, no entanto o verde de Monsanto e a passagem no aqueduto dão
alguma “cor” à corrida.
Como o final da corrida é
feita em pleno parque, para o ano, aproveito para fazer uma merenda em plena
relva com a família. E assim será uma manhã de domingo como se quer: Corrida, Comida e Família.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Missão Maratona – Maratona Rock n Roll Lisboa 2013
- Então o que é que vai
ser?
- Era uma maratona sff.
Bem passada, pode ser?
- Bem passada, já não
temos! Passou por aqui uma malta do Quénia e levou tudo!
- Bom, então mal passada.
- Eu vou dar aqui um
calor para ficar mais “tenra”. 23 º, penso que já é o bastante!
- Obrigado.
- E para acompanhar?
- Banana, laranja e algum
gel.
- Para beber?
- Agua e isotónica sff.
- Aqui está. Boa corrida
então ….
- Obrigado!
O ANTES
Com o carro estacionado
na expo, dirigi-me à Gare do Oriente. O dia amanhecia risonho!
Encontrei-me com o
Ricardo e com o Rui.
Estávamos neste evento
divididos ao meio: eu, o Ricardo e o Rui na maratona, Joel, Zemi e Sofia na
Meia Maratona.
Decidimos apanhar o autocarro
que passava no Cais do Sodré.
Uma viagem bem disposta!
Chegamos ao Cais do
Sodré!
Em vez da prometida
viagem grátis até Cascais, tivemos que desembolsar 50 cêntimos para usufruir da
mesma.
É nesta “pobreza
organizacional” que me envergonho quando vejo turistas a chegar ao meu pais.
Continuo a pensar que
nós, portugueses, temos um problema de relacionamento com o dinheiro. Porque
não o temos e porque poucos sabem ganhar de forma honrada. Talvez porque não
haja honra e princípios de quem o usa para pagar quem trabalha. Adiante!
Estava com saudades de
viajar por esta linha (Cais-Sodré/Cascais).
Passei a minha juventude
de um lado para o outro: para ir trabalhar, para ir namorar, para ir “amigar”.
Gerou-se logo uma
atmosfera olímpica.
O comboio ia cheio de
atletas.
O entusiasmo crescia!
Chegada a Cascais.
Encontrámos o Filipe e o
Pedro Ribeiro do Clube de Corrida.
A ânsia era visível!
Seguimos directamente
para o inicio da prova.
Eu fui mudar de roupa
numa escadaria algures, o Ricardo foi mandar um fax para o atlântico.
Fomos pôr os sacos com os
nossos “trapos” no autocarro da organização, para estarem disponíveis no final
da prova.
A ânsia estava no máximo:
o Rui gritava, eu exercitava os músculos, o Ricardo não dava com o telemóvel e
com os phones.
Deu para tirar umas fotos
e aqui vamos nós…..
O DURANTE
Saímos de Cascais todos
juntos, no embalo de 3 lebres com “muita saúde”!
O pelotão era uma massa
de excitação em forma de correria.
Dali a nada estávamos no
Estoril.
Fizemos a volta ao Casino
e encontrámos um corredor de sapato de couro e meias à “Wall Street”. Quando
passou por mim pensei que fosse algum “civil cheio de pressa. Afinal era o
“atrofiado das corridas”, qual pirata que entra nas corridas a meio e deslumbra
o pelotão com as suas proezas atléticas. Uma espécie de “atleta-sombra” do
famoso corredor da bandeja e do copo de agua.
Mais tarde ainda iríamos
apanha-lo a correr de costas! Um mimo!
São João do Estoril,
Parede, Carcavelos, começava a “jogar em casa”. Aqui começava o meu local de
treinos.
Veio-me à cabeça a 1º
corrida/treino em 2010, 7 km´s que na altura deixou-me sem fôlego! Como as
coisas evoluem …..
Entrámos em Oeiras.
Estávamos sintonizados nos 6 mnts / km. Era o que se queria!
Entretanto o Ricardo e o
Pedro Ribeiro ficaram para trás. Desejei boa sorte e esperei encontra-los no
fim da corrida.
Na passagem à frente do
edifício da câmara gritámos pelo Isaltino. Serviu para relaxar da tensão da
corrida.
Paço de Arcos, Caxias e
surpresa das surpresas, a corrida fio direccionada para o passeio paralelo ao
mar, em vez da subida para o farol da Gibata. Penso que a subida terá
ultrapassado a altimetria máxima para uma maratona.
De qualquer forma calhou
bem!
Nesta altura, a ingestão
era feita sobretudo com agua para a hidratação e alguma bebida isotónica que
aparecia nos abastecimentos.
Erro foi não ter levado
gel ou barra energética. Estava com uma fome medonha!
Antes de Algés passámos a
barreira da meia maratona.
Metade já estava feita!
Em Algés apareceu o
abastecimento de sólidos.
Devorei bananas e
laranjas enquanto o Rui segurava-me a minha garrafa de agua.
À frente o Filipe chamava
por nós!
Uma recta cansativa
levou-nos a Belém, Alcântara e Santos.
Por fim, mais um
abastecimento e entravamos nos 30 km´s.
Os pés começavam a
“encarquilhar” por baixo e a linha de dor nos joelhos surgia como um aviso a
ter em conta!
Até aqui, cansaço mas boa
disposição e (fiquei espantado) sempre pessoas na rua a puxar e sempre
companhia de outros atletas.
O meu receio de encontrar
fases do percurso desertos de publico e atletas foi felizmente, um puro engano!
E havia sempre uma moto
quatro da cruz vermelha disponível para dar apoio. Neste critério, a
organização estava de parabéns.
Entrámos no Terreiro do
Paço e o cansaço começava a atacar.
Fomos ajudados por uma
massa humana que batia palmas e gritava connosco.
A volta à baixa de Lisboa
foi feita num instante.
Entrámos para a ultima
parte da corrida.
Quando passámos por Santa
Apolónia perdemos o Filipe.
No abastecimento da zona
voltei “a dar” na laranja e no gel, que a organização disponibilizava.
Erro fatal.
A laranja “acidificou” o
processo digestivo. Duas hipóteses sugiram:
a) Continuo a correr e vomito-me todo;
b) Para e combato a acidez.
Decidi parar!
O Rui passou por mim, não
sem antes me dizer para não parar!
Dentro do azar tive a
sorte de encontrar um abastecimento próximo.
Enchi-me de agua e
consegui diluir a acidez.
Voltei novamente à
corrida!
Parecia que tinha passado
um furacão por nós.
Uns corriam de lado,
outros gemiam, vi corredores deitados no passeio. Enfim, era a “parede dos 30”
a fazer miséria!
Tentava, com esperança,
apanhar o Rui, mas t-shirt azul, nem vê-la!
De repente, vejo a
rotunda da “Prorunner”. Estava quase!
Subo até à avenida
principal do Parque das Nações e, espantado, vejo colegas da meia-maratona a
puxar por nós.
Fantástico! – Pensei eu,
eles ficaram cá para apoiar-nos na chegada.
Lá ao fundo, vejo o
Eduardo, que tinha ido correr com o trio do JRR.
Fiquei super-motivado.
As pessoas iam dizendo,
literalmente, quantos metros faltavam até à meta.
Reparei na volta do
quarteirão, que surgia à minha frente.
Já está……já está!
Recebi o piso empedrado,
como algodão se tratasse.
Olhei lá ao fundo a meta,
as pessoas a aplaudir, fotógrafos. Um relógio mostrava 4H29m.
Então é assim que os
maratonistas se sentem quando chegam à meta!
Sensação do
caaaraaaaçaaaasssssssssss…………….
O DEPOIS
O cansaço era tanto, que
pouco me lembro do que aconteceu nos minutos seguintes:
- Lembro-me de ter
passado por alguém da organização e de lhe ter, literalmente, tirado o
gelado-oferta da mão.
- Fui encostado por uma
amazonas a um biombo e lá, foi tirada uma foto.
- Lembro-me de passar
pela saída do recinto de chegada dos atletas, ver dezenas de caras a procurar
os “seus” atletas e de repente aparecer o Eduardo a perguntar-me como estava.
Mais tarde cheguei à
seguinte conclusão:
Quem corre uma maratona
(ainda por cima pela 1ª vez), deve ter alguém no final.
Devia ser obrigatório!
Não é só para o caso de
acontecer algo de grave ou até mesmo para o levar a casa.
É para uma coisa ainda
mais importante e que naquela altura é uma necessidade quase básica: ABRAÇAR!
Deixo o conselho para
quem vai correr pela 1ª vez a maratona: levem alguém: Família, o vizinho, o
cão, um(a) acompanhante de luxo………..mas levem alguém!
As organizações das
provas deixo uma sugestão: arranjem uns voluntários e ponham-nos no fim
da meta. Podem chamar-lhes: ABRACEIROS!
Ponham-nos a dar abraços
aos atletas que chegam. Não há nada que pague um bom abraço na meta! A sério!
Fiquei contente por ter o
Eduardo na chegada. Afinal o homem tinha ficado, desde a sua chegada da meia
maratona, à minha espera.
Valorizei bastante os
acto. Mas também valorizei o ombro e lá fui eu apoiado até ao “meeting point”
da chegada.
A meio apareceu a Sofia e
mais um abraço.
Falei com ambos sobre a
meia maratona. Tudo tinha corrido bem com eles.
O nosso “meeting point”
era um dos “vulcões de agua” existentes perto do Pavilhão Atlântico.
Lá ao fundo já via o Rui
a bracejar.
Mais um abraço.
Tinha conseguido chegar
até ao fim sem parar!
Grande participação!
Estava eufórico!
Estávamos todos!
Aproveitámos para molhar
os pés na agua do “vulcão”. E que bem que soube!
Logo depois chegou o
Ricardo com o restante agregado. E com eles trouxe um buffet de queques de
chocolate.
Tinha feito a chegada à
meta com os miúdos “pela mão”. Tal e qual como imaginara. Luxo!
Entretanto fui buscar o
Filipe num banco próximo, a recuperar do esforço despendido. Tinha sido
extenuante!
O Pedro Ribeiro já estava
com a família depois de uma chegada também emocionada.
O pelotão tinha chegado
ao destino.
Estava na hora de
levantar acampamento.
Estava na hora de pôr as
pernas a descansar.
Se me perguntarem se me
sinto diferente por ter feito uma maratona, eu direi que sim!
Porquê? Não sei.
No final da prova
concluía que 42 km´s é de facto uma extensão complicada de “digerir”. E fazê-lo
sozinho não é para todos. Valorizei bastante todos aqueles atletas que
começaram a prova sozinhos. É preciso uma enorme força mental. Parabéns a todos
eles!
A condição humana tem
destas coisas.
O distanciamento das
coisas gera outra “luz” nas análises efectuadas.
Acabei a maratona a
pensar que esta seria a única maratona que participava.
48 Horas depois, a meia
da redacção deste texto, dei-me conta de estar a folhear, na revista cedida pela
organização, as paginas contendo as maratonas existentes no próximo ano…….
…………..A PATROA NÃO VAI
GOSTAR DISTO…………..
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Now that´s what i call Running Music – Playlist JRR
Ora correr. Ora correr
muito. Ora correr muito entretido(a)!
Entretido(a) com o quê?
Com musica ………..naturalmente!
Depois da companhia dos
amigos, a musica será sem duvida a melhor opção para “deixarmos as pernas em
piloto automático” e dirigirmos a atenção para outras coisas. A musica é nosso
“ambientador emocional”!
A poucos dias da prova do
ano (quer maratona, quer meia maratona), achámos que era “simpático” arranjar
uma playlist para correr.
Não são as melhores
musicas para correr, são apenas boas musicas para correr, segundo a singela
opinião do Team JRR.
E inovação das inovações,
incluímos uma playlist com temas para alongamentos! Boa ideia hein!
Deixamos os links no
youtube, já que com um qualquer conversor de musicas, é possível passar os
mesmos para formato MP3.
Então aqui vai a banda
sonora para as nossas (e vossas) corridas:
Playlist Corrida JRR
Beautiful day – U2
(sugerido por Joel) http://www.youtube.com/watch?v=co6WMzDOh1o
Don´t you worry child - Swedish House Mafia (sugerido por Pedro T) http://www.youtube.com/watch?v=1y6smkh6c-0
Dialectos de ternura – Da
Weasel (sugerido por Rui) http://www.youtube.com/watch?v=QdR4FIvW5Ds
Eye of the tiger – Survivor (sugerido por Rui) http://www.youtube.com/watch?v=btPJPFnesV4
I ran – A Flock of Seagulls (sugerido por
Ricardo) http://www.youtube.com/watch?v=BJ7NVjZ-Eyg
Love you better – Crazy White Boy (sugerido
por Sofia) http://www.youtube.com/watch?v=ifUn4TQ1aTc
Nowhere fast – Fire Inc (sugerido por
Ricardo) http://www.youtube.com/watch?v=8knq1RLWEgo
One Vision - Queen (sugerido por Pedro T) http://www.youtube.com/watch?v=r4UNoECibYk
The final countdown – Europe (sugerido por
Joel) http://www.youtube.com/watch?v=9jK-NcRmVcw
The lonelinesse of the distance runner –
Iron Maiden (sugerido por Zemi) http://www.youtube.com/watch?v=xo-1iAsqmQI
Wake me up –Avicci
(sugerido por Sofia) http://www.youtube.com/watch?v=IcrbM1l_BoI
Playlist Alongamentos JRR
She moved through the fair – Loreena Mckennitt (sugerido por Zemi) http://www.youtube.com/watch?v=6uU-hIUtJ5M
Barcelona – (sugerido por
Joel) http://www.youtube.com/watch?v=o8Eg-mWdDLc
Chariots of Fire - Vangelis (sugerido por Pedro T) http://www.youtube.com/watch?v=TYJzcUvS_NU
Give me love- Ed Sheeran
(sugerido por Sofia) http://www.youtube.com/watch?v=FOjdXSrtUxA
Orinoco flow – Enya
(sugerido por Ricardo) http://www.youtube.com/watch?v=LTrk4X9ACtw
Sail – Awolnation
(sugerido por Rui) http://www.youtube.com/watch?v=JaAWdljhD5o
Destak para a Maratona
Depois do inicio de época
na Corrida do Tejo, nova maré de gente na marginal, desta vez com destino a
Cascais.
De facto, a marginal
“casa bem” com este tipo de iniciativa. É bom pisar o asfalto de tal estrada.
Mas tratou-se para muitos
corredores, um treino para a maratona. Era esse o tema de conversa no pelotão.
E o estado meteorológico assustava! E muito! Um calor enorme “brindou” quem
corria naquela manhã. E toda a gente desejou clima mais ameno.
Quilometro após
quilometro, lá se foi fazendo o “passeio”.
A “Sofia Mota” pôs a
quinta velocidade e fugiu de nós.
Mais tarde perdi o
Eduardo no pelotão que me perseguia.
Companhia do principio ao
fim: O sol e a excelente paisagem marítima. E que grande manhã de verão estava!
Ultimo quilometro, uma
descida simpática e Baía de Cascais à vista, um spot que “desencrava” qualquer
namoro “calcinado”!
A “Sofia Mota” já lá
estava e o Eduardo chegou logo a seguir. E ainda deu para usufruir de um bom
alongamento na relva.
E o descanso? Foi feito
no comboio, de regresso a Carcavelos. Com sorte arranjámos lugar. E com sorte
deu para relaxar.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
BONECOS ANIMADOS ……… CORREDORES COMPARADOS!
Então…………..e se fossemos
uns personagens de desenhos animados?!
Então……………e se pegássemos
em todas as nossas “cores” que pintalgam o nosso dia, nossos dias que
constituem as nossas vidas e transformássemos em episódios de bonecada?!
Vinha a pensar nisso num
desses treinos à hora do almoço e pensei cá para mim:
Então…….e se pegasse
nesta malta do JRR e transformasse esta gente corredora em figuras animadas?!
Bem onde é que encaixava
todo o grupo?
Heróis da Marvel? – Não,
muito bélico, e alem do mais somos pessoas normais!
Os Simpsons? – Não, são
demasiado amarelos!
Tom Saywer?- Não, nenhum
de nós corre descalço!
Espera já sei: WACKY RACES!
…….Claro:
Andamos sempre em
correrias uns com os outros, por todo o sitio e mais algum, sempre com a(s)
meta(s) no horizonte.
Só pode ser!
Então e agora como nos
identificamos com os personagens? Aqui
vai:
Joel – The Anthill Mob
Não não, não é isso que
estão a pensar! Não tem nada a ver com máfias e bonecos mal encarados.
Mas quem se lembra deste
carro participante, sabe que quando queriam meter velocidade na corrida, pequenas
pernas no chão davam “ao litro” pondo o bólide mafioso no podium da corrida!
Ora a semelhança é essa
mesmo. Quando o Amigo Joel começa “a dar ao litro” as suas pequenas pernas
começam, em grande velocidade, a formar linhas circulares de fluxo dinâmico fazendo-nos
questionar se ele estará mesmo a tocar com os pés no asfalto!
Foi assim como eu o
conheci no primeiro treino que fizemos em conjunto!
Ricardo – Red Max
Bom e como é que eu
justifico semelhanças entre estes dois?
Não é pelo bigode, de certeza,
se bem que pagava uma grade de cervejas se o Ricardo deixasse crescer bigode
durante um mês!
Quem conhecia este
boneco, sabia que a metralhadora era apenas usada em ultimo recurso, e que
tinha um fairplay digno de nota (por vezes levava grandes banhadas da Penelope
Pitstop).
Este boneco é comparável
com o Ricardo, um cavalheiro corredor, sem muitas pressas, amante da cor
vermelha em virtude do seu Benfiquismo e do consumo de malaguetas!
E reparem a semelhança,
amantes de grandes e prolongados cumprimentos, perfeitos Gentlemens (se virem,
na foto com atenção, é o único dos personagens que acena aos espectadores
televisivos).
Um verdadeiro Relações
Publicas, não é por acaso que este grupo se formou através dele!
Rui T – Sargent Blast and Private Meekly
Quando é para correr…….é
para correr! Nada de desculpas.
E se houver transeuntes á
frente, pessoas ou pombas, o Amigo Rui solta do seu canhão palavras bélicas ou
até palmas apocalípticas que fazem lembrar obuses militares!
Ao nível do melhor Regime
Militar de WestPoint, treino iniciado é para acabar, mesmo que doa ou que asse mamilos ou cintura, e as vezes até
usa coldre preenchido com a balas nutritivas!
E muitas vezes quando vem
de ferias de mais de uma semana é um verdadeiro rolo compressor, tal o peso
ganho (Brincadeira……mas tinha que referir isto!). Uma espécie de tanque de
lagartas!
Cada Guerra é para
vencer, ou seja cada Corrida é para acabar e quanto menos tempo gasto melhor!
São ou não são
semelhantes?
Zemi – The Slag Brothers
Lá estão vocês com esse
feitio!!
Não estou a gozar pela
falta de cabelo do Zemi! Como poderia eu gozar?
Também não tem nada a ver
com formas de correr pré-históricas nem nada do género!
Não vêem a semelhança?
Ora espreitem para a
personalidade do Corredor Zemi!
Há o Zé e há o Mi. Correm
sempre nas mesmas pernas, mas andam sempre ás “turras” um com o outro. Mas é
por isso que as pernas do Zémi correm! É por isso que todo o Zémi corre!
Vocês não se lembram
deste carro participante? Quando havia
necessidade de “meter prego a fundo” o que é que acontecia? Os dois começavam a
dar com a moca um num outro e aquilo é que era velocidade!!
Agora comparem quando o
Zé&Mi faz o mesmo. As duas personalidades empurram-se e degladeiam-se como
se não houvesse amanhã!
Perfeito….perfeito….era o
Zemi usar uma cabeleira castanha até aos pés e ter um nariz de batata! (Já tivemos mais longe!)
Sofia – Penelope Pitstop
Bom, dirão vocês, aqui
não havia muito por escolher.
Pois não!
Mas claro que há
semelhanças relevantes.
É verdade que a cor não
ajuda! – a nossa Sofia não corre de rosa, nem costuma usar sombrinha por causa
do sol (chapéu portanto)!
Mas reparem nos óculos na
cabeça, são quase iguais! E ambas não prescindem dos mesmos, se bem que uma
delas é por causa de falta de vista!
E a ligeireza? Ora
comparem a ligeireza do carro e o andamento da Sofia. Parecem umas rodinhas
fraquinhas, mas quando aquilo começa a rodar não á asfalto que faça atrito. É
sempre a rolar!
A ligeireza e a
jovialidade. Estas características parecem minimalistas, e sem importância mas
quando o caminho se transforma em altos e baixos, vão perceber como é difícil
acompanha-la. Mas mesmo assim, vão encontrar um sorriso nos lábios e umas
palavras de incentivo.
Pedro T – Dick Dastardly and Muttley
Eu gostava de correr com
um cão por uma trela, mas se calhar era chato para o quatro patas, ter que
calcorrear km´s sem parar e seria chato aqui para o duas patas correr com um
cão que se estaria sempre a rir do meu mau feitio.
Pois, aqui a grande
semelhança é o meu mau feitio. Estou sempre a resmungar, ora porque o semáforo
dos peões está vermelho, ora por as pessoas não saírem da frente, ora porque
faz vento, ora porque faz sol.
Uso chapéu para esconder
a calvice, mas não tenho bigodes em forma de pincel (alias, não tenho bigodes
sequer, mas posso deixar crescer se alguém me pagar uma grade de cerveja por
semana).
Não gosto de armar
rasteiras nos meus adversários, mas gosto de fazer uma ponta final a abrir, tal
aqui como o Sr Dick Dastardly!
E claro, estou sempre a
pensar numa forma de atalhar caminho até à meta. É mais forte do que eu!
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